É tempo de relaxar!

Através da harmonia com a natureza o Centro de Vida Saudável promove um estilo de vida que trata e previne diversas doenças.

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Saúde e Bem Estar

Excesso de atividades diárias, de trabalho, preocupações em geral com questões financeiras, estudos, cuidados com família e ainda com a pandemia. Não faltam motivos para vivermos o famoso estresse, um sintoma que, se não for bem cuidado, pode levar a transtornos mais graves.   Antes de mais nada, é importante saber que o estresse não é uma doença, mas sim, uma reação natural do organismo diante situações em que nosso cérebro entende como ameaçadoras e nos coloca em estado de alerta. É o comando do nosso cérebro que antigamente era necessário para nos proteger de animais predadores, por exemplo, enquanto, hoje, pode ser acionado diante situações como excesso de cobranças no trabalho.     Nesse estado de alerta, nosso corpo reage ativando a produção de determinados hormônios, como a adrenalina e o cortisol. Com isso, podemos apresentar reações como aceleração da respiração e dos batimentos cardíacos, irritabilidade, dificuldade para dormir, dentre outros sintomas.    Em situações isoladas, a tendência é que esses sintomas sejam cessados com o passar do episódio estressor, ou seja, pode ser em questão de minutos, horas ou alguns dias, não sendo, assim, um fator de preocupação extra.   O problema ocorre quando o estresse passa a ser frequente e, aí sim, ele pode desencadear outros problemas no organismo. Quando o cortisol é liberado em excesso, ele pode provocar danos devido à sua ação inflamatória no organismo. Por esse e outros motivos, o estresse pode provocar outras doenças, como síndrome do pânico, transtornos de ansiedade, depressão ou síndrome de Burnout, que é o transtorno causado pela exaustão de trabalho. Outro exemplo é o transtorno de estresse agudo, que pode ocorrer em quem vivenciou experiências extremamente traumáticas, como uma lesão grave, violência ou ameaça de morte.   Sinais de estresse    Nos episódios isolados de estresse, os sintomas mais comuns podem ser respiração ofegante, aumento passageiro da pressão sanguínea, suor, boca seca, dor muscular, diarreia passageira, batimentos cardíacos acelerados, agitação, dentre outros sintomas físicos. Após a resolução ou o afastamento do agente estressor, a tendência é que esses sintomas passem em pouco tempo.   Por outro lado, quando o estresse é contínuo, o problema pode ser manifestado em sintomas como dores constantes de cabeça, insônia, dificuldade de concentração, temperamentos explosivos, falta de energia, problemas no estômago, aumento ou diminuição do apetite, tonturas e sentimentos de raiva, tristeza.   E não para por aí, já que o estresse é ainda um importante gatilho para a manifestação de outros problemas pré-existentes e assim causar transtornos, como problemas

Independentemente da questão estética, o fato é que o inchaço abdominal é bastante incômodo, não é mesmo? Inclusive, muitas pessoas têm a sensação de inchaço mas, visivelmente, a barriga não está maior do que o normal. Mas, seja qual for a causa do também chamado abdômen distendido, ou distensão abdominal, é muito importante investigar corretamente e atuar na mitigação do problema.   As causas são bastante variadas e elencamos 5 principais delas. Confira:   1: Gases   Os gases são um dos motivos mais comuns para o inchaço abdominal e boa parte dessa condição é devido ao consumo de alimentos que possuem oligossacarídeos. Eles são um  um tipo de carboidrato que não é digerido pelo suco digestivo humano, e, preferencialmente, são metabolizados no cólon por bactérias importantes para a flora intestinal, Elas, por sua vez, produzem gases, como o CO² e o metano.    Ou seja, são alimentos necessários para o organismo mas que, em algumas pessoas, o consumo pode gerar esse desconforto. Dentre os alimentos que costumam provocar gases, seja pela presença de oligossacarídeos ou outros componentes, estão o feijão, farelo de trigo, cereais, alho, repolho, couve-flor, milho, brócolis, aspargos e batata.    Por isso, é sempre importante se avaliar bem, verificar se o aumento de gases é recorrente após a ingestão de determinados alimentos e conversar com seu médico para verificar como compor uma dieta equilibrada, que não provoque esses sintomas, mas que você também não deixe de ingerir componentes importantes para a sua saúde.    2 - Prisão de ventre   Outra origem bastante incômoda é a famosa prisão de ventre, ou constipação intestinal. Nesse caso, não se trata apenas de algo desconfortável, pois, de fato, não ter um bom fluxo intestinal é prejudicial para o nosso organismo.    Em algumas pessoas, a constipação costuma ocorrer devido à movimentação mais lenta das fezes pelo intestino, que pode ter origem no uso de alguns medicamentos, condições orgânicas, disfunções do assoalho pélvico, pouca ingestão de água, dieta pobre em fibras, sedentarismo, uso abusivo de laxantes, estresse, dentre outras causas.   Na maior parte dos casos, a prisão de ventre não tem uma origem grave e pode ser tratada com mudanças de estilo de vida, adquirindo hábitos saudáveis. Porém, dependendo da recorrência e do insucesso de resolução com os tratamentos principais, é sempre importante investigar. Isso devido a possibilidade do problema estar relacionado a doenças mais graves, como tumores no intestino ou doenças neurológicas.    3 - Retenção de líquido   A retenção de líquido costuma ser causada por disfunções, como manter

Na infância e na adolescência, dormir bem era algo natural e não exigia grandes esforços. Mas, com a chegada da chegada da vida adulta, o que aconteceu com nosso sono? Por que uma prática que era espontânea pode se tornar um custoso pesadelo da vida de tantas pessoas?   A insônia acomete quase metade pessoas no mundo e mais de 70 milhões no Brasil. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), quatro em cada dez pessoas não têm sono de boa qualidade. E, é claro, sabemos que fatores que podem atrapalhar esse descanso vital do corpo e da mente é o que não faltam: sobrecarga de atividades, preocupações financeiras ou ainda de saúde, a própria pandemia, além dos constantes estímulos visuais e computadores e celulares, dentre outras situações.    Essa é uma “epidemia” que vem crescendo cada vez mais. E se você também é uma pessoa que vive com o sono atrasado ou dormindo mal, fique atento, pois isso pode trazer problemas sérios à sua saúde.    Quer saber mais sobre esse assunto? Então acompanhe abaixo as principais informações sobre insônia e ainda uma lista de 8 dicas de como dormir bem. Confira!   Riscos à saúde   Não é exagero relacionar o ato de não dormir bem a problemas graves de saúde. Segundo informações disponíveis no Portal Varella, a insônia é um distúrbio associado ao aumento de riscos de morte e doenças como depressão, hipertensão, doença cardiovascular, obesidade, fadiga e ansiedade.   Além disso, em quadros crônicos, a insônia também é perigosa por expor a pessoa acometida a graves acidentes, como os domésticos, no trabalho e no trânsito.    Tipos de insônia   É muito importante se observar para a identificação do tipo de insônia que está tendo e, caso necessário, levar o problema para uma avaliação profissional. Um dos primeiros aspectos é verificar se você está tendo uma insônia inicial, de manutenção, terminal ou insônia mista.    A insônia inicial é a que causa dificuldades para se pegar no sono. A pessoa acometida não consegue relaxar a mente e nem se desligar das coisas do dia. Já a insônia de manutenção ocorre com a perda do sono no meio da noite, enquanto que a terminal é a que se desperta antes do horário que deveria. Outra possibilidade é vivenciar todos esses "estágios" da insônia em conjunto, que é a chamada insônia mista.   Além disso, a insônia pode ser classificada como aguda e crônica. A primeira é caracterizada pela dificuldade em pegar no sono diante de uma situação

O que é e como tratar a compulsão alimentar Para quem se alimenta de forma exagerada com frequência, é comum se apoiar em algumas tradicionais desculpas, como “é fim de ano, eu mereço!”, “é só neste feriadão”, ou ainda “vou me esbaldar no fim de semana, mas na segunda-feira começo o regime”. No entanto, é importante ficar atento. Isso porque comer demais, esporadicamente, não é considerado um problema. Porém, quando vira um hábito, pode sair de um controle saudável, causando dependência de excesso de comida. É o chamado Transtorno da Compulsão Alimentar Periódica (TCAP), nome técnico da compulsão alimentar, um tipo de transtorno mental caracterizado pelo consumo exagerado de alimentos. Uma pessoa que tem compulsão alimentar, geralmente apresenta alguns destes sinais: Come rápido demais; Alimenta-se mesmo não estando com fome; Continua comendo mesmo quando está saciada; Come alimentos considerados “estranhos”, como arroz cru; Come escondido de outras pessoas; Pode ter problemas afetivos e propensão a outros vícios; Fica triste e se sentindo culpada por comer demais; Sente-se infeliz com a própria imagem. A perda do controle do que e de quanto se está comendo gera diversos problemas de saúde, entre eles a obesidade. Mesmo que o TCAP não esteja presente apenas em pessoas com sobrepeso e obesidade, é bastante comum nesses grupos e, inclusive, costuma ter relação com candidatos à cirurgia bariátrica. Uma revisão de 21 estudos sobre o tema, feita por pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP), levantou a prevalência da compulsão alimentar nas populações bariátricas entre 2% a 53%. Isso sem falar nos transtornos mentais como depressão, abuso de substâncias químicas, transtornos de personalidade e dificuldade com a autoestima. Além da obesidade e dos distúrbios mentais, o a ingestão de grande quantidade de alimentos em um curto espaço de tempo, especialmente de alimentos calóricos, pode levar ou agravar outros males, como cálculo renal, hipertensão, diabetes tipo 2, apneia do sono, diminuição da capacidade respiratória e gastrite. Também pode gerar infertilidade e levar a outros distúrbios alimentares ainda mais graves como bulimia e anorexia. Possíveis causas A compulsão alimentar pode ser desencadeada por crises de ansiedade, problemas hormonais, dietas muito restritivas ou após eventos traumáticos, como a perda de ente querido. O diagnóstico de TCAP é feito de forma clínica após uma avaliação médica. O tratamento indicado varia de acordo com cada caso e pode aliar alguns recursos como a psicoterapia, indicação de grupos de autoajuda ou de programas de redução de peso e, em casos

Como cuidar bem da pele? Apesar do envelhecimento da pele ser um processo natural do nosso corpo, assim como de todo o restante do nosso organismo, uma pele desidratada pode colocar a nossa idade “em xeque” e proporcionar um aspecto muito mais envelhecido e cansado. No entanto, o que talvez poucos saibam é que a falta da hidratação traz prejuízos para o maior órgão do nosso corpo que não se restringem à questão estética. Além do ressecamento e possibilidade de criação de escamas, a pele desidratada fica suscetível a irritações, infecções e diversos outros problemas. Pois hidrate suas ideias e veja como a prática da hidratação é importante tanto para mulheres quanto para homens e em qualquer momento da vida. A importância da pele para a saúde Hidratar a pele não é uma questão de vaidade. Tão pouco frescura. É um cuidado de saúde como qualquer outro, afinal, a pele é o grande escudo do nosso corpo e está constantemente em contato com o ambiente, exposta aos mais diversos fenômenos, como frio e calor, sol, vento, entre outros. A pele tem um papel chave na prevenção de invasões parasitas, impedir o excesso de evaporação da água, regular a temperatura do nosso corpo, proteger contra radiação e ainda produzir a vitamina D, obtida a partir da exposição adequada ao Sol. Uma hidratação de pele apropriada evita efeitos indesejados como descamação, coceira e aspereza, que são características de ressecamento. Segundo informações do site da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), a hidratação adequada da pele previne possíveis irritações, ameniza o aspecto esbranquiçado, melhora a textura, e o mais importante: protege a pele dos agentes externos como poluição, uso de água muito quente ou fria, e aspectos ambientais e alimentares. Como deve ser feita a hidratação? A hidratação da pele ocorre por meio de uma combinação de práticas, como uso de determinados produtos, bons hábitos alimentares, ingestão correta de água, entre outros. No caso dos cosméticos, até mesmo alguns coadjuvantes têm sua importância. De acordo com a SBD, mesmo que algumas maquiagens e filtros solares não tenham a função específica de hidratar a pele, determinados produtos podem auxiliar para esse fim. Ou seja, os segredos para uma pele saudável estão a um alcance mais próximo do que se imagina, por meio de cuidados diários. Confira: Beba bastante água Entre os cuidados específicos com a derme, é essencial a ingestão regular de água para ajudar na manutenção e bom funcionamento do organismo. Em geral, é indicado o

Como cuidar da saúde mental   Arranhões, hematomas, cortes, lesões e fraturas. São "machucados" que podem acontecer em nosso corpo, assim como quando não nos exercitamos, nos alimentamos ou dormimos bem causamos danos em nossa saúde.  Às vezes, nos esquecemos que a nossa mente também sofre feridas "invisíveis" por exposição contínua a condições não saudáveis ou traumas. E, como é importante equilibrar a saúde externa e interna, da mesma maneira que nos preocupamos em evitar lesões em nosso corpo, o mesmo deve valer também com a nossa saúde mental.   Mas, como é possível proteger a nossa saúde mental, evitando transtornos? Entenda um pouco melhor sobre o assunto e saiba as principais dicas de como cuidar desse âmbito da saúde que é tão fundamental quanto a saúde do corpo. Cenário da saúde mental   Entre os problemas de saúde mental, os transtornos de ansiedade e a depressão são os mais comuns. Segundo um relatório de 2017 da Organização Mundial de Saúde (OMS), o Brasil é o país mais ansioso do mundo e o quinto que mais sofre de depressão. São cerca de 18,6 milhões de pessoas com transtorno de ansiedade, o equivalente a 9,3% da população brasileira, e 11,5 milhões com depressão, equivalente a 5,8% da população. E como fator agravante,a maior parte dessas pessoas não está recebendo o tratamento adequado. Os transtornos de ansiedade possuem sintomas mais intensos do que a ansiedade cotidiana. Os principais são: preocupações; tensões ou medos exagerados e muitas vezes incapacitantes; sensação contínua de que algo muito ruim vai acontecer; ou preocupações exageradas com saúde, dinheiro, família ou trabalho.   Já a depressão é caracterizada por um conjunto de sintomas que podem incluir humor depressivo, sensação de tristeza, sentimento de culpa, apatia, falta de energia, insônia ou sonolência, diminuição ou aumento de apetite. A fase da vida mais acometida por esse transtorno costuma ser a terceira década, mas pode acometer também qualquer idade.   Aspectos sociais   A saúde mental também está diretamente ligada a aspectos sociais e culturais. Exemplo disso é que uma em cada cinco pessoas que vivem em áreas afetadas por guerras e conflitos civis desenvolve depressão, ansiedade, transtorno de estresse pós-traumático, transtorno bipolar ou esquizofrenia. Impactos da pandemia na saúde mental A tecnologia, as novas formas de comportamento e relações sociais pós pandêmicas tornaram a saúde mental ainda mais necessária de ser pensada e cuidada. Na prática, a pandemia intensificou quadros de ansiedade e depressão e desestabilizou doenças pré-existentes que estavam controladas. Além disso, novos casos

Dicas de alimentos para pressão alta É um mal silencioso que aumenta significativamente o risco de doenças cardíacas, cerebrais e renais, e é uma das principais causas de morte em todo o mundo. Por outro lado, a hipertensão é detectada facilmente por meio da aferição da pressão arterial, muitas vezes tratada de forma eficaz com medicamentos de baixo custo, e, principalmente: controlada por meio de um estilo de vida saudável, como bons hábitos alimentares. Quer conhecer algumas dicas de alimentação para quem tem pressão alta? Então acompanhe este artigo, pois reunimos as principais recomendações. Mas antes, entenda um pouco mais sobre a doença: O que é a hipertensão arterial, afinal? A hipertensão arterial, ou pressão alta, é uma doença caracterizada pela elevação sustentada da pressão arterial, mesmo em repouso, acima de 130 por 80 mmHg. O primeiro número se refere à pressão máxima ou sistólica, que corresponde à contração do coração; o segundo, à pressão do movimento de diástole, quando o coração relaxa. Em uma analogia simples, é como se a hipertensão fizesse um carro, no caso o corpo, funcionar sem combustível e lubrificação adequada. Outro exemplo é pensar que a doença pode gerar diversos males por meio do aumento da pressão arterial como se fosse uma panela de pressão. A doença é herdada dos pais em 90% dos casos, mas há vários fatores que influenciam nos níveis de pressão arterial, entre eles: fumo, consumo de bebidas alcoólicas, obesidade, estresse, elevado consumo de sal, níveis altos de colesterol e falta de atividade física. Quando a pressão arterial fica sem controle, o coração é o órgão mais afetado. Diante da circulação prejudicada pelo aperto nas artérias coronárias, ele não recebe sangue e oxigenação suficientes, o que pode levar a um infarto. O acidente vascular cerebral(AVC), também conhecido como derrame, é outra consequência frequente da hipertensão, assim como insuficiência renal e a visão embaçada, causada pela interferência da pressão alta nos vasos que irrigam a retina. Mundo hipertenso De acordo com a primeira análise global abrangente das tendências na prevalência, detecção, tratamento e controle da hipertensão – liderada pelo Imperial College London e pela Organização Mundial da Saúde (OMS), o número de adultos com hipertensão entre 30 e 79 anos aumentou de 650 milhões para 1,28 bilhões nos últimos 30 anos. E um detalhe ainda mais alarmante: quase metade dessas pessoas não sabia que tinha a condição.   A doença mata mais de 10 milhões de pessoas por ano no mundo e

6 cuidados com a pele   As características da pele, suas funcionalidades e importância para o nosso organismo são realmente magníficas, não é mesmo? Ela é o maior órgão do nosso corpo, nos protege contra traumatismos, participa da síntese da vitamina D, atua na manutenção do equilíbrio hídrico e eletrolítico e ainda ajuda na regulação da temperatura corporal, por isso, cuidados com a pele são essenciais.   Eventualmente, ela pode até mesmo indicar algum problema de saúde, apesar da maior parte dos transtornos ser apenas localizada na pele. Mas, afinal, como é composta a nossa pele? E como podemos cuidar dela de forma efetiva? Acompanhe neste artigo:   Como é composta as camadas da pele   A gente ouve falar bastante sobre derme e epiderme, principalmente nas publicidades de cosméticos. Na verdade, a epiderme, a derme e a camada subcutânea de gordura são as três principais camadas da pele.   A epiderme é a mais superficial. Ela é fina e resistente, e tem a função de impedir a entrada da maior parte de agentes externos, como vírus e bactérias. É também na epiderme que  se produz a famosa melanina, que dá cor à pele e ajuda nos proteger contra a radiação ultravioleta.   Já a derme é a camada mais espessa, atua na flexibilidade e resistência e ainda envolve uma série de funções importantes, como terminações nervosas, vasos sanguíneos. e glândulas sudoríparas e oleosas (sebáceas),   Por fim, temos a camada de gordura, que ajuda a isolar o corpo do calor e do frio e ainda possui cobertura que serve para armazenar energia.   Principais cuidados   Sendo um órgão em contato direto com o meio ambiente, a nossa pele exige cuidados diários específicos. São estes:   Higiene   Bom, não é à toa que tomamos banho frequentemente. A higiene ajuda a remover impurezas, agentes infecciosos e poeira. Especificamente para a pele do rosto, é importante higienizar duas vezes por dia. Isso porque as sujeiras acumuladas ajudam a formar cravos e espinhas e também podem provocar o envelhecimento precoce. Use um sabonete adequado para o seu tipo de pele e também um tônico, que ajuda a fazer uma limpeza mais profunda da pele do rosto.   Hidratação   A hidratação não apenas vai contribuir para uma pele mais macia e bonita. Ela também é fundamental para evitar danos, como ressecamento, irritações e infecções. Também vale lembrar de utilizar sempre um produto adequado para o seu tipo de pele, incluindo quem tem pele oleosa. Outra dica essencial para a hidratação e para a saúde como um todo, é claro,

Para quem adora um docinho, é difícil resistir, não é mesmo? Inclusive, a ciência explica que existe um processo químico em nosso organismo ao processar os açúcares que justifica a satisfação de comer um doce. Porém, é necessário ficar atento, pois o excesso de açúcar traz uma série de riscos para a nossa saúde.   O açúcar está presente em diversos alimentos, como frutas, cereais, massas, bebidas e nos produtos industrializados em geral. Atualmente, a Organização Mundial da Saúde recomenda o consumo de 25 gramas de açúcar por dia, o que equivale a 5% das calorias diárias, e uma quantidade máxima de 50 gramas.   Porém, o brasileiro consome em média 80 gramas de açúcar, 50% a mais que o recomendado, o que corresponde a 18 colheres de chá por dia. Desse consumo, 64% vem do açúcar que adicionamos nos alimentos, como ao adoçar o chá ou o suco. Já os outros 36% vem dos alimentos industrializados. Vamos agora entender os problemas desse excesso:   A chegada do açúcar no organismo   O problema começa com o tipo de açúcar presente nos alimentos industrializados, na mesa para adoçar e nas receitas de bolos, pudins, entre outros. É o açúcar branco, refinado, assim como a farinha ou arroz branco. Todos esses alimentos são considerados carboidratos simples, sem os demais componentes que compõem os alimentos integrais, como fibras e minerais.   Dessa forma, esses alimentos ricos em carboidratos simples são metabolizados de forma muito mais rápida do que os que possuem carboidratos complexos, como é o caso das frutas, arroz ou pão integrais, e cereais integrais de maneira geral. De maneira simplificada, a gente pode dizer que o alimento integral “dá mais trabalho” para o seu corpo até ele conseguir transformá-lo em glicose, enquanto que, com o refinado, esse processo é muito mais rápido.   Conforme aumenta a taxa de glicose no sangue após ingerir um doce, quem entra em ação com bastante trabalho a fazer é o pâncreas, que produz a insulina responsável por metabolizar a glicose. A alta quantidade de insulina faz com que o nível de glicose baixa, e você volta a sentir apetite. Por isso que ocorre aquela famosa fome pouco tempo depois da macarronada de domingo.   Riscos do excesso de açúcar   Com o consumo de carboidrato em excesso, o nosso corpo armazena uma parte desses carboidratos nas células em forma de um composto chamado glicogênio, e converte o restante em gordura. Por isso, o excesso de açúcar está diretamente ligado

O diabetes é uma doença crônica, sem cura e de evolução progressiva. Mas, com bom controle da doença, é possível conviver com ela de forma saudável e com ótima qualidade de vida. O que faz a diferença é compromisso que cada um tem em se cuidar de verdade. Se é o seu caso ou o de alguém próximo, fique atento às seguintes dicas e recomendações:   Controle o peso Ao mudar o estilo de vida e de forma dirigida para para a redução de peso, no caso dos que  estão com sobrepeso ou sofrem de obesidade, é decisivo para o controle do diabetes. A redução moderada de peso, equivalente a 5% a 7% do peso corporal, traz melhorias para o controle glicêmico e diminui as chances de necessitar de medicamentos, por exemplo. Ou seja, perder aqueles 5 ou  6 quilos pode trazer mais benefícios do que imaginava. Essa perda o também traz importantes ganhos para o controle de lipídios e pressão arterial.   Consuma carboidratos da forma correta A indicação de consumo de carboidratos para quem possui diabetes tipo 2 pode variar, de acordo o acompanhamento profissional e necessidades específicas de nutrição. Mas, por incrível que pareça, a recomendação geral de como consumir esse nutriente é a mesma para todas as pessoas sem a diabetes. Ou seja, deve ser um consumo de alimentos de qualidade, sem excessos, e que inclua cereais integrais e com redução de consumo de doces, massas e gorduras Um estudo publicado na revista Lancet em 2019 diz que o consumo de 15 g/dia de cereais integral tem grande ação positiva sobre o controle do diabetes 2.   Inclua as fibras no cardápio As fibras são de grande importância para a prevenção e controle do diabetes por atuarem no controle da glicemia, metabolismo de lipídios, sensação de saciedade e controle de peso. As fibras estão presentes no vegetais, como folhas, talos, sementes e bagaços, e os principais alimentos que é possível encontrá-las são frutas, legumes, verduras, leguminosas como ervilha, feijão, grão de bico e lentilha, farelo de aveia e de cevada e semente de linhaça. Outro aspecto das fibras que vem sendo estudado por pesquisadores é a importância do consumo das fibras prebióticas, que são que ajudam na preservação da flora intestinal, que também influencia na ação da insulina. A fibras prebióticas são encontradas em sementes e raízes de vegetais como alho, cebola, chicória, alcachofra, aspargo, graõs de soja, grão de bico, cevada e centeio.   Dê