É tempo de relaxar!

Através da harmonia com a natureza o Centro de Vida Saudável promove um estilo de vida que trata e previne diversas doenças.

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novembro 2020

Durante o verão, aumentam as atividades realizadas ao ar livre. Em consequência da radiação solar, aumentam os riscos de queimaduras, câncer da pele e outros problemas. Por isso, a chegada da estação mais quente traz consigo uma série de cuidados com a pele que devem ser reforçados com as altas temperaturas.   Separamos algumas dicas para que você comece desde já a cuidar da sua pele. Vamos lá!   Dicas de cuidados com a pele durante o verão   1. Evite uma exposição excessiva ao sol Uma das principais regras é ter cautela na hora de tomar sol. Por mais que se tenha cuidado, qualquer excesso tende a ser nocivo. Nesse caso, o maior risco são as doenças como o câncer de pele e problemas dermatológicos, como queimaduras, manchas, envelhecimento precoce, entre outros.   Evite a exposição solar entre os horários das 10h da manhã, até as 16h da tarde.   2. Aplique protetor solar Essa dica não é só para o verão ou quando for tomar sol: utilizar o protetor solar diariamente é imprescindível. Por essa razão, os dermatologistas recomendam que ele seja reaplicado ao longo do dia. O ideal é não deixar a pele desprotegida - principalmente entre os horários das 10h da manhã até as 16h da tarde, horário que os raios solares são mais intensos.   3. Use roupas e acessórios adequados Além do uso do filtro solar, no verão também é importante usar chapéu e roupas de algodão nas atividades ao ar livre, pois eles bloqueiam a maior parte da radiação UV. Tecidos sintéticos, como o nylon, bloqueiam apenas 30%.   Outro objeto bastante necessário são os óculos de sol, que previnem a catarata e outras lesões nos olhos.   4. Hidrate sempre Outra tendência comum no calor é o ressecamento da pele por causa da maior incidência solar, da perda de água pela transpiração, entre outros fatores. Portanto, não só a pele como todo o organismo devem ser hidratados.    Beber de dois a três litros de água por dia é fundamental. Hidratar-se de dentro para fora faz toda a diferença, e é uma medida que não pode jamais ser substituída, nem por outros tipos de líquidos.   5. Evite banhos quentes Banhos muito quentes e demorados podem ser bastante prejudiciais à hidratação natural da pele. A camada de gordura superficial é retirada, reduzindo a proteção da pele. Por conta disso, dê sempre preferência a água de morna a fria.   6. Bons hábitos e cuidados com a pele As temperaturas mais quentes exigem um cuidado maior quanto a hidratação, tanto por

A saúde masculina muitas vezes é deixada de lado, e isso tem sido comprovado por pesquisas realizadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Estar desatento à saúde pode favorecer o desenvolvimento de diversas doenças, principalmente daquelas silenciosas, que não manifestam nenhum sintoma.   Nesse artigo, vamos falar sobre sete dicas de como você pode cuidar melhor da sua saúde e ter dias com uma qualidade de vida boa.   Preparado para as dicas? Então, vamos lá!   6 Dicas de como cuidar da saúde masculina   1- Priorize as boas noites de sono Com a rotina cada vez mais agitada, muitas pessoas estão deixando a noite de sono em segundo plano. No entanto, priorizar o descanso e o relaxamento é fundamental quando o assunto é manter a saúde em dia.   Procure ir para a cama sempre no mesmo horário. O metabolismo demora alguns dias para se acostumar com oscilações no horário do sono, por isso tente manter uma rotina todos os dias, inclusive nos fins de semana;   Procure se alimentar 3 horas antes de deitar para que a digestão seja feita completamente antes de dormir. Coma alimentos mais leves e fáceis de ser digeridos, pois durante o sono o metabolismo desacelera. Alimentos de difícil absorção fazem o fluxo sanguíneo no estômago aumentar, enquanto o resto do corpo está mais relaxado, podendo causar refluxo;   2- Prevenir é o melhor remédio Você já realizou um check up esse ano? Os exames preventivos são muito eficazes para reduzir o índice de mortalidade e aumentar a qualidade de vida. Afinal, com essas atividades você têm mais chances de identificar um problema e resolvê-lo da melhor forma.   O ideal é que, todos os homens acima de 40 anos deveriam realizar um acompanhamento médico anual.   3- Reduza seu estresse Por não ser considerado uma doença para algumas pessoas, o estresse é negligenciado no dia a dia. O problema é que o estresse é um dos fatores de doenças psicológicas e fisiológicas. Por isso, adotar medidas para reduzi-lo é essencial para ter uma rotina saudável.   Começando por ingerir regulamente água. A hidratação é extremamente necessária para manter o bom funcionamento do organismo e também para reduzir o estresse.   4- Faça atividades físicas regularmente O exercício físico além de colaborar para manter o peso ideal, também é fundamental para prevenir doenças cardiovasculares. Com o grande índice de hipertensão na sociedade, devido a uma má alimentação, as pessoas veem mais necessidade em praticar atividades físicas regulares para reparar os danos já causados ao organismo.   5- Exposição ao sol

Apenas 1%. Este é o total de homens acometidos pelo câncer de mama no Brasil em relação às mulheres. A incidência masculina é tão rara e pouco frequente que, de acordo com o Instituto Nacional de Câncer (Inca), não entra nas estimativas.   Já podemos perceber que o câncer de mama masculino é uma verdade!    Nesse artigo, vamos falar sobre como aparecem os primeiros sinais, quais os sintomas e tratamentos, e como prevenir. Boa leitura!   O câncer de mama masculino O diagnóstico do câncer de mama masculino é feito da mesma maneira que o feminino, com mamografia, ultrassom e biópsia.   A diferença é que, como os homens têm menos tecido mamário, o nódulo geralmente é mais fácil de ser palpável, por ser mais próximo do mamilo. Já nas mulheres, o nódulo pode não ser palpável dependendo da localização na mama, quando está profundo ou quando é menor que 1,5 centimentos.   Os principais sintomas Entre os principais sintomas estão saída de secreção, vermelhidão e retração da pele do mamilo e ao redor dele. Não se pode dizer que a doença é melhor ou pior na mulher do que no homem, pois a evolução depende do tipo de câncer e do estágio no momento do diagnóstico.   Alguns tratamentos O tratamento da doença inclui a mastectomia (cirurgia de retirada da mama), quimioterapia, radioterapia e hormonioterapia. Mesmo após o tratamento, o paciente deve continuar fazendo visitas frequentes ao médico para acompanhamento de exames clínicos, laboratoriais e de imagem.   O câncer de mama, seja no homem ou na mulher, tem melhor evolução quando antes for feito o diagnóstico e conforme o tipo do câncer.   Um a cada cem homens tem chances de ter câncer de mama. As mulheres têm mais tecido mamário e condições hormonais que podem favorecer o aparecimento da doença.   De acordo com dados do INCA, em 2016 16.254 pessoas já morreram em decorrência do câncer de mama no país, sendo 16.069 mulheres e apenas 185 homens. Só no estado de São Paulo foram 4.119 mulheres mortas e 30 homens.   A estimativa do Instituto para 2019/2020 é de que sejam registrados 59.700 novos casos de doenças em mulheres por ano, com um risco estimado de 56,33 casos a cada 100 mil mulheres.   No estado de São Paulo, a estimativa é de 16.340 novos casos de câncer de mama feminino para cada ano (2019/2020). Com a incidência de câncer de mama em homens é baixa, a doença não entra na estimativa.   Fatores de risco A mastologista explica que o câncer de

No post anterior, vimos um pouco sobre o que é o câncer de próstata, que é o tipo de câncer que ocorre na próstata: glândula localizada abaixo da bexiga e que envolve a uretra, canal que liga a bexiga ao orifício externo do pênis.   Nesse artigo vamos falar sobre os principais sintomas e os alguns dos tratamentos. Vamos lá!   Câncer de próstata O câncer de próstata é um tumor que acomete homens acima de 50 anos e pode ser curado quando ainda está localizado. Se identificado já em estágio avançado, o risco de remediação do paciente é muito menor. Portanto, o diagnóstico precoce é fundamental no controle e cura da doença.   Quanto mais avançado é um tumor mais mutações ocorrem, conferindo maior agressividade.   Estas células se multiplicam mais velozmente que as células normais da próstata. As células neoplásicas têm a capacidade de invadir os tecidos e se disseminam por órgãos distantes, seja por via linfática (comprometendo os gânglios) ou sanguínea (principalmente os ossos).   Fatores de risco Antecedente familiar assume grande importância – um paciente cujo pai ou tio tiveram câncer de próstata tem o dobro de risco para desenvolver a doença do que alguém que não tenha tido nenhuma ocorrência hereditária.   O risco é ainda maior para os homens que têm um irmão com a doença. Se o paciente tiver menos de 65 anos e mais de um parente afetado pela doença, o risco aumenta de 6 a 11 vezes.   Pacientes com parentes do primeiro grau com câncer de próstata diagnosticados com menos de 55 anos podem ser portadores de câncer de próstata hereditário (menos de 2% dos casos).   Outros fatores de risco Outros fatores de risco envolvem a alimentação (dieta rica em gordura e carne vermelha, pobre em legumes, vegetais e frutas), sedentarismo e obesidade (estes pacientes tem câncer de próstata mais agressivo), nível de poluição ambiental, assim como contato com derivados de borracha e substâncias como ferro, cromo, chumbo e cádmio.   Sintomas de Câncer de próstata Na fase inicial, a maioria dos pacientes não apresenta sintomas relevantes, mas podem apresentar sintomas relacionados a outra doença comum que acompanha o envelhecimento do homem, a hiperplasia prostática benigna, com sintomas leves a moderados de dificuldade miccional. Nenhuma anormalidade pode ser observada ao toque ou pode-se sentir um nódulo endurecido na próstata.   Na doença avançada, podem ocorrer sintomas mais intensos obstrutivos miccionais causado pelo crescimento local do tumor com compressão da uretra prostática. Em alguns casos os sintomas são decorrentes da doença que está se

Segundo tipo de câncer mais comum entre os homens no Brasil, superado apenas pelo câncer de pulmão, o câncer de próstata é a causa de morte de 28,6% da população masculina que desenvolve neoplasias malignas. No Brasil, um homem morre a cada 38 minutos devido ao câncer de próstata, segundo os dados mais recentes do Instituto Nacional do Câncer (Inca).   Mas, antes primeiro vamos entender um pouco sobre o que é a próstata:   O que é a próstata? É uma glândula do sistema reprodutor masculino, que pesa cerca de 20 gramas, e se assemelha a uma castanha. Ela localiza-se abaixo da bexiga e sua principal função, juntamente com as vesículas seminais, é produzir o esperma.   Principais sintomas Na fase inicial, o câncer de próstata não apresenta sintomas e quando alguns sinais começam a aparecer, cerca de 95% dos tumores já estão em fase avançada, dificultando a cura. Na fase atacante, os sintomas são: dor óssea; dores ao urinar; vontade de urinar com frequência; presença de sangue na urina e/ou no sêmen. IMPORTANTE! Se o homem tiver, principalmente, casos de câncer na família, ele precisa fazer os exames de PSA (antígeno prostático específico) e toque retal a partir dos 45 anos, ou antes, conforme o médico urologista definir.   Vamos entender melhor sobre quais os fatores de risco:   Fatores de risco histórico familiar de câncer de próstata: pai, irmão e tio; raça: homens negros sofrem maior incidência deste tipo de câncer; obesidade.   No mundo, em valores absolutos, o câncer de próstata é o sexto tipo mais comum e o mais prevalente em homens, representando cerca de 10% do total de casos da doença. Cerca de 70% dos cânceres de próstata são diagnosticados em homens com mais de 65 anos.    A incidência é muito rara em homens com menos de 40 anos, mas a chance de ter a doença aumenta rapidamente após os 50 anos, por isso, recomenda-se a realização de exames de prevenção a partir dessa idade ou no mínimo 45 anos.   Prevenção e tratamento A única forma de garantir a cura do câncer de próstata é o diagnóstico precoce. Mesmo na ausência de sintomas, homens a partir dos 45 anos com fatores de risco, ou 50 anos sem estes fatores, devem ir ao urologista para conversar sobre o exame de toque retal, que permite ao médico avaliar alterações da glândula, como a presença de nódulos suspeitos, e sobre o exame de sangue PSA (antígeno prostático específico).    Cerca