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Através da harmonia com a natureza o Centro de Vida Saudável promove um estilo de vida que trata e previne diversas doenças.

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Author: Josie Ruberto

A COVID-19 afeta diferentes pessoas de diferentes maneiras. A maioria das pessoas infectadas apresentará sintomas leves a moderados da doença e não precisarão ser hospitalizadas. Pacientes com comorbidades, como diabetes, por exemplo, podem ter seu quadro de saúde agravado no caso de contrair o coronavírus.    A pandemia do novo coronavírus (SARS-CoV-2), o agente causador da doença COVID-19, começou na China, em dezembro de 2019, por prováveis consumo de animais silvestres. Fatos que demandaram atenção especial das autoridades de saúde mundiais foram a rápida disseminação e a evolução dos surtos iniciais, com 13,8% de casos graves e 6,1% de casos críticos.   Falamos aqui no blog um pouco sobre alguns cuidados que pessoas que ocupam grupos de riscos devem tomar. Os posts completos você pode visualizar acessando aqui, aqui, e aqui.    Dada a alta taxa de transmissibilidade do novo corona vírus e o impacto da COVID-19 nos sistemas de saúde, o cuidado deve ser redrobado, principalmente com as pessoas dos gruspos de risco, que têm a propensão de evoluir gravemente e com maior chance de óbito.   Porque pessoas com diabetes podem ter agravamento da doença De acordo com a Sociedade Brasileide de Endrocrinologia e Metabologia, pessoas com diabetes não parecem apresentar risco aumentado de contrair o novo coronavírus. Entretanto, uma vez infectado, quem tem diabetes tem mais chance de complicações graves de COVID-19, incluindo maior risco de morte.   O risco de agravamento de COVID-19 está aumentado tanto para o diabetes tipo 1 (DM1) quanto para o tipo 2 (DM2). Contudo, o bom controle da glicose pode atenuar o risco de complicações na pessoa com diabetes. O risco de agravamento relaciona-se a maior idade e   tempo de duração da doença, estado do controle metabólico, presença de doenças como hipertensão arterial e complicações do diabetes, especialmente doença renal – a COVID-19 pode causar insuficiência renal independentemente de diabetes.   Portanto, o paciente diabético já tem a imunidade alterada para outras doenças também, inclusive para outros vírus respiratórios.   Como tem sido recomendado pelas autoridades de saúde, e seguindo os exemplos de outros países, o isolamento social é essencial para conter a epidemia do novo coronavírus: É fundamental ficar em casa, evitando contato físico com outras pessoas e reduzindo o número de saídas ao mínimo possível e ao estritamente necessário; Orientar para pedir ajuda a familiares ou amigos para compras e outras tarefas para pessoas idosas. Deve-se evitar multidões ou aglomerados e, especialmente, contato com pessoas doentes ou com sintomas respiratórios.   Como deve ser a higienização

Como a imunidade das crianças ainda está em desenvolvimento (sistema imune imaturo), as infecções costumam ser frequentes, ainda mais com o contato diário com outras crianças. Sendo assim, não é possível se prevenir completamente.   O sistema imunológico é um sistema complexo, responsável principalmente por nos proteger contra infecções, mas também contra tumores e doenças autoimunes.  Está em constante combate aos agentes de infecção, como vírus, bactérias, fungos, dentre outros, impedindo o adoecimento.   É importante entender que, na faixa etária infantil, o sistema imunológico amadurece gradualmente desde o nascimento até a adolescência, o que explica as muitas infecções a que as crianças estão sujeitas.   Quando o bebê nasce, suas defesas são imaturas. Ele se beneficia dos anticorpos maternos que atravessaram a barreira da placenta e dos anticorpos e outras substâncias de defesa presentes no leite materno. Mas, atenção! Cuidados especiais são necessários, como vacinação, evitar exposição a aglomerações e a pessoas doentes.   Após os seis meses de idade, a defesa contra bactérias vai amadurecendo. Por outro lado, é comum vermos crianças com diversos resfriados e outras doenças virais. Isso é inerente da idade, quando os anticorpos que o bebê ganhou dentro do útero vão diminuindo. Crianças dos 6 meses aos 5 anos de idade, podem ter até 1 infecção viral ao mês a depender do contato com outras crianças, seja em casa ou na escola ou creche. Após os 5 anos de idade, essas infecções virais diminuem e as infecções bacterianas são raras.   Para o sistema imunológico funcionar adequadamente existem vários fatores, como: genética, meio ambiente, fatores metabólicos, fisiológicos, anatômicos e do próprio agente agressor.   Desta forma, os hábitos saudáveis influenciam na manutenção do equilíbrio do corpo para o combate às infecções.   Reforçando a imunidade das crianças   1) Proporcionar uma alimentação saudável para as crianças com consumo de frutas, vegetais, castanhas, grãos integrais e feijões. Evitar guloseimas, alimentos açucarados, processados e industrializados. Incentivar a ingestão de água.   2) Amamentar o bebê exclusivamente com leite materno até o sexto mês de vida e mantê-lo junto com as refeições do sexto mês até pelo menos os 2 anos de idade.   3) Garantir um ambiente tranquilo e escuro para o sono da noite, bem como estabelecer os horários de dormir e acordar.   4) Proporcionar atividades físicas, brincadeiras, de preferência com ar fresco e luz solar. As atividades físicas e a vitamina D têm um importante papel na modulação do sistema imunológico.   5) Manter a casa arejada e higienizada, assim como o asseio corporal das crianças,

Nestes últimos dias muito se tem falado na mídia em  relação aos cuidados que devemos ter referente ao COVID-19 com os mais idosos. Para a terceira idade, a infecção por Coronavírus poderá  se tornar grave, especialmente quando o idoso já tem outros problemas de saúde, como diabetes, doenças respiratórias, cardiovasculares e um sistema imunológico mais fraco.    Este post vai abordar um pouco sobre o sistema imunológico e os cuidados que uma pessoa idosa deve ter por consequência do momento que o mundo está vivendo com COVID-19.   Vamos lá!   Porque os idosos são mais susceptíveis a terem doenças mais graves?   As mudanças que acontecem no sistema imunológico durante o processo de envelhecimento do corpo, chamado de imunossenescência, este  é um dos principais fatores nos idosos, o qual aumento o risco deles terem infecções mais graves, assim como aumento da incidência de outras doenças nesta faixa etária.   Portanto, na terceira idade há uma redução fisiológica  no número e na atividade dos linfócitos T, células que ajudam a combater a presença de agentes capazes de prejudicar a saúde do organismo. A imunossenescência reduz o reconhecimento de novos antígenos, isto é, o corpo do idoso , por exemplo se torna incapaz de reconhecer um novo vírus,  como um invasor,  demorando  a reagir,  consequentemente as suas enfermidades poderão se manifestar de formas mais graves.   Como fazer para diminuir as infecções?   Antes de mais nada, é bom lembrarmos que não existe uma receita clara e definitiva, para que os idosos possam diminuir o risco de desenvolver uma infecção viral ou bacteriana grave,  entretanto, adotar alguns cuidados básicos recomendados para um envelhecimento saudável é fundamental.   Cuidados básicos para evitar o aumento de infecções – Manter as doenças crônicas (hipertensão arterial, DPOC, asma, diabetes) sob controle, seguindo os conselhos de seu médico e tomando os medicamentos prescritos regularmente; – manter-se ativo;  – alimentar-se bem, com alimentos com qualidade nutricional; – não fumar; – não beber em excesso.   Na atual situação da pandemia causada pelo coronavírus, o Ministério da Saúde e a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomendam ter atenção extra com a higiene para reduzir o risco de contrair ou transmitir infecções respiratórias aguda.   Medidas de higiene para evitar contaminação – lavar as mãos frequentemente com água e sabonete por pelo menos 20 segundos. Se não houver água e sabonete, usar um desinfetante para as mãos à base de álcool; – evitar tocar os olhos, o nariz e a boca com as mãos não lavadas; – evitar contato

Um sistema imunológico é formado por uma série de células de defesa e reações químicas, com o  objetivo de  lutar e nos proteger contra os mais diversos  patógenos,  os  quais podem invadir o nosso corpo e produzir doenças.    É importante manter a imunidade bem equlibrada, afim de que o nosso organismo consiga se defender dos "ataques de invasores indesejados"; para que  tudo isto ocorra de uma forma eficiente em nosso corpo é necessário  manter, uma alimentação saudável, praticar exercícios físicos regularmente, dormir bem, não fumar e hidratar-se.   Falamos aqui no blog sobre alguns dos alimentos que ajudam a aumentar a imunidade, você pode conferir o post completo acessando aqui.   Então o quê fazer para aumentar a imunidade?   Hidratando o organismo A boa hidratação do corpo é fundamental para manter a imunidade em alta. O organismo humano é composto em sua maior parte por água,  ela é essencial para que todas as reações bioquímicas ocorram perfeitamente nas células em especial quando ficamos doentes, ingerir uma quantidade média de água, que varia de 1,5 litro a 2 litros por dia para pessoas normais, ou até mais, caso não se tenha restrições, é sempre bom para a saúde.   Um cardápio saudável e a prática regular de atividades físicas ajudam bastante a aumentar a imunidade e manter o organismo forte.Precisa-se  ficar atento a algumas atitudes que podem minar este sistema de defesa.   Fatorem que enfraquecem o sistema imunológico Entre os principais fatores que provocam uma queda na imunidade estão o estresse, o sedentarismo, ou o excesso de atividade física e a má alimentação, isto porque a falta de algumas vitaminas e minerais prejudicam o bom funcionamento das células.   O excesso de atividades físicas  O treino regular é importante para deixar a imunidade preparada para enfrentar as batalhas rotineiras, mas entenda que toda atividade física exarcerbada para um indivíduo que não está adaptado a isto diariamente poderá até levar reação inadequada do organismo, gerando um processo inflamatório, sendo que esta condição pode comprometer e dimuir o sistema de defesa do corpo.   Se você pratica modalidades que exigem se exercitar por mais de 60 minutos, é muito importante respeitar o período de descanso entre os treinos e manter uma alimentação saudável e  uma  hidratação adequada.   Não ter uma rotina de sono regular Dormir poucas horas frequentemente,  ou distúrbios do sono como ronco e apnéia do sono, geram um grande estresse no organismo,  com o decorrer do  tempo este repouso irregular poderá desencadear um aumento  nos níveis de citocinas (moléculas

A ansiedade e o estresse interferem diretamente na homeostase do organismo, alterando  a liberação de hormônios, influenciando em neurotransmissores,  como também em outros componentes bioquímicos que afetam nossas células de defesa, podendo assim comprometer diretamente com nossa imunidade e emoções.   Isto quer dizer, quanto mais ansiosos e estressados, mais teremos nossas barreiras de proteção fragilizadas e portanto ficamos mais vulneráveis à enfermidades.   Nesse artigo vamos falar um pouco sobre essa relação entre nossas emoções e o sistema imunológico. Mas, se você quiser saber um pouco mais sobre a relação do sistema imunológico e outros fatores acesse aqui e aqui.   Vamos a leitura?   O sistema imunológico e sua função Então o que é o sistema imunológico? São redes de células e moléculas , que estão em todo o organismo, as quais  conseguem reconhecer vários patógenos ou antígenos de  vírus, bactérias ,fungos, produtos tóxicos , entre tantas outras  doenças  e destruí-los.   Uma  vez que o  corpo tenha um sistema imune equilibrado, são comumente chamadas de soldados de defesa.  Esta defesa é essencial contra o desenvolvimento de infecções. Chamamos de imunodepressão quando o nosso sistema imunológico está fragilizado , desordenado ou desequilibrado.   Fatores que afetam nosso sistema imunológico São vários os fatores que podem afetar a nossa imunidade, mas são os fatores psicológicos que menos damos importância.   O sistema imunológico é modulado pelos processos químicos do estresse e da ansiedade, envolvendo ações químicas (liberação elevada de hormônios como por exemplo o cortisol) tanto no sistema endócrino, como no sistema nervoso.   Quando os sistemas endócrino e nervoso estão alterados, o organismo se torna mais suscetível a processos infecciosos, bacterianos e virais. Atualmente estamos enfrentando um processo viral.   Relação entre a imunidade e as emoções Então, como permanecer imune ao estresse e a ansiedade, numa situação de pandemia?   Tanto o estresse como a ansiedade são processos químicos naturais do organismo. São necessários para preparar o organismo na resposta as situações adversas. Por isso a questão não esta ligada diretamente na ausência deles (estresse e ansiedade), mas como eles estão se desenvolvendo no corpo, ou como estamos respondendo a eles.   A Psiconeuroimunologia afirma que nossa postura frente às situações estressoras, pode ajudar com que nosso organismo tenha respostas positivas, mantendo assim a nossa imunidade.   Como podemos fazer isso? Vamos elaborar fatores que vão nos ajudar a permanecer imunes ao estresse e a ansiedade: Manter hábitos que aumentem nossa imunidade. Estes hábitos estão acessíveis para todos nós. Mantendo 15 min de exposição ao Sol em partes do corpo que não estão sempre

Coronavírus é uma família de vírus, assim denominada por apresentarem uma estrutura em formato de coroa. Eles causam infecções respiratórias. A atual doença causada pelo coronavírus recebeu o nome de Covid-19. Neste texto você vai saber um pouco mais sobre o que é o Covid-19, como ele afeta nosso organismo, e quais alimentos que podem ajudam a aumentar nossa imunidade.   Então, vamos lá!   Nutrição versus Imunidade Segundo a OMS, ainda não há cura e não há um tratamento medicamentoso definido para o Covid-19. Mas, o corpo pode reagir a infecção, favorecendo uma resolutividade positiva.   Assim, a nutrição se destaca como um fator muito importante na manutenção do estado de saúde do indivíduo. O estado de saúde, por sua vez, é coordenado, entre outros fatores, pelo funcionamento adequado do sistema imune, cujas células de defesa, dependem de um estilo de vida adequado, que contemple a ingestão de alimentos saudáveis como frutas, legumes, verduras, leguminosas, cereais integrais, oleaginosas e fibras em quantidades adequadas.   Alimentos que devem ser evitados A exclusão de alimentos nocivos à saúde como carboidratos refinados, açúcar refinado, cafeína, bebidas alcoólicas e alimentos ultraprocessados como os fast foods, embutidos e ricos em gorduras saturadas e trans também auxilia na manutenção de uma melhor defesa do organismo contra agentes invasores como vírus e bactérias.   Desta maneira, visando fortalecer o sistema imunológico, abaixo estão descritos alguns alimentos que deveriam compor suas refeições diariamente.   Prepara a caneta para anotar!   Fortalecendo nosso sistema imunológico Sim, existem alguns alimentos que ajudam a aumentar nosso e fortalecer nosso sistema imunológico. Vamos a lista?   Inhame: ação desintoxicante e depurativa. Ou seja, auxilia na limpeza do sangue, excretando suas toxinas por meio dos rins, pele e intestino. Fortalece o sistema imunológico por ter excelente fonte de micronutrientes como vitaminas do complexo B (B1, B2, B3, B6, B9). Também possui antioxidantes e vitamina C, cobre, potássio, ferro, magnésio, cálcio e fósforo. Devido sua composição, a ingestão de inhame melhora problemas respiratórios e aumenta a imunidade. Brócolis e couve: vegetais de cor verde escura. São ótima fonte de ácido fólico, assim como levedo de cerveja, lentilhas, quiabo, feijão preto, amendoim, espinafre, folhas de couve, aspargos, semente de girassol, laranja, couve-de-bruxelas, ervilhas, abacate, tofu, mamão e amêndoas. O ácido fólico coadjuva na produção dos glóbulos brancos, agentes de combate a invasores. Todavia, até 90% do ácido fólico contido nos alimentos pode ser destruído pela ação do calor, ou seja, por cozimento prolongado dos alimentos. Frutas cítricas: acerola, mexerica, mamão, kiwi, morango,

Para muitos, dia 08 de Março é apenas mais um dia para homenagear as mulheres com flores. Mas, ao contrário do que a maioria acredita, essa é uma data comemorativa diferente das outras. Você sabia que o dia internacional da mulher não foi criada para o comércio? Nesse artigo você vai descobrir um pouco da história desse dia, dos verdadeiros motivos por trás dessa data.   Oficializado pela Organização das Nações Unidas em 1975, e intitulado como Dia Internacional da Mulher, era uma data celebrada no início do século XX, como principal foco de comemoração os direitos trabalhistas.   Algumas mulheres que trabalhavam nas fábricas dos Estados Unidos e alguns países da Europa, se uniram afim de reivindicar seus direitos, que eram de longe muito piores do que dos homens daquela época.   A origem da data Muitos acreditam que a origem do dia 08 de Março ser considerado o Dia internacional da Mulher, tem relação ao fato ocorrido no Brasil em 25 de Março de 1911, quando houve um incêndio na Campanhia de Blusas Triagle. Nesse dia 146 trabalhadores morreram, sendo 125 mulheres, e 21 homens.   Entretanto, a escolha da data tem explicação histórica, de um período anterior ao ocorrido acima. Começou com uma passeata de mulheres, em Nova York, no dia 26 de Fevereiro de 1909. Nesse dia os protestos estavam direcionados mais pelo direito do voto, porém, protestavam também por melhores condições de trabalho. Foram cerca de 15 mil mulheres que saíram as ruas da cidade naquele dia, marchando por melhores condições. Ali teria sido celebrado o primeiro Dia Internacional da Mulher. Enquanto isso, na Europa também crescia o movimento nas fábricas.   A Segunda Conferência Internacional das Mulheres Socialista Em Agosto de 1910, Clara Zetkin propôs em reunião da Segunda Conferência Internacional das Mulheres Socialistas, a criação de uma jornada com várias manifestações.   A proposta de Zetkin apresentava que houvesse uma jornada anual de manifestações das mulheres pela igualdade de direitos, sem determinar o dia exato. Todavia, foi em 19 de Março de 1911, celebrado o primeiro dia oficial da mulher.   O dia internacional da mulher Pelo antigo calendário Russo, em 23 de Fevereiro de 1917, houve um marco muito importante do movimento, um grupo de operárias saíram as ruas para protestarem contra a fome e a Primeira Guerra Mundial. Esse movimento foi o pontapé inicial para a Revolução Russa. Mas, oi somente em 1918, que os soviéticos adotariam 08 de Março - no calendário gregoriano usado pela maioria dos

Há uma nova epidemia mundial de uma doença transmissível infectocontagiosa denominada Coronavírus. Por que este vírus está contaminando tantas pessoas? Nesse artigo você vai conferir tudo o que se sabe sobre o coronavírus, e o que ainda falta esclarecimento. Mas, primeiro vamos entender:   O que é o Coronavírus? De acordo com o Ministério da Saúde, os coronavírus (CoV) são uma grande família de vírus, conhecidos desde meados dos anos 1960, que causam infecções respiratórias em seres humanos e em animais. Geralmente, infecções por coronavírus causam doenças respiratórias leves a moderada, semelhantes a um resfriado comum.   A maioria das pessoas se infectam com os coronavírus comuns ao longo da vida, sendo as crianças pequenas mais propensas a se infectarem. Os coronavírus comuns que infectam humanos são alpha coronavírus 229E e NL63 e beta coronavírus OC43, HKU1.   Em alguns casos, os coronavírus podem causar síndromes respiratórias graves, como a síndrome respiratória aguda grave que ficou conhecida pela sigla SARS da síndrome em inglês “Severe Acute Respiratory Syndrome”. SARS é causada pelo coronavírus associado à SARS (SARS-CoV), sendo os primeiros relatos na China em 2002.   O SARS-CoV se disseminou rapidamente para mais de doze países na América do Norte, América do Sul, Europa e Asia, infectando mais de 8.000 pessoas e causando entorno de 800 mortes, antes da epidemia global de SARS ser controlada em 2003. Desde 2004, nenhum caso de SARS tinhq sido relatado mundialmente.   Em 2012, foi isolado outro novo coronavírus, distinto daquele que causou a SARS no começo da década passada. Esse novo coronavírus era desconhecido como agente de doença humana até sua identificação, inicialmente na Arábia Saudita e, posteriormente, em outros países do Oriente Médio, na Europa e na África. Todos os casos identificados foram da Península Arábica tinham histórico de viagem ou contato recente com viajantes procedentes de países do Oriente Médio – Arábia Saudita, Catar, Emirados Árabes e Jordânia.   Como esse vírus se manifesta? Os coronavírus humanos comuns causam infecções respiratórias brandas a moderadas de curta duração.   Os principais sintomas são: Coriza, tosse, dor de garganta e febre. Esses vírus algumas vezes podem causar infecção das vias respiratórias inferiores, como pneumonia. Esse quadro é mais comum em pessoas com doenças cardiopulmonares e,ou naqueles com doenças crônicas que já possuem um sistema imunológico comprometido, como também nas faixas  etárias extremas da infância e idosos.   Algumas outras informações a serem ressaltadas 1) Período de incubação:  2 a 14 dias, é o período que o vírus entra no organismo do indivíduo, porém antes

Sabe quando uma pessoa tem uma dor na região lombar, ou na região mais baixa da coluna, perto da bacia? Isso também é conhecido como lombalgia (veja mais sobre o assunto aqui, aqui e aqui).   Conhecida também como lumbago, dor nas costas, dor nos rins ou dor nos quartos, a lombalgia não é uma doença, é um tipo de dor que pode ter diferentes causas. Alguma dessas causas são mais complexas, porém, na maioria das vezes o problema não é sério. Algumas vezes a dor se irradia para as pernas com ou sem dormência.   Neste texto você vai entender de uma vez, as principais questões relacionadas a lombalgia, além de compreender melhor sobre esse problema, e assim conseguir tratamentos mais adequados.   Vamos lá!   1) Explica como é a lombalgia? A lombalgia pode se manifestar de duas maneiras: aguda e crônica. A forma aguda é o "mau jeito". A dor é forte e aparece subitamente depois de um esforço físico. Ocorre na população mais jovem. A forma crônica geralmente acontece entre os mais velhos; a dor não é tão intensa, porém é quase permanente.   2) É importante realizar exames como a ressonância magnética? Não necessáriamente. Mais de 90% das vezes o diagnóstico e a causa são estabelecidos com uma boa conversa com o paciente e com um exame físico bem feito. Em caso de dúvida, o passo seguinte é a radiografia simples.   3) Quais medicamentos são os mais indicados em uma crise de lombalgia aguda? Receitado adequadamente por um profissional da saúde, os analgésicos e os anti-inflamatórios podem ser usados. É importante lembrar que, quanto mais bem feito o repouso, menos medicamentos são necessários. Obviamente, deve-se tratar a causa da lombalgia.   4) Como evitar que uma lombalgia aguda se torne crônica? São muitos os fatores que devem ser levados em consideração. Mas, podemos ressaltar a correção postural, principalmente na maneira de sentar no trabalho e na escola.   Na fase aguda a ginástica não é indicada, porém, após o final da crise, a prática regular de exercícios físicos apropriados é importante. Evite carregar excesso de peso. Não permanecer curvado por muito tempo. Quando se abaixar no chão deve-se dobrar os joelhos e não dobrar a coluna. Evitar usar colchão mole demais ou excessivamente duro, principalmente se o indivíduo é muito magro.   5) Ginástica faz bem? Exercício físico é um excelente aliado da saúde, mas durante as crise aguda o exercício é totalmente contra indicado. Para recuperação, é recomendado repouso absoluto, deitado na cama.   6) Hérnia de disco

A dor nas costas, ou lombalgia é um problema comum na vida das pessoas --de acordo com a OMS (Organização Mundial de Saúde), de cada dez indivíduos, oito têm ou terão o desconforto ao longo da vida.   Apesar de poder ser ocasionado por doenças como endometriose e artrose, o incômodo na região dorsal geralmente está relacionado à ergonomia, ou seja, a posição como ficamos no dia a dia, seja sentado, seja dirigindo, seja até mesmo fazendo atividades rotineiras, como cozinhar e limpar a casa.   Vamos aos exercícios!   Lombalgia e 3 exercícios para fortalecer a região e evitar desconfortos 1) Extensão lombar Deite-se de bruços, coloque as mãos na nuca e deixe as pernas estendidas. Simultaneamente, erga o tronco e as pernas, depois retorne para a posição inicial. Mantenha o olhar para a frente e realize os movimentos de forma leve, para não contrair demais os músculos do pescoço e da coluna. Realize 3 séries de 10 a 15 repetições.   2) Prancha abdominal Deite-se de bruços e apoie o antebraço no chão, formando um ângulo de 90 graus com os cotovelos. Mantenha as pernas esticadas, unidas e apoiadas nos dedos dos pés. Contraia os músculos do abdômen e fique parado nessa posição, com o corpo ereto, respirando de forma gradual. Realize 3 séries de 20 a 60 segundos.   3) Alongamento com pernas cruzadas Sente-se em uma cadeira com as costas bem retas e olhe para frente. Levante uma perna direita e cruze-a por cima da coxa esquerda. Em seguida, incline o tronco para a frente (mantendo as costas eretas) até sentir os músculos dos glúteos alongarem. Volte e repita, alternando a posição das pernas. Realize 3 séries de 30 segundos para cada.   Lombalgia & dicas do especialista – CEVISA Volta às Aulas - Uso Correto da Mochila e os Cuidados com a Postura Por: José Rogério Zero - Fisioterapeuta Na volta às aulas os pais devem estar atentos ao modelo de mochila escolhido pelos filhos. A mochila apropriada não deve conter muitos detalhes e bolsinhos, para a criança não carregar excesso de peso. Através de palestras, ensino os pais quanto ao uso correto da mochila escolar, também a forma correta da postura sentada e de como pegar brinquedos e objetos no chão, bem como analisar o peso que as crianças carregam na mochila, sabendo que o peso das mochilas não pode passar de 10% do  peso corporal da criança. É importante também que os pais  continuem em casa orientando os seus filhos quanto à maneira

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