É tempo de relaxar!

Através da harmonia com a natureza o Centro de Vida Saudável promove um estilo de vida que trata e previne diversas doenças.

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junho 2021

O diabetes é uma doença crônica, sem cura e de evolução progressiva. Mas, com bom controle da doença, é possível conviver com ela de forma saudável e com ótima qualidade de vida. O que faz a diferença é compromisso que cada um tem em se cuidar de verdade. Se é o seu caso ou o de alguém próximo, fique atento às seguintes dicas e recomendações:   Controle o peso Ao mudar o estilo de vida e de forma dirigida para para a redução de peso, no caso dos que  estão com sobrepeso ou sofrem de obesidade, é decisivo para o controle do diabetes. A redução moderada de peso, equivalente a 5% a 7% do peso corporal, traz melhorias para o controle glicêmico e diminui as chances de necessitar de medicamentos, por exemplo. Ou seja, perder aqueles 5 ou  6 quilos pode trazer mais benefícios do que imaginava. Essa perda o também traz importantes ganhos para o controle de lipídios e pressão arterial.   Consuma carboidratos da forma correta A indicação de consumo de carboidratos para quem possui diabetes tipo 2 pode variar, de acordo o acompanhamento profissional e necessidades específicas de nutrição. Mas, por incrível que pareça, a recomendação geral de como consumir esse nutriente é a mesma para todas as pessoas sem a diabetes. Ou seja, deve ser um consumo de alimentos de qualidade, sem excessos, e que inclua cereais integrais e com redução de consumo de doces, massas e gorduras Um estudo publicado na revista Lancet em 2019 diz que o consumo de 15 g/dia de cereais integral tem grande ação positiva sobre o controle do diabetes 2.   Inclua as fibras no cardápio As fibras são de grande importância para a prevenção e controle do diabetes por atuarem no controle da glicemia, metabolismo de lipídios, sensação de saciedade e controle de peso. As fibras estão presentes no vegetais, como folhas, talos, sementes e bagaços, e os principais alimentos que é possível encontrá-las são frutas, legumes, verduras, leguminosas como ervilha, feijão, grão de bico e lentilha, farelo de aveia e de cevada e semente de linhaça. Outro aspecto das fibras que vem sendo estudado por pesquisadores é a importância do consumo das fibras prebióticas, que são que ajudam na preservação da flora intestinal, que também influencia na ação da insulina. A fibras prebióticas são encontradas em sementes e raízes de vegetais como alho, cebola, chicória, alcachofra, aspargo, graõs de soja, grão de bico, cevada e centeio.   Dê

Receber a alta hospitalar após tratar de complicações da Covid-19 é um dos momentos mais esperados por quem sofreu com a doença, bem como para quem acompanhou o caso de um familiar ou amigo próximo. Mas, muitas vezes essa etapa é o início de uma segunda jornada, que é a de tratar uma série de sintomas que acometem as pessoas que já se curaram da infecção pelo SARS-CoV-2, o novo coronavírus, e que podem permanecer por meses.   Esse conjunto de sintomas é chamado de síndrome pós-Covid-19 e atinge, principalmente, quem teve caso agudo da doença, os quais precisaram de internação ou ainda de serem intubados. Devido ao tempo de internação e danos causados pelo estado de inflamação sistêmica, essas pessoas voltam para a casa com o corpo bastante debilitado, com perda de condicionamento físico, dores persistentes pelo corpo e, às vezes, com sequelas respiratórias mais severas.   E o que chama a atenção é que a síndrome também tem acometido quem teve casos mais leves da doença.   Entre os principais sintomas da síndrome pós-Covid19 estão: Dificuldades respiratórias: Desequilíbrios na função cardíaca; Fadiga; Dores musculares; Dores nas articulações; Dor de cabeça; Perda de força muscular; Perda de memória; Dificuldade de raciocínio; Transtornos mentais, como ansiedade e depressão. Abaixo, listamos algumas informações sobre o que se sabe a respeito dos principais sintomas:   Problemas respiratórios   Falta de ar, fadiga, cansaço, dor no peito, tosse crônica são alguns dos sintomas que podem permanecer por semanas e até meses após a infecção da Covid-19. A fadiga, que é o cansaço mais intenso, pode atingir até cerca de 60% das pessoas que tiveram a doença, o que faz dessa condição o relato mais comum em pacientes já recuperados da infecção. Uma das causas dessa perda de desempenho pulmonar pode ser devido à fibrose pulmonar, uma cicatriz gerada depois de uma inflamação no órgão. Com isso, atividades simples do dia a dia, como andar, trabalhar ou qualquer outra coisa rotineira se torna extremamente cansativo.   Problemas cardiovasculares   Logo no início da pandemia, entendemos os riscos da Covid-19 para quem já possui problemas no sistema cardiovascular, como a hipertensão. Agora, também tem sido revelado o quanto muitas pessoas têm desenvolvido transtornos após a infecção, inclusive em quem não tinha nenhuma doença cardíaca pré-existente. Entre os problemas que podem ocorrer estão arritmias, aumento ou diminuição da pressão arterial, insuficiência cardíaca e miocardite. Um estudo realizado no Reino Unido revelou que cerca de 55% de pacientes internados com Covid-19 desenvolveram