É tempo de relaxar!

Através da harmonia com a natureza o Centro de Vida Saudável promove um estilo de vida que trata e previne diversas doenças.

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Saúde e Bem Estar

Durante todo este mês, a campanha do Outubro Rosa tem como objetivo conscientizar a população – principalmente as mulheres com idade entre 40 e 69 anos – sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama.   Ir ao médico regularmente, realizar periodicamente o autoexame e a mamografia, ter uma qualidade de vida ativa e saudável, são algumas formas de prevenção e cuidados contra a doença. Mas para algumas mulheres o diagnóstico e a confirmação às vezes é inevitável. Cerca de 35% delas identificam o câncer já em estado avançado, segundo uma pesquisa do Instituto Oncoguia.   Prevenção e detecção precoce A prevenção e a detecção precoce do câncer de mama são essenciais para reduzir o índice de mortalidade da doença. O câncer de mama é resultado da multiplicação anormal e desordenada de células da mama, formando um tumor. Esse comportamento das células é provocado por uma alteração genética, que pode ser herdada (o que ocorre apenas em cerca de 10% dos casos) ou espontânea, provocada ao longo da vida.   Como prevenir Quando se fala em prevenção do câncer estamos tratando de estratégias para reduzir o risco de que a doença se desenvolva.  A prevenção, em geral, atua sobre os fatores de risco modificáveis, portanto inclui mudanças de hábito que envolvem evitar o consumo excessivo de álcool, não fumar, praticar atividades físicas, ter uma alimentação saudável e evitar exposição aos riscos ambientais.   Em conjunto, essas ações diminuem significativamente as chances de uma pessoa desenvolver câncer de mama. No entanto, mesmo que essas medidas sejam colocadas em prática, ainda existe a possibilidade, embora reduzida, de se manifestar. É por isso que aliar prevenção à detecção precoce do câncer de mama é fundamental.   A detecção precoce do câncer de mama consiste na realização de exames que têm como objetivo garantir que a doença seja detectada o mais rápido possível, em sua fase inicial. Nessa etapa, os esforços não se direcionam a evitar que o câncer se manifeste, e sim a investigar se ele está presente, para possibilitar que o tratamento inicie o mais rápido possível em caso positivo.   Depoimento da Sabrina   O diagnóstico de câncer de mama pode ser muito difícil, mas aprender a viver com a doença pode fazer toda a diferença. Confira o depoimento dessa guerreira:     Durante a descoberta do câncer de mama, é normal que não só a vida da paciente como também da família e dos amigos sejam afetadas. Se você é membro da família, amigo ou

O Outubro Rosa é uma campanha anual de combate ao câncer de mama. Criada na década de 1990, a campanha tem como objetivo conscientizar a população sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce, compartilhando informações e proporcionando mais acesso ao diagnóstico e ao tratamento da doença.    Segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA), o câncer de mama é o segundo tipo de câncer mais comum entre as mulheres no Brasil, atrás apenas do câncer de pele, correspondendo a 29% dos novos casos da doença ao ano. Por isso, o diagnóstico precoce é fundamental e aumenta as chances de cura do câncer de mama.   Como tudo começou O nome da campanha remete a cor do laço rosa, que é um símbolo internacional na luta contra do câncer de mama. O Outubro Rosa começou como um movimento iniciado no ano de 1990, em Nova Iorque, durante um evento chamado “Corrida pela Cura”, realizado pela instituição Susan G. Komen pela cura. À medida que o evento cresceu, outubro foi escolhido como o mês de conscientização sobre o câncer de mama nos Estados Unidos. Em 2002, o Obelisco Mausoléu aos Heróis de 32, no parque Ibirapuera, em São Paulo, foi iluminado com a cor rosa durante o mês marcando a primeira iniciativa no Brasil. No entanto, o movimento ganhou força por volta de 2008, quando as ações em prol da causa tornam-se mais frequentes.   A importância da prevenção Em um levantamento com 500 pessoas, de 18 a 65 anos de todas as classes sociais, constatou-se que as mulheres querem saber mais sobre fatores de risco e prevenção do câncer de mama e desconhecem os hábitos que contribuem para aumentar o risco do desenvolvimento do tumor: 81% das participantes da pesquisa consideram que a prevenção precisa ser mais divulgada.   Ainda segundo essa pesquisa, 9 em cada 10 brasileiras relacionam a doença ao histórico familiar, quando a questão da hereditariedade nesse tipo de tumor, segundo o Instituto Nacional de Câncer (Inca), corresponde de 5% a 10% dos casos.    Apesar de atingir uma pequena parcela da população, a hereditariedade é um fator importante para o câncer de mama e, quando está presente, aumenta muito o risco de desenvolvimento do tumor.   O cuidado com a saúde integral da mulher é uma questão que precisa estar presente tanto na prevenção quanto após o diagnóstico, desde as fases iniciais do tratamento e seguir para a vida toda, como hábitos que vão melhorar as condições gerais para evitar

Apesar da ansiedade ser uma resposta natural do nosso corpo, algo fisiológico essencial para a nossa sobrevivência, em alguns momentos pode se tornar nociva. No caso da pandemia do novo coronavírus, aprender a lidar com a ansiedade é importante, senão o impacto na saúde mental das pessoas não será nada bom.   Os efeitos da ansiedade podem ser sentidos durante este difícil período que estamos enfrentando, mas também podem deixar marcas traumáticas na vida das pessoas.   Segundo pesquisa da Universidade do Estado no Rio de Janeiro (UERJ), o número de casos de depressão quase dobrou, enquanto os de ansiedade e estresse aumentaram cerca de 80%. Além disso, a pesquisa revelou que as mulheres são as mais propensas do que os homens a sofrer com ansiedade e estresse durante o período de epidemia.   Os problemas de saúde mental estão aumentando em escala preocupante durante a pandemia do novo coronavírus e o isolamento social. Outros fatores de riscos apontados para o estresse e a ansiedade são: alimentação desregrada, doenças preexistentes, ausência de acompanhamento psicológico, sedentarismo e necessidade de sair de casa para trabalhar. Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), os percentuais médios esperados desses problemas na população são de 8,5% para estresse, 7,9% para ansiedade e 3,9% para depressão.   Busca por tratamentos Em consequência ao crescimento dos problemas de saúde mental, a procura por tratamentos também cresceu.   A pesquisa da UERJ sinaliza que quem recorreu à psicoterapia na internet apresentou índices melhores de estresse e ansiedade. Quem praticou exercícios físicos, sobretudo exercícios aeróbicos, também tiveram um desempenho melhor do que as pessoas que não fizeram nenhuma atividade física.   Dicas do CEVISA para um bem- estar    Filtre as informações sobre o assunto Um dos principais fatores de ansiedade é o excesso de informação que recebemos em tempo real sobre a pandemia. A mídia está aí, pronta para trazer os fatos, mas cabe a cada um de nós filtrar o que consumir. Por mais que seja importante saber o que acontece no mundo em relação à pandemia, coloque a sua saúde mental em primeiro lugar nesses momentos.   Leia livros e assista filmes A literatura e o cinema têm o poder de nos transportar para outras realidades, ou seja, são perfeitos para este momento de quarentena. Se você não sabe como lidar com a ansiedade, saiba que ler um livro e assistir a um filme podem ser bastante eficazes, contanto que você realmente se entregue à atividade. Não adianta abrir o livro e ficar pensando na pandemia,

Como a imunidade das crianças ainda está em desenvolvimento (sistema imune imaturo), as infecções costumam ser frequentes, ainda mais com o contato diário com outras crianças. Sendo assim, não é possível se prevenir completamente.   O sistema imunológico é um sistema complexo, responsável principalmente por nos proteger contra infecções, mas também contra tumores e doenças autoimunes.  Está em constante combate aos agentes de infecção, como vírus, bactérias, fungos, dentre outros, impedindo o adoecimento.   É importante entender que, na faixa etária infantil, o sistema imunológico amadurece gradualmente desde o nascimento até a adolescência, o que explica as muitas infecções a que as crianças estão sujeitas.   Quando o bebê nasce, suas defesas são imaturas. Ele se beneficia dos anticorpos maternos que atravessaram a barreira da placenta e dos anticorpos e outras substâncias de defesa presentes no leite materno. Mas, atenção! Cuidados especiais são necessários, como vacinação, evitar exposição a aglomerações e a pessoas doentes.   Após os seis meses de idade, a defesa contra bactérias vai amadurecendo. Por outro lado, é comum vermos crianças com diversos resfriados e outras doenças virais. Isso é inerente da idade, quando os anticorpos que o bebê ganhou dentro do útero vão diminuindo. Crianças dos 6 meses aos 5 anos de idade, podem ter até 1 infecção viral ao mês a depender do contato com outras crianças, seja em casa ou na escola ou creche. Após os 5 anos de idade, essas infecções virais diminuem e as infecções bacterianas são raras.   Para o sistema imunológico funcionar adequadamente existem vários fatores, como: genética, meio ambiente, fatores metabólicos, fisiológicos, anatômicos e do próprio agente agressor.   Desta forma, os hábitos saudáveis influenciam na manutenção do equilíbrio do corpo para o combate às infecções.   Reforçando a imunidade das crianças   1) Proporcionar uma alimentação saudável para as crianças com consumo de frutas, vegetais, castanhas, grãos integrais e feijões. Evitar guloseimas, alimentos açucarados, processados e industrializados. Incentivar a ingestão de água.   2) Amamentar o bebê exclusivamente com leite materno até o sexto mês de vida e mantê-lo junto com as refeições do sexto mês até pelo menos os 2 anos de idade.   3) Garantir um ambiente tranquilo e escuro para o sono da noite, bem como estabelecer os horários de dormir e acordar.   4) Proporcionar atividades físicas, brincadeiras, de preferência com ar fresco e luz solar. As atividades físicas e a vitamina D têm um importante papel na modulação do sistema imunológico.   5) Manter a casa arejada e higienizada, assim como o asseio corporal das crianças,

Nestes últimos dias muito se tem falado na mídia em  relação aos cuidados que devemos ter referente ao COVID-19 com os mais idosos. Para a terceira idade, a infecção por Coronavírus poderá  se tornar grave, especialmente quando o idoso já tem outros problemas de saúde, como diabetes, doenças respiratórias, cardiovasculares e um sistema imunológico mais fraco.    Este post vai abordar um pouco sobre o sistema imunológico e os cuidados que uma pessoa idosa deve ter por consequência do momento que o mundo está vivendo com COVID-19.   Vamos lá!   Porque os idosos são mais susceptíveis a terem doenças mais graves?   As mudanças que acontecem no sistema imunológico durante o processo de envelhecimento do corpo, chamado de imunossenescência, este  é um dos principais fatores nos idosos, o qual aumento o risco deles terem infecções mais graves, assim como aumento da incidência de outras doenças nesta faixa etária.   Portanto, na terceira idade há uma redução fisiológica  no número e na atividade dos linfócitos T, células que ajudam a combater a presença de agentes capazes de prejudicar a saúde do organismo. A imunossenescência reduz o reconhecimento de novos antígenos, isto é, o corpo do idoso , por exemplo se torna incapaz de reconhecer um novo vírus,  como um invasor,  demorando  a reagir,  consequentemente as suas enfermidades poderão se manifestar de formas mais graves.   Como fazer para diminuir as infecções?   Antes de mais nada, é bom lembrarmos que não existe uma receita clara e definitiva, para que os idosos possam diminuir o risco de desenvolver uma infecção viral ou bacteriana grave,  entretanto, adotar alguns cuidados básicos recomendados para um envelhecimento saudável é fundamental.   Cuidados básicos para evitar o aumento de infecções – Manter as doenças crônicas (hipertensão arterial, DPOC, asma, diabetes) sob controle, seguindo os conselhos de seu médico e tomando os medicamentos prescritos regularmente; – manter-se ativo;  – alimentar-se bem, com alimentos com qualidade nutricional; – não fumar; – não beber em excesso.   Na atual situação da pandemia causada pelo coronavírus, o Ministério da Saúde e a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomendam ter atenção extra com a higiene para reduzir o risco de contrair ou transmitir infecções respiratórias aguda.   Medidas de higiene para evitar contaminação – lavar as mãos frequentemente com água e sabonete por pelo menos 20 segundos. Se não houver água e sabonete, usar um desinfetante para as mãos à base de álcool; – evitar tocar os olhos, o nariz e a boca com as mãos não lavadas; – evitar contato

Um sistema imunológico é formado por uma série de células de defesa e reações químicas, com o  objetivo de  lutar e nos proteger contra os mais diversos  patógenos,  os  quais podem invadir o nosso corpo e produzir doenças.    É importante manter a imunidade bem equlibrada, afim de que o nosso organismo consiga se defender dos "ataques de invasores indesejados"; para que  tudo isto ocorra de uma forma eficiente em nosso corpo é necessário  manter, uma alimentação saudável, praticar exercícios físicos regularmente, dormir bem, não fumar e hidratar-se.   Falamos aqui no blog sobre alguns dos alimentos que ajudam a aumentar a imunidade, você pode conferir o post completo acessando aqui.   Então o quê fazer para aumentar a imunidade?   Hidratando o organismo A boa hidratação do corpo é fundamental para manter a imunidade em alta. O organismo humano é composto em sua maior parte por água,  ela é essencial para que todas as reações bioquímicas ocorram perfeitamente nas células em especial quando ficamos doentes, ingerir uma quantidade média de água, que varia de 1,5 litro a 2 litros por dia para pessoas normais, ou até mais, caso não se tenha restrições, é sempre bom para a saúde.   Um cardápio saudável e a prática regular de atividades físicas ajudam bastante a aumentar a imunidade e manter o organismo forte.Precisa-se  ficar atento a algumas atitudes que podem minar este sistema de defesa.   Fatorem que enfraquecem o sistema imunológico Entre os principais fatores que provocam uma queda na imunidade estão o estresse, o sedentarismo, ou o excesso de atividade física e a má alimentação, isto porque a falta de algumas vitaminas e minerais prejudicam o bom funcionamento das células.   O excesso de atividades físicas  O treino regular é importante para deixar a imunidade preparada para enfrentar as batalhas rotineiras, mas entenda que toda atividade física exarcerbada para um indivíduo que não está adaptado a isto diariamente poderá até levar reação inadequada do organismo, gerando um processo inflamatório, sendo que esta condição pode comprometer e dimuir o sistema de defesa do corpo.   Se você pratica modalidades que exigem se exercitar por mais de 60 minutos, é muito importante respeitar o período de descanso entre os treinos e manter uma alimentação saudável e  uma  hidratação adequada.   Não ter uma rotina de sono regular Dormir poucas horas frequentemente,  ou distúrbios do sono como ronco e apnéia do sono, geram um grande estresse no organismo,  com o decorrer do  tempo este repouso irregular poderá desencadear um aumento  nos níveis de citocinas (moléculas

A ansiedade e o estresse interferem diretamente na homeostase do organismo, alterando  a liberação de hormônios, influenciando em neurotransmissores,  como também em outros componentes bioquímicos que afetam nossas células de defesa, podendo assim comprometer diretamente com nossa imunidade e emoções.   Isto quer dizer, quanto mais ansiosos e estressados, mais teremos nossas barreiras de proteção fragilizadas e portanto ficamos mais vulneráveis à enfermidades.   Nesse artigo vamos falar um pouco sobre essa relação entre nossas emoções e o sistema imunológico. Mas, se você quiser saber um pouco mais sobre a relação do sistema imunológico e outros fatores acesse aqui e aqui.   Vamos a leitura?   O sistema imunológico e sua função Então o que é o sistema imunológico? São redes de células e moléculas , que estão em todo o organismo, as quais  conseguem reconhecer vários patógenos ou antígenos de  vírus, bactérias ,fungos, produtos tóxicos , entre tantas outras  doenças  e destruí-los.   Uma  vez que o  corpo tenha um sistema imune equilibrado, são comumente chamadas de soldados de defesa.  Esta defesa é essencial contra o desenvolvimento de infecções. Chamamos de imunodepressão quando o nosso sistema imunológico está fragilizado , desordenado ou desequilibrado.   Fatores que afetam nosso sistema imunológico São vários os fatores que podem afetar a nossa imunidade, mas são os fatores psicológicos que menos damos importância.   O sistema imunológico é modulado pelos processos químicos do estresse e da ansiedade, envolvendo ações químicas (liberação elevada de hormônios como por exemplo o cortisol) tanto no sistema endócrino, como no sistema nervoso.   Quando os sistemas endócrino e nervoso estão alterados, o organismo se torna mais suscetível a processos infecciosos, bacterianos e virais. Atualmente estamos enfrentando um processo viral.   Relação entre a imunidade e as emoções Então, como permanecer imune ao estresse e a ansiedade, numa situação de pandemia?   Tanto o estresse como a ansiedade são processos químicos naturais do organismo. São necessários para preparar o organismo na resposta as situações adversas. Por isso a questão não esta ligada diretamente na ausência deles (estresse e ansiedade), mas como eles estão se desenvolvendo no corpo, ou como estamos respondendo a eles.   A Psiconeuroimunologia afirma que nossa postura frente às situações estressoras, pode ajudar com que nosso organismo tenha respostas positivas, mantendo assim a nossa imunidade.   Como podemos fazer isso? Vamos elaborar fatores que vão nos ajudar a permanecer imunes ao estresse e a ansiedade: Manter hábitos que aumentem nossa imunidade. Estes hábitos estão acessíveis para todos nós. Mantendo 15 min de exposição ao Sol em partes do corpo que não estão sempre

Coronavírus é uma família de vírus, assim denominada por apresentarem uma estrutura em formato de coroa. Eles causam infecções respiratórias. A atual doença causada pelo coronavírus recebeu o nome de Covid-19. Neste texto você vai saber um pouco mais sobre o que é o Covid-19, como ele afeta nosso organismo, e quais alimentos que podem ajudam a aumentar nossa imunidade.   Então, vamos lá!   Nutrição versus Imunidade Segundo a OMS, ainda não há cura e não há um tratamento medicamentoso definido para o Covid-19. Mas, o corpo pode reagir a infecção, favorecendo uma resolutividade positiva.   Assim, a nutrição se destaca como um fator muito importante na manutenção do estado de saúde do indivíduo. O estado de saúde, por sua vez, é coordenado, entre outros fatores, pelo funcionamento adequado do sistema imune, cujas células de defesa, dependem de um estilo de vida adequado, que contemple a ingestão de alimentos saudáveis como frutas, legumes, verduras, leguminosas, cereais integrais, oleaginosas e fibras em quantidades adequadas.   Alimentos que devem ser evitados A exclusão de alimentos nocivos à saúde como carboidratos refinados, açúcar refinado, cafeína, bebidas alcoólicas e alimentos ultraprocessados como os fast foods, embutidos e ricos em gorduras saturadas e trans também auxilia na manutenção de uma melhor defesa do organismo contra agentes invasores como vírus e bactérias.   Desta maneira, visando fortalecer o sistema imunológico, abaixo estão descritos alguns alimentos que deveriam compor suas refeições diariamente.   Prepara a caneta para anotar!   Fortalecendo nosso sistema imunológico Sim, existem alguns alimentos que ajudam a aumentar nosso e fortalecer nosso sistema imunológico. Vamos a lista?   Inhame: ação desintoxicante e depurativa. Ou seja, auxilia na limpeza do sangue, excretando suas toxinas por meio dos rins, pele e intestino. Fortalece o sistema imunológico por ter excelente fonte de micronutrientes como vitaminas do complexo B (B1, B2, B3, B6, B9). Também possui antioxidantes e vitamina C, cobre, potássio, ferro, magnésio, cálcio e fósforo. Devido sua composição, a ingestão de inhame melhora problemas respiratórios e aumenta a imunidade. Brócolis e couve: vegetais de cor verde escura. São ótima fonte de ácido fólico, assim como levedo de cerveja, lentilhas, quiabo, feijão preto, amendoim, espinafre, folhas de couve, aspargos, semente de girassol, laranja, couve-de-bruxelas, ervilhas, abacate, tofu, mamão e amêndoas. O ácido fólico coadjuva na produção dos glóbulos brancos, agentes de combate a invasores. Todavia, até 90% do ácido fólico contido nos alimentos pode ser destruído pela ação do calor, ou seja, por cozimento prolongado dos alimentos. Frutas cítricas: acerola, mexerica, mamão, kiwi, morango,

Há uma nova epidemia mundial de uma doença transmissível infectocontagiosa denominada Coronavírus. Por que este vírus está contaminando tantas pessoas? Nesse artigo você vai conferir tudo o que se sabe sobre o coronavírus, e o que ainda falta esclarecimento. Mas, primeiro vamos entender:   O que é o Coronavírus? De acordo com o Ministério da Saúde, os coronavírus (CoV) são uma grande família de vírus, conhecidos desde meados dos anos 1960, que causam infecções respiratórias em seres humanos e em animais. Geralmente, infecções por coronavírus causam doenças respiratórias leves a moderada, semelhantes a um resfriado comum.   A maioria das pessoas se infectam com os coronavírus comuns ao longo da vida, sendo as crianças pequenas mais propensas a se infectarem. Os coronavírus comuns que infectam humanos são alpha coronavírus 229E e NL63 e beta coronavírus OC43, HKU1.   Em alguns casos, os coronavírus podem causar síndromes respiratórias graves, como a síndrome respiratória aguda grave que ficou conhecida pela sigla SARS da síndrome em inglês “Severe Acute Respiratory Syndrome”. SARS é causada pelo coronavírus associado à SARS (SARS-CoV), sendo os primeiros relatos na China em 2002.   O SARS-CoV se disseminou rapidamente para mais de doze países na América do Norte, América do Sul, Europa e Asia, infectando mais de 8.000 pessoas e causando entorno de 800 mortes, antes da epidemia global de SARS ser controlada em 2003. Desde 2004, nenhum caso de SARS tinhq sido relatado mundialmente.   Em 2012, foi isolado outro novo coronavírus, distinto daquele que causou a SARS no começo da década passada. Esse novo coronavírus era desconhecido como agente de doença humana até sua identificação, inicialmente na Arábia Saudita e, posteriormente, em outros países do Oriente Médio, na Europa e na África. Todos os casos identificados foram da Península Arábica tinham histórico de viagem ou contato recente com viajantes procedentes de países do Oriente Médio – Arábia Saudita, Catar, Emirados Árabes e Jordânia.   Como esse vírus se manifesta? Os coronavírus humanos comuns causam infecções respiratórias brandas a moderadas de curta duração.   Os principais sintomas são: Coriza, tosse, dor de garganta e febre. Esses vírus algumas vezes podem causar infecção das vias respiratórias inferiores, como pneumonia. Esse quadro é mais comum em pessoas com doenças cardiopulmonares e,ou naqueles com doenças crônicas que já possuem um sistema imunológico comprometido, como também nas faixas  etárias extremas da infância e idosos.   Algumas outras informações a serem ressaltadas 1) Período de incubação:  2 a 14 dias, é o período que o vírus entra no organismo do indivíduo, porém antes

Você já sentiu dores nas costas? Segundo dados da OMS (Organização Mundial da Saúde), 8 em cada 10 pessoas sentirão esta dor pelo menos uma vez na vida. As dores lombares é a segunda dor mais comum em todo o mundo, perdendo apenas para a dor de cabeça.   Essa semana estamos falando sobre orientações para o tratamento da dor lombar. Por ser um problema enfretado por muitas pessoas, separamos 5 maneiras que vão ajudar quanto a prevenção da lombalgia.   Vamos lá!   1) Controle seu peso; A grande maioria das pessoas que estão com sobre peso sofrem de lombalgia. Procure permanecer dentro do seu peso ideal, pois a obesidade tem um fator de risco para a saúde da coluna.   2) Faça exercícios físicos; A prática de exercícios físicos colabora de diversas forma para o nosso bem-estar e saúde física. Uma dessas maneiras está relacionada com nossa coluna. Fazer no mínimo 30 minutos de exercícios, por 3 dias da semana, vai ajudar no alívio das dores lombares.   3) Não carregue muito peso Está comprovado, quem carrega muito peso tem a tendência a ter lombalgia aguda. Portanto, evite carregar excesso de peso. Se precisar levantar algum peso, lembre-se de flexionar os joelhos, e procure manter a coluna ereta.   4) Observe sua postura ao sentar Se você trabalha com o computador (ou passa horas no smartphone), lembre-se que a tela deve ficar na altura dos seus olhos.   Agora, se você passa muitas horas sentado, use uma cadeira com apoio para os braços e que não recline. Seus pés devem estar totalmente encostados no chão.   Para aquelas pessoas que passam muito tempo dirigindo, mantenha uma boa postura e procure colocar um apoio ou almofada atrás da região lombar – especialmente se você passa muito tempo no trânsito.   5) Procure a melhor posição para dormir Na hora de dormir, procure dormir de lado, com um travesseiro entre as pernas, ou de barriga para cima, com um travesseiro embaixo da dos joelhos. Evite dormir de bruços.   Se você gostou dessas dicas, deixa a gente saber, e compartilhe nas suas redes sociais.   Até a próxima!   Fonte: AtivoSaúde