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Síndrome de Burnout é um desgaste que prejudica os aspectos físicos e emocionais da pessoa, levando a um esgotamento profissional. Neste artigo, montamos um panorama sobre o assunto, ajudando a promover a prevenção e auxiliar no tratamento de quem está sofrendo com o problema. Siga com a gente!   A atual pandemia do novo coronavírus virou as relações e o modo de trabalho de cabeça para baixo. Em poucos dias, funcionários e empresas foram obrigados a se adaptar ao famoso home office ou teletrabalho do “novo normal”.   Por consequência disso,  acabaram as happy hours entre amigos e colegas, o expediente se resumiu em horas em casa, na frente do computador, equilibrando as tarefas do serviço com os afazeres domésticos.   Este é um cenário que muito preocupa os especialistas, pois tende a agravar cada vez mais a já existente e temida síndrome de Burnout.    O que é Síndrome de Burnout?   Traduzindo do inglês, "burn" quer dizer queima e "out" exterior, a Síndrome de Burnout ou Síndrome do Esgotamento Profissional é um distúrbio emocional com sintomas de exaustão extrema, estresse e esgotamento físico resultante de situações de trabalho desgastante, que demandam muita competitividade ou responsabilidade.    A principal causa da doença é justamente o excesso de trabalho. Esta síndrome é comum em profissionais que atuam diariamente sob pressão e com responsabilidades constantes.   De acordo com o Ministério da Saúde, essa síndrome pode resultar em estado de depressão profunda por isso é essencial procurar apoio profissional no surgimento dos primeiros sintomas.   Como a pandemia pode agravar os sintomas? Nos últimos meses, a síndrome de Burnout vem ganhando força principalmente entre os trabalhadores de serviços essenciais, funcionários em home office e profissionais da saúde. Com horas sem fim nos hospitais e uma rotina em casa que não delimita o horário profissional, fica ainda mais difícil controlar o psicológico, principalmente com o agravante da pandemia.    Portanto, é necessário entender que esta não é uma doença qualquer, assim como a depressão e a ansiedade, que também podem ser desencadeadas com frequência nos tempos que vivemos.   Fatores de risco e sintomas   Mediante um cenário econômico incerto, alta taxa de desemprego, aumento da competitividade e a busca por uma posição de destaque no ambiente profissional, tudo isso pode ocasionar um esgotamento psicológico e desencadear ansiedade, depressão e síndrome de Burnout.   Alguns dos sintomas de Burnout são, cansaço excessivo, dor de cabeça frequente, insônia, negatividade constante, dores musculares, alteração nos batimentos cardíacos e dificuldade de concentração.   Tratamentos adequados - CEVISA   Aqui no CEVISA temos o programa Saúde Emocional,

A ansiedade e o estresse interferem diretamente na homeostase do organismo, alterando  a liberação de hormônios, influenciando em neurotransmissores,  como também em outros componentes bioquímicos que afetam nossas células de defesa, podendo assim comprometer diretamente com nossa imunidade e emoções.   Isto quer dizer, quanto mais ansiosos e estressados, mais teremos nossas barreiras de proteção fragilizadas e portanto ficamos mais vulneráveis à enfermidades.   Nesse artigo vamos falar um pouco sobre essa relação entre nossas emoções e o sistema imunológico. Mas, se você quiser saber um pouco mais sobre a relação do sistema imunológico e outros fatores acesse aqui e aqui.   Vamos a leitura?   O sistema imunológico e sua função Então o que é o sistema imunológico? São redes de células e moléculas , que estão em todo o organismo, as quais  conseguem reconhecer vários patógenos ou antígenos de  vírus, bactérias ,fungos, produtos tóxicos , entre tantas outras  doenças  e destruí-los.   Uma  vez que o  corpo tenha um sistema imune equilibrado, são comumente chamadas de soldados de defesa.  Esta defesa é essencial contra o desenvolvimento de infecções. Chamamos de imunodepressão quando o nosso sistema imunológico está fragilizado , desordenado ou desequilibrado.   Fatores que afetam nosso sistema imunológico São vários os fatores que podem afetar a nossa imunidade, mas são os fatores psicológicos que menos damos importância.   O sistema imunológico é modulado pelos processos químicos do estresse e da ansiedade, envolvendo ações químicas (liberação elevada de hormônios como por exemplo o cortisol) tanto no sistema endócrino, como no sistema nervoso.   Quando os sistemas endócrino e nervoso estão alterados, o organismo se torna mais suscetível a processos infecciosos, bacterianos e virais. Atualmente estamos enfrentando um processo viral.   Relação entre a imunidade e as emoções Então, como permanecer imune ao estresse e a ansiedade, numa situação de pandemia?   Tanto o estresse como a ansiedade são processos químicos naturais do organismo. São necessários para preparar o organismo na resposta as situações adversas. Por isso a questão não esta ligada diretamente na ausência deles (estresse e ansiedade), mas como eles estão se desenvolvendo no corpo, ou como estamos respondendo a eles.   A Psiconeuroimunologia afirma que nossa postura frente às situações estressoras, pode ajudar com que nosso organismo tenha respostas positivas, mantendo assim a nossa imunidade.   Como podemos fazer isso? Vamos elaborar fatores que vão nos ajudar a permanecer imunes ao estresse e a ansiedade: Manter hábitos que aumentem nossa imunidade. Estes hábitos estão acessíveis para todos nós. Mantendo 15 min de exposição ao Sol em partes do corpo que não estão sempre

Ansiedade é um termo geral para vários distúrbios que causam nervosismo, medo, apreensão e preocupação. Pessoas que sofrem de distúrbios de ansiedade sentem uma preocupação e medo extremos em situações simples da rotina, além de alguns sintomas físicos, o que atrapalha suas atividades cotidianas, já que eles são difíceis de controlar. Nesse artigo você vai encontrar: que é ansiedade Os sintomas mais comuns Ansiedade versus depressão Causas Principais tratamento Buscando ajuda médica Vamos lá! O que é ansiedade Ansiedade é um distúrbio emocional, causado pelo medo excessivo do futuro. É uma preocupação intensa, excessiva e persistente e medo de situações cotidianas. A ansiedade pode ser normal e é um indicador de doença subjacente somente quando os sentimentos se tornam excessivos, obsessivos e interferirem na vida cotidiana. Por falar em sintomas:   Os sintomas mais comuns A ansiedade e seus transtornos podem causar sintomas tanto mentais quanto físicos, que atrapalham o dia a dia de diversas formas. Veja quais são os principais: Sintomas psicológicos da ansiedade Constante tensão ou nervosismo Sensação de que algo ruim vai acontecer Problemas de concentração Medo constante Descontrole sobre os pensamentos, principalmente dificuldade em esquecer o objeto de tensão Preocupação exagerada em comparação com a realidade Problemas para dormir Irritabilidade Agitação dos braços e pernas. Sintomas físicos da ansiedade Dor ou aperto no peito e aumento das batidas do coração Respiração ofegante ou falta de ar Aumento do suor Tremores nas mãos ou outras partes do corpo Sensação de fraqueza ou cansaço Boca seca Mãos e pés frios ou suados Náusea Tensão muscular Dor de barriga ou diarreia. Ataques de pânico Os ataques de pânico são uma reação comum aos transtornos de ansiedade, principalmente na síndrome do pânico. Suas principais características são: Sensação de nervosismo e pânico incontroláveis Sensação de morte Aumento da respiração Aumento da frequência cardíaca Tonturas e vertigens Problemas gastrointestinais. Em alguns casos, os sintomas físicos são tão intensos que podem ser confundidos com depressão. O que nos leva ao próximo tópico: Ansiedade versus depressão Muitas pessoas acreditam que ansiedade e depressão têm sintomas muito semelhantes, como: Medos Insônia Insegurança Dificuldades de concentração Irritabilidade. Um estudo, que ficou conhecido como Kendell, mostrou que diagnóstico de depressão passa para a ansiedade em 2% dos casos, enquanto os casos de ansiedade se tornam depressão em 24%. Uma explicação para isso é que os pensamentos negativos que o ansioso têm sobre si mesmo podem ser gatilhos para a depressão. Tanto a ansiedade quanto à depressão costumam estar ligadas a disfunção de neurotransmissores chamado