É tempo de relaxar!

Através da harmonia com a natureza o Centro de Vida Saudável promove um estilo de vida que trata e previne diversas doenças.

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Nutrição

Natal e virada de ano são datas comemorativas que se tem por tradição muita comida e bebida, ou seja, muito sódio, açúcar. Para não ter que abrir mão de nenhum alimento ou drink o ideal é evitar exageros. Mas, e se houve exageros, como cuidar do corpo? O excesso pode causar inchaço e desidratar a pele. Por isso, separamos algumas dicas de alguns cuidados que você deve ter com seu corpo após essas comemorações.   Vamos lá!   1) Beba bastante água Se existe uma dica para dar sobre cuidados com o corpo, com certeza é beber muita água. A água é essencial para manter o corpo em um ótimo funcionamento, além de ajudar a reduzir o inchaço e repor os liquidos perdidos depois de alguns drinks.   2) Aposte em chás Conhecido por suas propriedades antioxidantes, a bebida oferece uma série de benefícios para nosso organismo, além de deixar a pele mais hidratada.   3) Invista em uma alimentação saudável Já que houve exageros no Natal e ano novo, nada melhor do que voltar a se alimentar bem, de forma saudável. É hora de evitar laticínios, carne vermelha, cafeína e álcool. Procure acrescentar mais vegetais, legumes e frutas nas refeições, como couve, brócolis, folhas verde-escuras, frutas vermelhas e abacaxi.   4) Durma bem É normal passar um pouco da hora de dormir durante as festas de final de ano, e para se recuperar é necessário regular o sono. Dormir bem ajuda a normalizar o funcionamento do organismo.   De acordo com os especialistas, excessos gastronômicos além de engordar, podem causar desconforto abdominal, dor de cabeça, dor no estômago, inchaço, gases e cansaço.   Por isso, evite exageros, e cuide bem de você!

Sabemos que começar um projeto de vida saudável é uma tarefa difícil, mas não é impossível. Com pequenos ajustes na rotina é possível se livrar de alguns hábitos ruins, e conseguir resultados positivos. O conceito que envolve a palavra “estilo de vida” é muito amplo, inclui vários aspectos de vida, sendo que cada um desses aspectos influenciam a saúde individual da pessoa. Os aspectos estão em todas as áreas: física, mental, espiritual e social. E porque é importante ter um estilo de vida saudável? Porque um estilo de vida saudável ajuda a manter o corpo em forma e a mente alerta. Ajuda também a proteger de doenças, além de ajudar a impedir que as doenças crônicas piorem. Isso é importante porque a medida que envelhecemos surgem alterações nos músculos e nas articulações que trazem um declínio na força física. Hábitos saudáveis devem ser desenvolvidos quando ainda jovens, e mantidos durante toda a vida adulta até a idade madura. Algumas consequências ao negligenciarmos manter esses hábitos saudáveis são: Doenças cardíacas Câncer Derrame cerebral Acidentes Doenças pulmonar crônicas A importância da atividade física A necessidade de praticar uma atividade física de uma forma regular, sem exageros (falamos um pouco sobre a importância dos exercícios aqui, além de citarmos alguns exemplos de exercícios mais tranquilos aqui – para aquelas pessoas que não gostam muito e/ou tem preguiça em realiza-los) é importante para mantermos o organismo em harmonia. Para iniciar uma atividade física com segurança, consulte primeiramente um médico para que ele avalie suas condições físicas e ateste direcionando assim para quais atividades seriam mais recomendadas ao seu perfil. A importância de uma alimentação saudável A obesidade é a maior causa de mortes e de doenças em todo o mundo. Doenças como: hipertensão arterial, doenças cardíacas, derrame cerebral, diabetes, alguns tipos de câncer. Para evitar a obesidade é necessário realizar refeições balanceadas, com bastante cálcio – o cálcio com os exercícios ajudam a prevenir a osteoporose. >> Todas as vezes que você come além do necessário, o seu corpo irá armazenar em forma de gordura << Uma boa dieta é aquela que combina frutas, vegetais, grãos integrais, legumes, gorduras saudáveis – controladas, evitar a ingestão de álcool e se você sentir necessidade, consulte o médico para uma orientação mais específica. Evite ingerir substâncias que prejudiquem sua saúde. Fumar e beber são fatores muito importantes para o surgimento de doenças pulmonares, do coração e circulação, câncer, acidentes automobilísticos e acidentes domésticos. As drogas além de tornar o usuário dependente podem levar também a deterioração

Deu um nó na sua cabeça? Uma coisa que muita gente não sabe, é se o ferro que faz pregos, é o mesmo ferro que aparece na tabela nutricional dos alimentos. Esse mineral escuro que está no seu carro, na estrutura da sua casa, dentro do seu celular,é sim um nutriente e ainda por cima – pode estar faltando no seu prato! Os sintomas de carência de ferro são: cansaço, pele pálida e até falta de controle da temperatura corporal. Vamos com calma! Não significa que você tem que sair por aí mastigando prego! Você pode encontrar ferro em vários alimentos, mas existe uma diferença fundamental. O FERRO HEME e o FERRO NÃO HEME O ferro HEME é de origem animal, que tem uma melhor biodisponibilidade – ou seja ele é mais absorvido pelo nosso organismo. Daí que vem essa conversa de que quem não come carne é mais fraquinho! Mas isso não é verdade! O ferro não HEME, com menor biodisponibilidade, você encontra em vários alimentos que não são de origem animal como: lentilhas,  tofu, quinoa, aveia, arroz integral, pistache, semente de girassol, semente de abóbora, tomates, castanha de caju, entre outros. E seu corpo consegue assimilar de um jeito diferente esse ferro, mas com eficácia. Comparando os índices de anemia entre pessoas que são vegans ou vegetarianas e com carnívoros, ambos tem índices similares de carência de ferro. A verdade é que o importante não é quanto ferro você come, mas quanto você consegue assimilar no seu corpo. Algumas pessoas tomam um comprimido com toda a recomendação de ferro diária. Só que o corpo não entende e acaba conservando apenas uma pequena quantidade de todo aquele ferro. O melhor seria distribuir essa dose durante o dia, tomando um comprimido com cada refeição por exemplo. Alimentos com ferro não heme e vitamina C melhoram a captação de ferro em até 5 vezes! Pense em: molho de tomate, arroz e feijão – um suplemento de ferro que realmente funciona. Uma panela de ferro fundido pode ajudar você na sua suplementação! Experimente cozinhar nela alimentos ricos em vitamina C.   Fonte:https://goo.gl/rbev3Q

5 Verdades sobre a vitamina B12 As dietas vegetarianas são benéficas na prevenção e no tratamento de diversas doenças crônico-degenerativas não transmissíveis. As dietas ovolacto e lactovegetariana fornecem todos os nutrientes necessários ao organismo humano. Apenas a vegetariana estrita não apresenta fontes nutricionais de vitamina B12, que deve ser obtida por meio de alimentos enriquecidos ou suplementos. A cobalamina, ou vitamina B12, é um elemento essencial para o funcionamento de todo nosso organismo. Como as únicas fontes alimentares seguras dessa vitamina são os alimentos de origem animal, existem muitos mitos sobre ela. Então vamos pontuar cinco verdades contidas no guia alimentar de dietas vegetarianas (SVB, 2012): É uma vitamina produzida por bactérias. Essas bactérias vivem no solo orgânico e no intestino de animais (vacas, carneiros, humanos…). Como as plantas não precisam dessa vitamina para se desenvolverem, então elas não absorvem a B12. Existem versões ativas e análogas dessa vitamina. Muitos dos alimentos não derivados de animais que tem a fama de ter B12, tem, na verdade, alguma forma análoga. Essa forma não só não funciona em humanos como também atrapalha a absorção da B12 ativa. Então não tente consumir algas, cogumelos, leveduras etc para suprir a necessidade de B12. Eles são alimentos interessantes para suprimento de outros nutrientes, mas não irão te ajudar a manter sua B12 normal. A deficiência de Vitamina B12 ocorre em vegetarianos e não vegetarianos. A deficiência dela atinge 50% a 60% dos vegetarianos e 40% dos não vegetarianos. No Brasil, sua deficiência acomete mais de 50% da população onívora. Logo, isso pode significar que o problema não está apenas na restrição dos alimentos de origem animal. É um problema maior, multifatorial: ligado ao uso indiscriminado de medicamentos que inibem a produção de ácido no estômago, uso de adubo químico no solo, alteração da nossa flora intestinal, uso indiscriminado de antibióticos etc. O diagnóstico da deficiência é simples. Verifique a quantidade da vitamina no sangue (através de exame laboratorial). Quando o nível sérico de vitamina B12 está abaixo de 350 pg/mL, já há sintomas específicos de deficiência. Para manter o indivíduo sem deficiência de vitamina B12 é ideal que esse nível fique acima de 490 pg/mL e a homocisteína esteja abaixo de 8 mcmol/L. Segundo Norbert (2011), a homocisteina é um representante da deficiência de nutrientes e quando está elevada contribui para o aumento do risco cardiovascular e demências. Confira essas taxas a cada seis meses, especialmente se for vegetariano ou usar medicações de forma regular.