É tempo de relaxar!

Através da harmonia com a natureza o Centro de Vida Saudável promove um estilo de vida que trata e previne diversas doenças.

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Vegan

Sabemos que começar um projeto de vida saudável é uma tarefa difícil, mas não é impossível. Com pequenos ajustes na rotina é possível se livrar de alguns hábitos ruins, e conseguir resultados positivos. O conceito que envolve a palavra “estilo de vida” é muito amplo, inclui vários aspectos de vida, sendo que cada um desses aspectos influenciam a saúde individual da pessoa. Os aspectos estão em todas as áreas: física, mental, espiritual e social. E porque é importante ter um estilo de vida saudável? Porque um estilo de vida saudável ajuda a manter o corpo em forma e a mente alerta. Ajuda também a proteger de doenças, além de ajudar a impedir que as doenças crônicas piorem. Isso é importante porque a medida que envelhecemos surgem alterações nos músculos e nas articulações que trazem um declínio na força física. Hábitos saudáveis devem ser desenvolvidos quando ainda jovens, e mantidos durante toda a vida adulta até a idade madura. Algumas consequências ao negligenciarmos manter esses hábitos saudáveis são: Doenças cardíacas Câncer Derrame cerebral Acidentes Doenças pulmonar crônicas A importância da atividade física A necessidade de praticar uma atividade física de uma forma regular, sem exageros (falamos um pouco sobre a importância dos exercícios aqui, além de citarmos alguns exemplos de exercícios mais tranquilos aqui – para aquelas pessoas que não gostam muito e/ou tem preguiça em realiza-los) é importante para mantermos o organismo em harmonia. Para iniciar uma atividade física com segurança, consulte primeiramente um médico para que ele avalie suas condições físicas e ateste direcionando assim para quais atividades seriam mais recomendadas ao seu perfil. A importância de uma alimentação saudável A obesidade é a maior causa de mortes e de doenças em todo o mundo. Doenças como: hipertensão arterial, doenças cardíacas, derrame cerebral, diabetes, alguns tipos de câncer. Para evitar a obesidade é necessário realizar refeições balanceadas, com bastante cálcio – o cálcio com os exercícios ajudam a prevenir a osteoporose. >> Todas as vezes que você come além do necessário, o seu corpo irá armazenar em forma de gordura << Uma boa dieta é aquela que combina frutas, vegetais, grãos integrais, legumes, gorduras saudáveis – controladas, evitar a ingestão de álcool e se você sentir necessidade, consulte o médico para uma orientação mais específica. Evite ingerir substâncias que prejudiquem sua saúde. Fumar e beber são fatores muito importantes para o surgimento de doenças pulmonares, do coração e circulação, câncer, acidentes automobilísticos e acidentes domésticos. As drogas além de tornar o usuário dependente podem levar também a deterioração

Deu um nó na sua cabeça? Uma coisa que muita gente não sabe, é se o ferro que faz pregos, é o mesmo ferro que aparece na tabela nutricional dos alimentos. Esse mineral escuro que está no seu carro, na estrutura da sua casa, dentro do seu celular,é sim um nutriente e ainda por cima – pode estar faltando no seu prato! Os sintomas de carência de ferro são: cansaço, pele pálida e até falta de controle da temperatura corporal. Vamos com calma! Não significa que você tem que sair por aí mastigando prego! Você pode encontrar ferro em vários alimentos, mas existe uma diferença fundamental. O FERRO HEME e o FERRO NÃO HEME O ferro HEME é de origem animal, que tem uma melhor biodisponibilidade – ou seja ele é mais absorvido pelo nosso organismo. Daí que vem essa conversa de que quem não come carne é mais fraquinho! Mas isso não é verdade! O ferro não HEME, com menor biodisponibilidade, você encontra em vários alimentos que não são de origem animal como: lentilhas,  tofu, quinoa, aveia, arroz integral, pistache, semente de girassol, semente de abóbora, tomates, castanha de caju, entre outros. E seu corpo consegue assimilar de um jeito diferente esse ferro, mas com eficácia. Comparando os índices de anemia entre pessoas que são vegans ou vegetarianas e com carnívoros, ambos tem índices similares de carência de ferro. A verdade é que o importante não é quanto ferro você come, mas quanto você consegue assimilar no seu corpo. Algumas pessoas tomam um comprimido com toda a recomendação de ferro diária. Só que o corpo não entende e acaba conservando apenas uma pequena quantidade de todo aquele ferro. O melhor seria distribuir essa dose durante o dia, tomando um comprimido com cada refeição por exemplo. Alimentos com ferro não heme e vitamina C melhoram a captação de ferro em até 5 vezes! Pense em: molho de tomate, arroz e feijão – um suplemento de ferro que realmente funciona. Uma panela de ferro fundido pode ajudar você na sua suplementação! Experimente cozinhar nela alimentos ricos em vitamina C.   Fonte:https://goo.gl/rbev3Q

A pipoca é um alimento rico em fibras e promove uma sensação de saciedade rapidamente, sendo uma ótima opção de lanche para quem está de dieta. Uma xícara de chá, estourada no ar quente possui apenas 31 kcal. Só que para manter o baixo nível de calorias é preciso preparar a pipoca da maneira certa. O ideal é não usar óleo para estourar os grãos e nem adicionar manteiga no final do preparo. O modo de preparo é muito simples. Esquente uma panela vazia, sem o milho e nem óleo, de 3 a 5 minutos em fogo alto. Coloque o milho na panela e abaixe o fogo para temperatura média. Mexa bem a panela para não correr o risco de queimar. Pode demorar um pouco mais para estourar do que a maneira convencional. Após estourar a pipoca sirva com pouco sal, ou opções mais saudáveis como o sal marinho ou sal rosa do Himalaia, e se quiser você também poder servir com tempero de ervas secas e outras especiarias.   Lembrando que aqui no CEVISA não fritamos nada! Não usamos óleo para refolgar os temperos, para manter a alimentação  ainda mais saudável e terapêutica. Essa pipoca é aprovada pela nossa nutricionista e nossa chef!

5 Verdades sobre a vitamina B12 As dietas vegetarianas são benéficas na prevenção e no tratamento de diversas doenças crônico-degenerativas não transmissíveis. As dietas ovolacto e lactovegetariana fornecem todos os nutrientes necessários ao organismo humano. Apenas a vegetariana estrita não apresenta fontes nutricionais de vitamina B12, que deve ser obtida por meio de alimentos enriquecidos ou suplementos. A cobalamina, ou vitamina B12, é um elemento essencial para o funcionamento de todo nosso organismo. Como as únicas fontes alimentares seguras dessa vitamina são os alimentos de origem animal, existem muitos mitos sobre ela. Então vamos pontuar cinco verdades contidas no guia alimentar de dietas vegetarianas (SVB, 2012): É uma vitamina produzida por bactérias. Essas bactérias vivem no solo orgânico e no intestino de animais (vacas, carneiros, humanos…). Como as plantas não precisam dessa vitamina para se desenvolverem, então elas não absorvem a B12. Existem versões ativas e análogas dessa vitamina. Muitos dos alimentos não derivados de animais que tem a fama de ter B12, tem, na verdade, alguma forma análoga. Essa forma não só não funciona em humanos como também atrapalha a absorção da B12 ativa. Então não tente consumir algas, cogumelos, leveduras etc para suprir a necessidade de B12. Eles são alimentos interessantes para suprimento de outros nutrientes, mas não irão te ajudar a manter sua B12 normal. A deficiência de Vitamina B12 ocorre em vegetarianos e não vegetarianos. A deficiência dela atinge 50% a 60% dos vegetarianos e 40% dos não vegetarianos. No Brasil, sua deficiência acomete mais de 50% da população onívora. Logo, isso pode significar que o problema não está apenas na restrição dos alimentos de origem animal. É um problema maior, multifatorial: ligado ao uso indiscriminado de medicamentos que inibem a produção de ácido no estômago, uso de adubo químico no solo, alteração da nossa flora intestinal, uso indiscriminado de antibióticos etc. O diagnóstico da deficiência é simples. Verifique a quantidade da vitamina no sangue (através de exame laboratorial). Quando o nível sérico de vitamina B12 está abaixo de 350 pg/mL, já há sintomas específicos de deficiência. Para manter o indivíduo sem deficiência de vitamina B12 é ideal que esse nível fique acima de 490 pg/mL e a homocisteína esteja abaixo de 8 mcmol/L. Segundo Norbert (2011), a homocisteina é um representante da deficiência de nutrientes e quando está elevada contribui para o aumento do risco cardiovascular e demências. Confira essas taxas a cada seis meses, especialmente se for vegetariano ou usar medicações de forma regular.

Você pode encontrar, hoje em dia, uma grande variedade de frutas, verduras e legumes, nas feiras e supermercados durante todo o ano. Essa disponibilidade é o resultado de técnicas modernas de produção agrícola, envolvendo sementes modificadas, adubos, e até agrotóxicos.O que pode parecer positivo, mas não é. O ideal é escolher alimentos orgânicos e preferir por comprar alimentos da época. Que são frutas, legumes e verduras que a natureza produz sem a intervenção tecnológica mais intensa.O engenheiro agrônomo e pesquisador do Centro Nacional de Pesquisa de Mandioca e Fruticultura da Empresa Brasileira de Pesquisas Agropecuárias (Embrapa), Domingo Haroldo Reinhardt, explicou para o instituto Akatu que qualquer tipo de produção em escala comercial faz uso dessas técnicas, o que possibilita a oferta do produto fora de sua época natural.Para ampliar a janela de oferta ao longo do ano, a produção orgânica usa técnicas de adubagem a partir de resíduos vegetais e animais para enriquecer o solo e potencializar a produção. “Esse processo não tem muita interferência no produto final.A fruta amadurece fora de sua época, mas obedece a seu ciclo natural”, explica Reinhardt. Os fertilizantes químicos, muito usados na agroindústria, aumentam o teor de água dos produtos reduzindo seu valor nutritivo e seu sabor, além de empobrecerem o solo em longo prazo. “A utilização dos adubos químicos, dos defensivos agrícolas e das sementes modificadas formam um círculo vicioso, porque essas plantações necessitam cada vez mais de adubação e proteção de químicos para se desenvolver”, explica o pesquisador da Embrapa.Por respeitarem o ciclo natural de amadurecimento, as “frutas da época” têm sabor mais próximo ao original e acumulam mais nutrientes. “Além disso, devido à maior oferta no período, os preços tendem a baixar, o que gera economia para o consumidor final”, diz o engenheiro agrônomo Cloves Ribeiro Neto, do Instituto Brasileiro de Frutas (Ibraf). As “frutas da estação” comumente são produzidas em locais próximos aos seus pontos de distribuição.Optar por consumi-las contribui para a redução do impacto ambiental uma vez que essa prática “impulsiona a economia local, diminuindo as distâncias entre produtor e consumidor, o que reduz o desperdício de produtos durante o seu transporte”, completa Cloves.E quais são os alimentos da época? Veja só! Janeiro Frutas: abacaxi, carambola, coco verde, figo, framboesa, fruta do conde, laranja-pera, mamão, maracujá, melancia, nectarina e uva; Verduras: alface, cebolinha, couve e salsa; Legumes: abóbora, abobrinha, beterraba, pepino, pimentão, quiabo e tomate. Fevereiro Frutas: abacate, ameixa, carambola, coco verde, figo, fruta do conde, goiaba, jaca,

BOLO INTEGRAL DE FRUTAS •             4 xíc. de farinha de trigo integral •             2 xíc. açúcar mascavo •             1/2 xíc de óleo •             2 col. de sopa de fermento químico •             2 xíc. de leite de soja ou castanha •             1 pitada de canela •             1 pitada de sal •             3 bananas nanicas picadas •             3 maçãs picadas https://youtu.be/NDYjPOHZjlQ Modo de preparo: Em uma tigela, coloque os ingredientes secos, menos o fermento. Em seguida, acrescente o leite e mexa até formar uma massa homogênea. Acrescente a banana e a maçã e misture. Em seguida, adicione o fermento e mexa devagar. Coloque em uma forma untada com óleo e leve para assar em forno pré aquecido por cerca de 40 minutos. Bom apetite!

1 xícara de chá de farinha de grão de bico ·         4 colheres de sopa de azeite de oliva ·         1 colher de chá de sal do himalaia ·         ½  colher de café de bicarbonato de sódio ·         ½ colher de café de goma xantana (opcional se quiser uma massa mais firme) ·         Água fria até dar o ponto Amassar o grão de bico cozido  MODO DE PREPARO: Misturar toda a parte seca, em seguida unir o azeite e incorporá-lo bem com a ajuda das palmas das mãos, adicionar água q.b. para obter uma massa bem compacta. Deixar a massa repousar por 15 minutos em geladeira. Abri-la com as mãos na forma com fundo removível. Rechear a massa crua (recheio deve estar frio) e assar por 40 min em forno pré-aquecido a 180 graus. Não asse a massa primeiro e depois recheio pois irá quebrar e recheio soltará da massa.  

O Pão sem Glúten de mandioquinha é macio e fica uma delícia para sanduíche. Ingredientes: 3 colheres de sopa de azeite de oliva; 1/2 xícara de chá de polvilho azedo; 3 e 1/2 xícaras de água fervente; 1 colher de chá rasa de sal marinho; 1 e 1/4 xícara de polvilho doce; 5 mandioquinhas salsa. Fermento Biológico A mandioquinha apresenta alto teor de vitaminas do complexo B e vitamina C!   Como fazer:   O primeiro passo é descascar as mandioquinhas e picá-las em pedaços. Coloque-as em uma panela média com água e cozinhe por 15 minutos com a tampa fechada. Reserve a água, aguarde a mandioquinha esfriar e amasse com as mãos, acrescentando os demais ingredientes um a um. Sove a massa até começar a desgrudar das mãos. Em seguida, faça bolinhas moldando com as mãos, coloque-as em uma assadeira de silicone ou untada. Leve ao forno com temperatura alta (230° C) e deixe assar por 40 minutos ou até dourar. Sirva morno.

Recentemente, recebemos uma série de perguntas sobre o uso da farinha em nossas receitas. Dentre elas destacamos a mais repetida, e resolvemos criar uma Tag chamada “Perguntas Aleatórias”. A princípio, vamos responder as dúvidas aqui no blog, mas conforme for, vamos criar vídeos e lives onde nossos especialistas possam interagir com você, seguidor! Bom dia. Vejo que as receitas saudáveis do CEVISA não eliminam a farinha de trigo. É recomendado comer carboidrato em uma alimentação saudável? Uma de nossas nutricionistas, Cyntia Maureen, responde: Carboidrato é uma coisa e glúten é outra! Comer carboidratos integrais é benéfico, porém, o excesso de farinha de trigo não. A alimentação deve ser equilibrada, tendo como base sempre os alimentos minimamente processados e integrais. Existem alternativas para a farinha de trigo, entretanto,  o glúten não é prejudicial para todas as pessoas. Nosso organismo funciona à base de carboidratos, mas sempre busque uma fonte natural: mandioca, milho, inhame, batatas, aveia, trigo em grão, cevada em grão, etc. Por fim, fica aqui um alerta: procure sempre um profissional para maiores esclarecimentos!

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