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março 2022

Como cuidar da saúde mental   Arranhões, hematomas, cortes, lesões e fraturas. São "machucados" que podem acontecer em nosso corpo, assim como quando não nos exercitamos, nos alimentamos ou dormimos bem causamos danos em nossa saúde.  Às vezes, nos esquecemos que a nossa mente também sofre feridas "invisíveis" por exposição contínua a condições não saudáveis ou traumas. E, como é importante equilibrar a saúde externa e interna, da mesma maneira que nos preocupamos em evitar lesões em nosso corpo, o mesmo deve valer também com a nossa saúde mental.   Mas, como é possível proteger a nossa saúde mental, evitando transtornos? Entenda um pouco melhor sobre o assunto e saiba as principais dicas de como cuidar desse âmbito da saúde que é tão fundamental quanto a saúde do corpo. Cenário da saúde mental   Entre os problemas de saúde mental, os transtornos de ansiedade e a depressão são os mais comuns. Segundo um relatório de 2017 da Organização Mundial de Saúde (OMS), o Brasil é o país mais ansioso do mundo e o quinto que mais sofre de depressão. São cerca de 18,6 milhões de pessoas com transtorno de ansiedade, o equivalente a 9,3% da população brasileira, e 11,5 milhões com depressão, equivalente a 5,8% da população. E como fator agravante,a maior parte dessas pessoas não está recebendo o tratamento adequado. Os transtornos de ansiedade possuem sintomas mais intensos do que a ansiedade cotidiana. Os principais são: preocupações; tensões ou medos exagerados e muitas vezes incapacitantes; sensação contínua de que algo muito ruim vai acontecer; ou preocupações exageradas com saúde, dinheiro, família ou trabalho.   Já a depressão é caracterizada por um conjunto de sintomas que podem incluir humor depressivo, sensação de tristeza, sentimento de culpa, apatia, falta de energia, insônia ou sonolência, diminuição ou aumento de apetite. A fase da vida mais acometida por esse transtorno costuma ser a terceira década, mas pode acometer também qualquer idade.   Aspectos sociais   A saúde mental também está diretamente ligada a aspectos sociais e culturais. Exemplo disso é que uma em cada cinco pessoas que vivem em áreas afetadas por guerras e conflitos civis desenvolve depressão, ansiedade, transtorno de estresse pós-traumático, transtorno bipolar ou esquizofrenia. Impactos da pandemia na saúde mental A tecnologia, as novas formas de comportamento e relações sociais pós pandêmicas tornaram a saúde mental ainda mais necessária de ser pensada e cuidada. Na prática, a pandemia intensificou quadros de ansiedade e depressão e desestabilizou doenças pré-existentes que estavam controladas. Além disso, novos casos

Dicas de alimentos para pressão alta É um mal silencioso que aumenta significativamente o risco de doenças cardíacas, cerebrais e renais, e é uma das principais causas de morte em todo o mundo. Por outro lado, a hipertensão é detectada facilmente por meio da aferição da pressão arterial, muitas vezes tratada de forma eficaz com medicamentos de baixo custo, e, principalmente: controlada por meio de um estilo de vida saudável, como bons hábitos alimentares. Quer conhecer algumas dicas de alimentação para quem tem pressão alta? Então acompanhe este artigo, pois reunimos as principais recomendações. Mas antes, entenda um pouco mais sobre a doença: O que é a hipertensão arterial, afinal? A hipertensão arterial, ou pressão alta, é uma doença caracterizada pela elevação sustentada da pressão arterial, mesmo em repouso, acima de 130 por 80 mmHg. O primeiro número se refere à pressão máxima ou sistólica, que corresponde à contração do coração; o segundo, à pressão do movimento de diástole, quando o coração relaxa. Em uma analogia simples, é como se a hipertensão fizesse um carro, no caso o corpo, funcionar sem combustível e lubrificação adequada. Outro exemplo é pensar que a doença pode gerar diversos males por meio do aumento da pressão arterial como se fosse uma panela de pressão. A doença é herdada dos pais em 90% dos casos, mas há vários fatores que influenciam nos níveis de pressão arterial, entre eles: fumo, consumo de bebidas alcoólicas, obesidade, estresse, elevado consumo de sal, níveis altos de colesterol e falta de atividade física. Quando a pressão arterial fica sem controle, o coração é o órgão mais afetado. Diante da circulação prejudicada pelo aperto nas artérias coronárias, ele não recebe sangue e oxigenação suficientes, o que pode levar a um infarto. O acidente vascular cerebral(AVC), também conhecido como derrame, é outra consequência frequente da hipertensão, assim como insuficiência renal e a visão embaçada, causada pela interferência da pressão alta nos vasos que irrigam a retina. Mundo hipertenso De acordo com a primeira análise global abrangente das tendências na prevalência, detecção, tratamento e controle da hipertensão – liderada pelo Imperial College London e pela Organização Mundial da Saúde (OMS), o número de adultos com hipertensão entre 30 e 79 anos aumentou de 650 milhões para 1,28 bilhões nos últimos 30 anos. E um detalhe ainda mais alarmante: quase metade dessas pessoas não sabia que tinha a condição.   A doença mata mais de 10 milhões de pessoas por ano no mundo e