É tempo de relaxar!

Através da harmonia com a natureza o Centro de Vida Saudável promove um estilo de vida que trata e previne diversas doenças.

Posts Recentes

facebook instagram youtube

Saúde e Bem Estar

Se você tem alergias, asma ou outros problemas respiratórios, entende que é importante ter uma maior compreensão sobre as causas e os tratamentos mais eficazes. Nesse artigo, você vai encontrar alguns problemas respiratórios mais comuns, as suas causas, como identifica-los, e um mini guia de tratamentos. Com a chegada do frio, é muito comum ter uma certa dificuldade ao respirar. Aliás, algumas doenças, como: gripe ou resfriado sempre aparecem com essas mudanças na temperatura Problemas respiratórios crônicos Grande parte dos problemas respiratórios são crônicos ou de longo prazo. Para estes problemas podemos listar os mais comuns, como: sinusite crônica, alergias e asma. Os sintomas podem facilmente serem detectados, como congestão nasal, coriza, coceira nos olhos, congestão no peito, tosse, chiado no peito, respiração difícil e respiração superficial. Algumas pessoas possuem um pouco de dificuldade em respirar quando ficam resfriadas. Outras têm dificuldade para respirar por causa de eventuais crises de rinite/ sinusite, o que pode agravar muito em períodos mais frios. Causas de problemas respiratórios A via nasal é um dos principais caminhos percorridos pelos vírus e alérgenos para chegar até os pulmões, gerando uma série de problemas respiratórios causados, por exemplo, por uma inflamação na mucosa nasal, o que pode contribuir para ataques de asma. Como determinar a causa de problemas respiratórios? É o que vamos ver a seguir: Existem vários testes de alergia que o profissional médico pode usar para descobrir se você é alérgico, o que pode ajudar a identificar se você possui algum problema respiratório e a causa do mesmo. Quer saber quais são? Continue a leitura. Teste para determinar qual ou quais são os problemas respiratórios Os médicos realizam exames físico para poder diagnosticar um problema respiratório, além de analisar o histórico familiar do paciente. Somado isso, irá realizar testes específicos como a espirometria, metacolina e testes de função pulmonar, frequentemente utilizado para avaliar situação de pessoas com asma. Testes cutâneo O médico utiliza de uma seringa para a injeção de extrato de alérgeno diretamente sob a pele. A espirometria Esse teste mede a quantidade e velocidade do ar que o seu pulmão consegue jogar para fora. Este teste de respiração tem como principal objetivo determinar a quantidade de obstrução das vias respiratórias. Teste de estímulo com metacolina Ajuda a estabelecer um diagnóstico de asma Outros testes, não muito comuns, podem ser usados, como por exemplo, submeter o paciente a contrair um alérgeno por vias respiratórias. Em alguns casos, o médico pode tirar um raio-X para ver

  Sabemos que, com a queda das temperaturas no outono e o inverno é muito comum o aumento do número de pessoas com todo tipo de doenças respiratórias: bronquite, sinusite, resfriado, rinite, amigdalite, gripe, pneumonia e até tuberculose. Além das mudanças bruscas na temperatura, os níveis de poluição do ar e a propagação de bactérias e vírus em ambientes fechados são outros fatores que aumentam a incidência de doenças respiratórias. Sobre os problemas respiratórios Falamos aqui no blog sobre os problemas respiratórios e como identificar suas principais causas. Hoje, vamos dar algumas dicas para você combate-los. Nesse texto você vai conhecer seis novas dicas, que vão ajudar a combater alguns problemas respiratórios. Quem nos orienta é a Dra Paula Santana, médica otorrinolaringologista no Ambulatório do CEVISA. Dicas de como combater problemas respiratórios     Existem diversas formas de combater e prevenir problemas respiratórios. Alguns mais comuns e mais simples de serem tratados, e outros mais raros e complexos. Para esses últimos, a orientação é procurar a ajuda de um profissional de saúde, pois somente ele poderá diagnosticar ou prescrever um tratamento. Para os mais comuns, vamos as dicas. Beber muita água Manter o corpo hidratado é sem dúvida a melhor maneira de combater os problemas respiratórios. Não estamos falando somente da água em si, mas também outras formas de hidratação são válidas como, a ingestão de sucos de frutas naturais, água de coco, frutas e verduras também contribuem para manter o organismo saudável. Manter os ambientes limpos Passar um pano úmido nos móveis em dias alternados é essencial para combater aos ácaros, fungos e evitar o acúmulo de poeira responsável por doenças respiratórias. Em dias secos, esses cuidados são ainda mais requisitados para a saúde. Procure manter os locais mais úmidos Crianças e idosos são os que mais sentem quando o ar está seco, antes de dormir uma dica simples e válida é deixar um balde com água no quarto, toalha molhada ou mesmo um umidificador de ar. Alimentação saudável Procure consumir alimentos frescos, como frutas, verduras, legumes. Cuidados com a pele Dermatites e alergias na pele são também sintomas comuns decorrentes da má qualidade do ar. Para evitar implicações com a pele evite banhos quentes e passe diariamente cremes hidratantes. Ao sentir os olhos e narinas secas pode ser aplicado algumas gotas de soro fisiológico para hidratação dessas regiões. Lavagem nasal com soro fisiológico 0,9% Uma ótima forma de acabar com a dificuldade de respirar e de desentupir o nariz consiste em, fazer uma lavagem nasal com soro fisiológico 0,9%

Vamos falar sobre depressão? Essa doença já não é mais segredo e dia a dia a ciência vai descobrindo novas maneiras de tratá-la. Já podemos tirar os tabus acerca dessa doença, porque ela é considerada um dos grandes males deste século, podendo afetar absolutamente qualquer pessoa, independente de gênero, idade, crença ou classe social. Nesse artigo você vai encontrar: O que é depressão Quais os sintomas mais comuns Diferenças sobre depressão e tristeza 7 dicas de como sair da depressão O que é depressão A depressão é uma doença psiquiátrica que gera tristeza profunda, perda de interesse, ausência de ânimo e oscilações de humor. Muitas vezes é confundida com ansiedade e pode levar a pensamentos suicidas. Assim, é essencial diagnosticar a doença e iniciar acompanhamento médico. A doença atinge mais de 300 milhões de pessoas de todas as idades no mundo, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). No Brasil, a estimativa é que 5,8% da população seja afetada pela doença. Quais os sintomas mais comuns Atente-se para os sintomas! Se existe uma tristeza sem motivo aparente e ela está durando mais que duas semanas, se você anda desanimado e percebe que já não está se alimentando e nem dormindo de uma forma correta ou também sente grandes dificuldades em realizar atividades simples do dia a dia, é aconselhável buscar a um profissional da saúde, relatar seu estado e pedir ajuda. Apenas esses profissionais podem diagnosticar essa doença e dizer em qual nível ela se encontra. Assim ficará muito mais fácil lidar com tudo isso, não é mesmo? Diferenças sobre depressão e tristeza Há uma grande diferença entre tristeza e depressão. A tristeza pode ocorrer desencadeada por algum fato do cotidiano, em que a pessoa realmente sofre com aquilo até assimilar o que está acontecendo e geralmente não dura mais do que quinze a vinte dias. Por sua vez, a depressão se instala e se não for tratada pode piorar e passar por três estágios: leve (CID 10 F33.0), moderada (CID 10 – F33.1) e grave (CID F33.2). Você também pode realizar algumas atividades que poderão ajudar a manter sua saúde mental sempre saudável, tornando-se mais forte para enfrentar a essa doença e/ou não deixar que ela se aproxime. Coisas simples podem fazer a diferença! Listamos algumas delas: 7 dicas de como sair da depressão Procure o hábito de fazer atividades físicas. Por mais difícil que pareça, tente manter uma rotina de exercícios. Não é necessário que sejam longos ou exaustivos, só precisa mexer o seu corpo.

  Antes de falar sobre como combater as infeções que podem surgir nas vias respiratórias, é preciso entender o que é uma infecção, e o que pode causá-la. A infecção respiratória geralmente é provocada por microrganismos (vírus, bactérias ou fungos) que provocam diferentes tipos de sintomas como coriza, espirros, tosse, febre ou dor de garganta. Ela surge em qualquer região do trato respiratório, atingindo desde as vias aéreas superiores (como narinas, garganta ou seios paranasais), até as vias aéreas inferiores (como brônquios e pulmões). Partindo dessa primícia, que tal aprender um pouco sobre como realmente podemos combater essas infecções? Vamos lá! Nesse artigo você vai encontrar: Período do ano mais propenso para surgir infecções As infecções respiratórias mais comuns Como diagnosticá-las? Quais os tratamentos? Combatendo as infecções Período do ano mais propenso para surgir infecções Durante os períodos mais frios do ano, é muito comum o surgimento desse tipo de infecção, já que existe uma tendência das pessoas de procurarem ambientes fechados para se protegerem do frio. Por isso, no inverno o cuidado deve ser dobrado, procurar sempre lugares mais arejados, com bastante ventilação. As infecções respiratórias mais comuns As infecções das vias aéreas superiores são as mais comuns e costumam ser muito contagiosas, sendo facilmente propagadas em locais com aglomerações de pessoas, como escolas, creches ou no ônibus, por exemplo. Já as infecções de vias aéreas inferiores costumam ser mais graves e atingem pessoas com maior risco, como os bebês, as crianças, os idosos e em pessoas com a imunidade comprometida. Como diagnosticá-las? Para diagnosticar a infecção respiratória, geralmente é necessária a avaliação do médico, que irá identificar os sintomas e fazer o exame físico. Em casos de suspeita de infecções mais graves, como pneumonia ou tuberculose, ou quando há dúvidas da causa, pode ser necessário a realização de exames, como raio-X de tórax, hemograma ou teste do escarro, para identificar o microrganismo que gerou a infecção e assim decidir pelo tratamento mais indicado. Quais os tratamentos? O tratamento da infecção respiratória depende da sua causa e da gravidade da infecção. Assim, geralmente, é indicado repouso, uso de analgésicos e antitérmicos. Além disso, pessoas internadas no hospital podem necessitar de fisioterapia respiratória para fazer a retirada das secreções pulmonares e assim aliviar o desconforto que a doença provoca. Combatendo as infecções Para evitar as infecções respiratórias, é recomendado evitar locais aglomerados, o contato com pessoas infectadas, sempre lavar as mãos e evitar colocar objetos no nariz ou boca, pois são as principais formas de

As comunicações diretas ou indiretas entre as cavidades nasais podem explicar infecções como rinite, sinusite, faringite, otite e conjuntivite. Porem, existem infecções que podem surgir na entrada do nariz que são chamadas de vestibulites nasais. Mas, o que são essas infecções? E, como podemos tratá-las? Nesse artigo você vai entender um pouco sobre: Infecção bacteriana Os principais sintomas Cuidados que se deve ter Procurando ajuda profissional Infecção bacteriana A infecção bacteriana vem principalmente da bactéria Staphylococcus aureus. Pode ser consequente à manipulação nasal ou ao ato repetido de assoar o nariz, gerando crostas incomodas, que causam sangramento quando destacadas.   Principais sintomas Os principais sintomas desse tipo de infecção é como coriza, espirros, febre ou dor na região nasal, por exemplo. Manipular ou assoar o nariz excessivamente pode criar uma formação de crostas que incomodam e muitas vezes sangram, além disso, podem surgir espinhas na base dos pelos nasais (foliculite). As infecções mais graves podem provocar furúnculos no vestíbulo nasal. Os furúnculos nasais podem desenvolver uma infecção disseminada sob a pele (celulite) na ponta do nariz. Cuidados que se deve ter E aqui está um alerta! As infecções nessa parte da face precisam ser examinadas por um profissional com certa urgência, pois as veias vão dessa área até muito próximo do cérebro. Consequentemente, pode ocorrer uma situação com risco letal, denominada trombose do seio cavernoso, caso as bactérias se propaguem para esta região. Em muitos casos, o médico pode necessitar drenar cirurgicamente os furúnculos grandes ou aqueles que não respondem ao tratamento com antibiótico. Procurando ajuda profissional Em todos os casos, procure sempre um Otorrinolaringologista para que ele faça uma avaliação e possa dar um diagnóstico preciso. É de extrema importância não se auto medicar, pois os resultados dessa ação podem não ser tão positivos quanto esperado. Até a próxima!

Afinal, o que é poluição sonora? Poluição sonora é a terceira maior poluição,  depois da água e do ar, é um conjunto de ruídos que ocorrem simultaneamente no ambiente e são avaliados mediante a frequência e a intensidade sonora. E como podemos entender e diferenciar quando um som estiver sendo prejudicial para a nossa audição? É o que vamos ver nesse artigo. Além disso, também vamos falar sobre: O que é ruído? Como os ruídos são percebidos? Quais os impactos clínicos causados por sons muito altos? Quais são os níveis de ruídos aceitáveis para a nossa audição? O que é um ruído? O ruído é então definido como qualquer estímulo sonoro desagradável ou irritante para quem o está presenciando. Entretanto, para uma definição mais elaborada, poderíamos dizer que, o ruído seria o som que atrapalha a comunicação principal, podendo ser contínuo, intermitente ou de impacto, seja pelo volume exacerbado, seja pela qualidade do som emitido. Para a finalidade do diagnóstico e avaliação da progressão de perda auditiva instaurada, como eles são percebidos? Continue com a leitura, pois, vamos compreender melhor a seguir: Como os ruídos são percebidos? Os ruídos são percebidos em diferentes momentos do dia, como em uma sala de aula, situações de tráfego de veículos automotores, ambientes com muita música (como danceterias ou shows), eventos, aglomeração de pessoas, etc. E quais são os impactos clínicos desse problema? Além dos sintomas auditivos decorrentes da exposição excessiva ao ruído  ele traz  vários impactos não auditivos como: Conforme o aumento no nível de ruído, os indivíduos podem apresentar dificuldades para conciliar o sono; Problemas com hipertensão, insônia, estresse, falta de atenção, alterações gástricas, impotência sexual entre outros; Problemas para entender a fala escutar e manter diálogos com outras pessoas; Zumbidos; Incômodos progressivos; Entre outras características, que são sintomas da perda auditiva causada pela exposição ao ruído a longo prazo. Além disso, indivíduo também pode apresentar surdez, o que o levará a necessidade de utilizar aparelhos auditivos ou de reabilitação auditiva para recuperar, ou amenizar o dano causado pela exposição a  nível tóxico e constante da poluição sonora. Quais os impactos clínicos causados por sons muito altos? A poluição sonora promove o aumento de hormônios no sangue, como a adrenalina, que causa constrição dos vasos sanguíneos e, consequentemente, aumento da pressão arterial a curto prazo. Nesse caso, os indivíduos com diagnóstico de hipertensão serão mais afetados. Além disso, esse estímulo causa distúrbios de sono, principalmente quando associada a luzes intermitentes ou barulhos altos,

A audição é um dos cinco sentidos humanos, é capaz de ouvir e processar o som, e o órgão responsável por isso é a orelha. Este é o primeiro sentido a se desenvolver na gestação, por volta da décima sexta semana, quando já é possível o feto desenvolver estímulos provenientes do corpo materno e também do ambiente externo. Neste artigo vamos falar sobre: Anatomia da orelha A audição e a linguagem Volume e perda auditiva 5 Dicas para cuidar da audição Otorrinolaringologista no Centro Médico A anatomia da orelha O processo da audição ocorre em duas etapas: o mecânico, que acontece na orelha externa e média, e o mecânico/elétrico, que decorre na orelha interna. Orelha externa – constituída pelo pavilhão auricular e o canal auditivo. Orelha média – membrana timpânica e cadeia de ossículos. Orelha interna – cóclea, sistema vestibular e nervo auditivo. Ficou confuso? Acompanhe comigo a imagem abaixo:     A audição e a linguagem O sentido da audição é fundamental no nosso cotidiano e por muitas vezes é negligenciado. A audição nos permite desenvolver a linguagem oral, que é o que nos diferencia dos animais. Através dela percebemos o mundo ao nosso redor,  é um dos sentidos mais importantes para a nossa comunicação e relacionamento. O som é capaz de proporcionar e modificar as emoções, e elas podem ter um papel fundamental nos relacionamentos, na saúde e na qualidade de vida de cada um de nós. Muitas pessoas esquecem que os ouvidos são os responsáveis pela nossa qualidade de vida. Devemos estar atentos a saúde de nossos ouvidos o tempo todo, não somente na terceira idade, para termos uma boa audição. Volume e perda auditiva A Sociedade Brasileira de Otologia (SBO) realizou um estudo em São Paulo com 68 jovens. Nesse estudo foi concluído que apenas 14 deles escutavam música com volume mais baixo do que 85 decibéis (dB), valor que é considerado seguro para os ouvidos. Os valores médios ficaram entre 92 dB e 109 dB. Além disso, os alunos que participaram do levantamento passavam até 4 horas diárias com os fones de ouvido, tempo avaliado como excessivo, o que pode provocar consequências graves, chegando até a perda auditiva precoce. É preciso proteger a saúde de nossos ouvidos, por isso, fique atento a essas dicas: 5 dicas para cuidar da audição Não escute música nem televisão em volumes muito altos; Busque o silêncio pelo máximo de tempo possível, procurando descansar os seus ouvidos com períodos sem o uso de fones, por exemplo; Limite o

Infelizmente não existe uma fórmula que ajude a prevenir uma dor de garganta, mas existem alguns cuidados que devemos ter com o nosso corpo, que ajudam a reduzir os riscos de que a mesma aconteça. Neste artigo você irá aprender um pouco sobre alguns tratamentos que são preventivos, e outros que são remediativos. Mas, ambas as dicas aqui citadas são somente uma maneira mais simples de você cuidar da sua garganta. Para sintomas mais graves, recomendamos que você procure um profissional, ok? Enfim, vamos as dicas? Cuidados preventivos simples Existem muita maneiras de você cuidar da sua saúde. Entre elas, existem alguns hábitos simples, do dia a dia, mas que são extremamente importantes. Aliás, essas dicas não são recomendadas somente para prevenir dores de garganta, mas também para prevenção de doenças em todo o organismo. Alguns cuidados com a higiene pessoal, por exemplo, são essenciais para uma boa saúde. Entre esses cuidados com a higiene pessoa estão: Lavar as mãos com frequência; Manter distância de cigarro, poluição e ar-condicionado; Não forçar a voz; Não respirar pela boca; Cuidar com a troca de temperatura e ambiente; Beber bastante água ou líquidos. Alerta com a alimentação Existem alguns alimentos que se deve evitar, e que também ajudam a reduzir os riscos. São eles: Açúcar – Diminui os glóbulos brancos que ajudam a combater a infecção; Álcool – É desidratante e pode diminuir a função imunológica; Cafeína – É desidratante e pode aumentar a dor na garganta; Laticínios convencionais – Eles podem fazer com que o seu organismo produza muco, fazendo com que a dor de garganta prossiga. Orientação final Caso os sintomas persistam, é importante procurar orientação médica para iniciar um tratamento, e para cada causa existe um tratamento adequado. Alguns tratamentos naturais também podem ser utilizados para a dor de garganta, como gargarejo, gengibre e limão, mas eles não tratam a raiz do problema. O mais indicado é que você procure seu médico para que ele faça o acompanhamento e receite o tratamento mais preciso para o seu caso, não se automedique. Fonoaudiologista no Ambulatório CEVISA É com muita alegria que informamos que o Ambulatório do CEVISA conta com um Fonaudiologista. Mas, como é a profissão de fonoaudiólogo? O fonoaudiólogo é o profissional da área da saúde que trabalha com os diferentes aspectos da comunicação humana: linguagem oral e escrita, fala, voz, audição e funções responsáveis pela deglutição, respiração e mastigação. Desenvolve atividades voltadas à promoção da saúde, prevenção, orientação, avaliação, diagnóstico

A diabetes acontece porque o pâncreas não é capaz de produzir insulina em quantidade suficiente para suprir as necessidades do organismo, ou porque este hormônio não é capaz de agir de maneira adequada (resistência à insulina).   Existem alguns questionamentos sobre a diabetes. Muitas pessoas possuem diversas dúvidas a respeito do que se trata a doença, como ela surge, se tem cura, como prevenir, enfim, a lista é longa. Por isso, separamos algumas das principais perguntas sobre esse assunto.   Mas, primeiro precisamos entender o que é diabetes?   O que é diabetes? Diabetes é uma doença causada pela produção insuficiente ou má absorção de insulina, hormônio que regula a glicose no sangue e garante energia para o organismo.   A insulina é um hormônio que tem a função de quebrar as moléculas de glicose(açúcar) transformando-a em energia para manutenção das células do nosso organismo.   O diabetes pode causar o aumento da glicemia e as altas taxas podem levar a complicações no coração, nas artérias, nos olhos, nos rins e nos nervos. Em casos mais graves, o diabetes pode levar à morte.   De acordo com a Sociedade Brasileira de Diabetes, existem atualmente, no Brasil, mais de 13 milhões de pessoas vivendo com a doença, o que representa 6,9% da população nacional.   Agora sim, vamos as perguntas:   1) Existem restrições à prática de exercícios para pessoas com diabetes? Não há restrições, desde que o diabetes esteja controlado. A atividade física libera catecolaminas que são hiperglicemiantes, de modo que se tiver com glicemia elevada, a tendência é aumentar mais ainda.   2) Como devo fazer para receber os medicamentos grátis, pelo SUS, como insulina e fitas. A lei federal de n° 11.347 (assinada em 27 de setembro de 2006 pelo Presidente da República) está em vigor e determina que os pacientes com diabetes recebam, gratuitamente, do Sistema Único de Saúde - SUS, os medicamentos necessários para o tratamento, assim como os materiais exigidos para a sua aplicação e a monitoração da glicemia capilar. O texto da lei afirma que, para ter este direito, é preciso estar inscrito em algum programa de educação especial em diabetes.   Na prática, a pessoa precisa ir ao posto de saúde mais próximo de sua residência, e cadastrar-se como paciente com diabetes do SUS ou do Sistema de Informação em Hipertensão e Diabetes (Hiperdia). No mesmo local, deve-se pedir pelos medicamentos necessários ao tratamento, prescritos pelo médico responsável em uma receita que será ali apresentada.   Caso não seja plenamente atendido, paciente deverá relatar o caso à ouvidoria

Diabetes é uma doença crônica , a qual atera o metabolismo levando a uma hiperglicemia por deficiência da secreção da insulina pelo pâncreas ou pela dificuldade da ação da insulina que é a resistência insulínica , a qual atinge outros órgãos e tecidos do corpo humano.   A epidemia de diabetes mellitus (DM) é alarmante. Atualmente, estima-se que a população mundial com diabetes é da ordem de 425 milhões de pessoas , no Brasil 6.2% da população tem Diabetes Melitus. Principalmente o Diabetes Melitus tipo 2 (DM2) , o qual é o tipo  mais prevalente em tornos de 95% dos indivíduos  diabéticos,  poder ser prevenido e controlado através de mudanças de estilo de vida.   Diabetes tipo 2 - Características gerais A  maioria das pessoas que desenvolve o diabetes tipo 2, por exemplo, está acima do peso ou é obesa.  Comprovando  que educação alimentar e a qualidade de vida das pessoas está diretamente ligada ao desenvolvimento da doença.   A prevenção  de forma mais efetiva acontece quando se dá   mais atenção à saúde de forma integral.   A prevenção primária vai evitar que indivíduos suscetíveis desenvolvam diabetes, tendo impacto por reduzir ou retardar tanto a necessidade de atenção à saúde como a de tratar as complicações da doença.   As intervenções  para o paciente com Diabetes tipo 2, condição na qual a maioria dos indivíduos também apresenta obesidade, hipertensão arterial e dislipidemia, a abordagem também  deve abranger esses outros  problemas metabólicos,  o que, além de prevenir o surgimento de diabetes, estaria também evitando doenças cardiovasculares e reduzindo a mortalidade .   Diabetes e estilo de vida saudável Há muitas  evidências de que alterações no estilo de vida,  e na redução da atividade física, associam-se a acentuado aumento  na prevalência de DM2. Os programas de prevenção primária do DM2 baseiam- se em intervenções na dieta e na prática de atividades físicas, visando a combater o excesso de peso em indivíduos com maior risco de desenvolver diabetes.   É importante lembrar que, como toda doença, o diabetes se não controlado, pode trazer diversas complicações. O não controle da doença pode acarretar em complicações cardiovasculares, neuropatia diabética (dores contínuas, formigamento e falta de sensibilidade nos membros inferiores), nefropatia (exaustão renal e danificação dos néfrons) e retinopatia (edema na retina que pode levar a perda total ou parcial da visão). Uma ótima notícia, é que mantendo a doença sob controle e o estilo de vida saudável, alguns pacientes não necessitarão da utilização de medicamentos.   Mudança nos hábitos e estilo de