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6 cuidados com a pele   As características da pele, suas funcionalidades e importância para o nosso organismo são realmente magníficas, não é mesmo? Ela é o maior órgão do nosso corpo, nos protege contra traumatismos, participa da síntese da vitamina D, atua na manutenção do equilíbrio hídrico e eletrolítico e ainda ajuda na regulação da temperatura corporal, por isso, cuidados com a pele são essenciais.   Eventualmente, ela pode até mesmo indicar algum problema de saúde, apesar da maior parte dos transtornos ser apenas localizada na pele. Mas, afinal, como é composta a nossa pele? E como podemos cuidar dela de forma efetiva? Acompanhe neste artigo:   Como é composta as camadas da pele   A gente ouve falar bastante sobre derme e epiderme, principalmente nas publicidades de cosméticos. Na verdade, a epiderme, a derme e a camada subcutânea de gordura são as três principais camadas da pele.   A epiderme é a mais superficial. Ela é fina e resistente, e tem a função de impedir a entrada da maior parte de agentes externos, como vírus e bactérias. É também na epiderme que  se produz a famosa melanina, que dá cor à pele e ajuda nos proteger contra a radiação ultravioleta.   Já a derme é a camada mais espessa, atua na flexibilidade e resistência e ainda envolve uma série de funções importantes, como terminações nervosas, vasos sanguíneos. e glândulas sudoríparas e oleosas (sebáceas),   Por fim, temos a camada de gordura, que ajuda a isolar o corpo do calor e do frio e ainda possui cobertura que serve para armazenar energia.   Principais cuidados   Sendo um órgão em contato direto com o meio ambiente, a nossa pele exige cuidados diários específicos. São estes:   Higiene   Bom, não é à toa que tomamos banho frequentemente. A higiene ajuda a remover impurezas, agentes infecciosos e poeira. Especificamente para a pele do rosto, é importante higienizar duas vezes por dia. Isso porque as sujeiras acumuladas ajudam a formar cravos e espinhas e também podem provocar o envelhecimento precoce. Use um sabonete adequado para o seu tipo de pele e também um tônico, que ajuda a fazer uma limpeza mais profunda da pele do rosto.   Hidratação   A hidratação não apenas vai contribuir para uma pele mais macia e bonita. Ela também é fundamental para evitar danos, como ressecamento, irritações e infecções. Também vale lembrar de utilizar sempre um produto adequado para o seu tipo de pele, incluindo quem tem pele oleosa. Outra dica essencial para a hidratação e para a saúde como um todo, é claro,

Para quem adora um docinho, é difícil resistir, não é mesmo? Inclusive, a ciência explica que existe um processo químico em nosso organismo ao processar os açúcares que justifica a satisfação de comer um doce. Porém, é necessário ficar atento, pois o excesso de açúcar traz uma série de riscos para a nossa saúde.   O açúcar está presente em diversos alimentos, como frutas, cereais, massas, bebidas e nos produtos industrializados em geral. Atualmente, a Organização Mundial da Saúde recomenda o consumo de 25 gramas de açúcar por dia, o que equivale a 5% das calorias diárias, e uma quantidade máxima de 50 gramas.   Porém, o brasileiro consome em média 80 gramas de açúcar, 50% a mais que o recomendado, o que corresponde a 18 colheres de chá por dia. Desse consumo, 64% vem do açúcar que adicionamos nos alimentos, como ao adoçar o chá ou o suco. Já os outros 36% vem dos alimentos industrializados. Vamos agora entender os problemas desse excesso:   A chegada do açúcar no organismo   O problema começa com o tipo de açúcar presente nos alimentos industrializados, na mesa para adoçar e nas receitas de bolos, pudins, entre outros. É o açúcar branco, refinado, assim como a farinha ou arroz branco. Todos esses alimentos são considerados carboidratos simples, sem os demais componentes que compõem os alimentos integrais, como fibras e minerais.   Dessa forma, esses alimentos ricos em carboidratos simples são metabolizados de forma muito mais rápida do que os que possuem carboidratos complexos, como é o caso das frutas, arroz ou pão integrais, e cereais integrais de maneira geral. De maneira simplificada, a gente pode dizer que o alimento integral “dá mais trabalho” para o seu corpo até ele conseguir transformá-lo em glicose, enquanto que, com o refinado, esse processo é muito mais rápido.   Conforme aumenta a taxa de glicose no sangue após ingerir um doce, quem entra em ação com bastante trabalho a fazer é o pâncreas, que produz a insulina responsável por metabolizar a glicose. A alta quantidade de insulina faz com que o nível de glicose baixa, e você volta a sentir apetite. Por isso que ocorre aquela famosa fome pouco tempo depois da macarronada de domingo.   Riscos do excesso de açúcar   Com o consumo de carboidrato em excesso, o nosso corpo armazena uma parte desses carboidratos nas células em forma de um composto chamado glicogênio, e converte o restante em gordura. Por isso, o excesso de açúcar está diretamente ligado

O diabetes é uma doença crônica, sem cura e de evolução progressiva. Mas, com bom controle da doença, é possível conviver com ela de forma saudável e com ótima qualidade de vida. O que faz a diferença é compromisso que cada um tem em se cuidar de verdade. Se é o seu caso ou o de alguém próximo, fique atento às seguintes dicas e recomendações:   Controle o peso Ao mudar o estilo de vida e de forma dirigida para para a redução de peso, no caso dos que  estão com sobrepeso ou sofrem de obesidade, é decisivo para o controle do diabetes. A redução moderada de peso, equivalente a 5% a 7% do peso corporal, traz melhorias para o controle glicêmico e diminui as chances de necessitar de medicamentos, por exemplo. Ou seja, perder aqueles 5 ou  6 quilos pode trazer mais benefícios do que imaginava. Essa perda o também traz importantes ganhos para o controle de lipídios e pressão arterial.   Consuma carboidratos da forma correta A indicação de consumo de carboidratos para quem possui diabetes tipo 2 pode variar, de acordo o acompanhamento profissional e necessidades específicas de nutrição. Mas, por incrível que pareça, a recomendação geral de como consumir esse nutriente é a mesma para todas as pessoas sem a diabetes. Ou seja, deve ser um consumo de alimentos de qualidade, sem excessos, e que inclua cereais integrais e com redução de consumo de doces, massas e gorduras Um estudo publicado na revista Lancet em 2019 diz que o consumo de 15 g/dia de cereais integral tem grande ação positiva sobre o controle do diabetes 2.   Inclua as fibras no cardápio As fibras são de grande importância para a prevenção e controle do diabetes por atuarem no controle da glicemia, metabolismo de lipídios, sensação de saciedade e controle de peso. As fibras estão presentes no vegetais, como folhas, talos, sementes e bagaços, e os principais alimentos que é possível encontrá-las são frutas, legumes, verduras, leguminosas como ervilha, feijão, grão de bico e lentilha, farelo de aveia e de cevada e semente de linhaça. Outro aspecto das fibras que vem sendo estudado por pesquisadores é a importância do consumo das fibras prebióticas, que são que ajudam na preservação da flora intestinal, que também influencia na ação da insulina. A fibras prebióticas são encontradas em sementes e raízes de vegetais como alho, cebola, chicória, alcachofra, aspargo, graõs de soja, grão de bico, cevada e centeio.   Dê

Receber a alta hospitalar após tratar de complicações da Covid-19 é um dos momentos mais esperados por quem sofreu com a doença, bem como para quem acompanhou o caso de um familiar ou amigo próximo. Mas, muitas vezes essa etapa é o início de uma segunda jornada, que é a de tratar uma série de sintomas que acometem as pessoas que já se curaram da infecção pelo SARS-CoV-2, o novo coronavírus, e que podem permanecer por meses.   Esse conjunto de sintomas é chamado de síndrome pós-Covid-19 e atinge, principalmente, quem teve caso agudo da doença, os quais precisaram de internação ou ainda de serem intubados. Devido ao tempo de internação e danos causados pelo estado de inflamação sistêmica, essas pessoas voltam para a casa com o corpo bastante debilitado, com perda de condicionamento físico, dores persistentes pelo corpo e, às vezes, com sequelas respiratórias mais severas.   E o que chama a atenção é que a síndrome também tem acometido quem teve casos mais leves da doença.   Entre os principais sintomas da síndrome pós-Covid19 estão: Dificuldades respiratórias: Desequilíbrios na função cardíaca; Fadiga; Dores musculares; Dores nas articulações; Dor de cabeça; Perda de força muscular; Perda de memória; Dificuldade de raciocínio; Transtornos mentais, como ansiedade e depressão. Abaixo, listamos algumas informações sobre o que se sabe a respeito dos principais sintomas:   Problemas respiratórios   Falta de ar, fadiga, cansaço, dor no peito, tosse crônica são alguns dos sintomas que podem permanecer por semanas e até meses após a infecção da Covid-19. A fadiga, que é o cansaço mais intenso, pode atingir até cerca de 60% das pessoas que tiveram a doença, o que faz dessa condição o relato mais comum em pacientes já recuperados da infecção. Uma das causas dessa perda de desempenho pulmonar pode ser devido à fibrose pulmonar, uma cicatriz gerada depois de uma inflamação no órgão. Com isso, atividades simples do dia a dia, como andar, trabalhar ou qualquer outra coisa rotineira se torna extremamente cansativo.   Problemas cardiovasculares   Logo no início da pandemia, entendemos os riscos da Covid-19 para quem já possui problemas no sistema cardiovascular, como a hipertensão. Agora, também tem sido revelado o quanto muitas pessoas têm desenvolvido transtornos após a infecção, inclusive em quem não tinha nenhuma doença cardíaca pré-existente. Entre os problemas que podem ocorrer estão arritmias, aumento ou diminuição da pressão arterial, insuficiência cardíaca e miocardite. Um estudo realizado no Reino Unido revelou que cerca de 55% de pacientes internados com Covid-19 desenvolveram

Como a imunidade das crianças ainda está em desenvolvimento (sistema imune imaturo), as infecções costumam ser frequentes, ainda mais com o contato diário com outras crianças. Sendo assim, não é possível se prevenir completamente.   O sistema imunológico é um sistema complexo, responsável principalmente por nos proteger contra infecções, mas também contra tumores e doenças autoimunes.  Está em constante combate aos agentes de infecção, como vírus, bactérias, fungos, dentre outros, impedindo o adoecimento.   É importante entender que, na faixa etária infantil, o sistema imunológico amadurece gradualmente desde o nascimento até a adolescência, o que explica as muitas infecções a que as crianças estão sujeitas.   Quando o bebê nasce, suas defesas são imaturas. Ele se beneficia dos anticorpos maternos que atravessaram a barreira da placenta e dos anticorpos e outras substâncias de defesa presentes no leite materno. Mas, atenção! Cuidados especiais são necessários, como vacinação, evitar exposição a aglomerações e a pessoas doentes.   Após os seis meses de idade, a defesa contra bactérias vai amadurecendo. Por outro lado, é comum vermos crianças com diversos resfriados e outras doenças virais. Isso é inerente da idade, quando os anticorpos que o bebê ganhou dentro do útero vão diminuindo. Crianças dos 6 meses aos 5 anos de idade, podem ter até 1 infecção viral ao mês a depender do contato com outras crianças, seja em casa ou na escola ou creche. Após os 5 anos de idade, essas infecções virais diminuem e as infecções bacterianas são raras.   Para o sistema imunológico funcionar adequadamente existem vários fatores, como: genética, meio ambiente, fatores metabólicos, fisiológicos, anatômicos e do próprio agente agressor.   Desta forma, os hábitos saudáveis influenciam na manutenção do equilíbrio do corpo para o combate às infecções.   Reforçando a imunidade das crianças   1) Proporcionar uma alimentação saudável para as crianças com consumo de frutas, vegetais, castanhas, grãos integrais e feijões. Evitar guloseimas, alimentos açucarados, processados e industrializados. Incentivar a ingestão de água.   2) Amamentar o bebê exclusivamente com leite materno até o sexto mês de vida e mantê-lo junto com as refeições do sexto mês até pelo menos os 2 anos de idade.   3) Garantir um ambiente tranquilo e escuro para o sono da noite, bem como estabelecer os horários de dormir e acordar.   4) Proporcionar atividades físicas, brincadeiras, de preferência com ar fresco e luz solar. As atividades físicas e a vitamina D têm um importante papel na modulação do sistema imunológico.   5) Manter a casa arejada e higienizada, assim como o asseio corporal das crianças,

Nestes últimos dias muito se tem falado na mídia em  relação aos cuidados que devemos ter referente ao COVID-19 com os mais idosos. Para a terceira idade, a infecção por Coronavírus poderá  se tornar grave, especialmente quando o idoso já tem outros problemas de saúde, como diabetes, doenças respiratórias, cardiovasculares e um sistema imunológico mais fraco.    Este post vai abordar um pouco sobre o sistema imunológico e os cuidados que uma pessoa idosa deve ter por consequência do momento que o mundo está vivendo com COVID-19.   Vamos lá!   Porque os idosos são mais susceptíveis a terem doenças mais graves?   As mudanças que acontecem no sistema imunológico durante o processo de envelhecimento do corpo, chamado de imunossenescência, este  é um dos principais fatores nos idosos, o qual aumento o risco deles terem infecções mais graves, assim como aumento da incidência de outras doenças nesta faixa etária.   Portanto, na terceira idade há uma redução fisiológica  no número e na atividade dos linfócitos T, células que ajudam a combater a presença de agentes capazes de prejudicar a saúde do organismo. A imunossenescência reduz o reconhecimento de novos antígenos, isto é, o corpo do idoso , por exemplo se torna incapaz de reconhecer um novo vírus,  como um invasor,  demorando  a reagir,  consequentemente as suas enfermidades poderão se manifestar de formas mais graves.   Como fazer para diminuir as infecções?   Antes de mais nada, é bom lembrarmos que não existe uma receita clara e definitiva, para que os idosos possam diminuir o risco de desenvolver uma infecção viral ou bacteriana grave,  entretanto, adotar alguns cuidados básicos recomendados para um envelhecimento saudável é fundamental.   Cuidados básicos para evitar o aumento de infecções – Manter as doenças crônicas (hipertensão arterial, DPOC, asma, diabetes) sob controle, seguindo os conselhos de seu médico e tomando os medicamentos prescritos regularmente; – manter-se ativo;  – alimentar-se bem, com alimentos com qualidade nutricional; – não fumar; – não beber em excesso.   Na atual situação da pandemia causada pelo coronavírus, o Ministério da Saúde e a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomendam ter atenção extra com a higiene para reduzir o risco de contrair ou transmitir infecções respiratórias aguda.   Medidas de higiene para evitar contaminação – lavar as mãos frequentemente com água e sabonete por pelo menos 20 segundos. Se não houver água e sabonete, usar um desinfetante para as mãos à base de álcool; – evitar tocar os olhos, o nariz e a boca com as mãos não lavadas; – evitar contato

Um sistema imunológico é formado por uma série de células de defesa e reações químicas, com o  objetivo de  lutar e nos proteger contra os mais diversos  patógenos,  os  quais podem invadir o nosso corpo e produzir doenças.    É importante manter a imunidade bem equlibrada, afim de que o nosso organismo consiga se defender dos "ataques de invasores indesejados"; para que  tudo isto ocorra de uma forma eficiente em nosso corpo é necessário  manter, uma alimentação saudável, praticar exercícios físicos regularmente, dormir bem, não fumar e hidratar-se.   Falamos aqui no blog sobre alguns dos alimentos que ajudam a aumentar a imunidade, você pode conferir o post completo acessando aqui.   Então o quê fazer para aumentar a imunidade?   Hidratando o organismo A boa hidratação do corpo é fundamental para manter a imunidade em alta. O organismo humano é composto em sua maior parte por água,  ela é essencial para que todas as reações bioquímicas ocorram perfeitamente nas células em especial quando ficamos doentes, ingerir uma quantidade média de água, que varia de 1,5 litro a 2 litros por dia para pessoas normais, ou até mais, caso não se tenha restrições, é sempre bom para a saúde.   Um cardápio saudável e a prática regular de atividades físicas ajudam bastante a aumentar a imunidade e manter o organismo forte.Precisa-se  ficar atento a algumas atitudes que podem minar este sistema de defesa.   Fatorem que enfraquecem o sistema imunológico Entre os principais fatores que provocam uma queda na imunidade estão o estresse, o sedentarismo, ou o excesso de atividade física e a má alimentação, isto porque a falta de algumas vitaminas e minerais prejudicam o bom funcionamento das células.   O excesso de atividades físicas  O treino regular é importante para deixar a imunidade preparada para enfrentar as batalhas rotineiras, mas entenda que toda atividade física exarcerbada para um indivíduo que não está adaptado a isto diariamente poderá até levar reação inadequada do organismo, gerando um processo inflamatório, sendo que esta condição pode comprometer e dimuir o sistema de defesa do corpo.   Se você pratica modalidades que exigem se exercitar por mais de 60 minutos, é muito importante respeitar o período de descanso entre os treinos e manter uma alimentação saudável e  uma  hidratação adequada.   Não ter uma rotina de sono regular Dormir poucas horas frequentemente,  ou distúrbios do sono como ronco e apnéia do sono, geram um grande estresse no organismo,  com o decorrer do  tempo este repouso irregular poderá desencadear um aumento  nos níveis de citocinas (moléculas

A ansiedade e o estresse interferem diretamente na homeostase do organismo, alterando  a liberação de hormônios, influenciando em neurotransmissores,  como também em outros componentes bioquímicos que afetam nossas células de defesa, podendo assim comprometer diretamente com nossa imunidade e emoções.   Isto quer dizer, quanto mais ansiosos e estressados, mais teremos nossas barreiras de proteção fragilizadas e portanto ficamos mais vulneráveis à enfermidades.   Nesse artigo vamos falar um pouco sobre essa relação entre nossas emoções e o sistema imunológico. Mas, se você quiser saber um pouco mais sobre a relação do sistema imunológico e outros fatores acesse aqui e aqui.   Vamos a leitura?   O sistema imunológico e sua função Então o que é o sistema imunológico? São redes de células e moléculas , que estão em todo o organismo, as quais  conseguem reconhecer vários patógenos ou antígenos de  vírus, bactérias ,fungos, produtos tóxicos , entre tantas outras  doenças  e destruí-los.   Uma  vez que o  corpo tenha um sistema imune equilibrado, são comumente chamadas de soldados de defesa.  Esta defesa é essencial contra o desenvolvimento de infecções. Chamamos de imunodepressão quando o nosso sistema imunológico está fragilizado , desordenado ou desequilibrado.   Fatores que afetam nosso sistema imunológico São vários os fatores que podem afetar a nossa imunidade, mas são os fatores psicológicos que menos damos importância.   O sistema imunológico é modulado pelos processos químicos do estresse e da ansiedade, envolvendo ações químicas (liberação elevada de hormônios como por exemplo o cortisol) tanto no sistema endócrino, como no sistema nervoso.   Quando os sistemas endócrino e nervoso estão alterados, o organismo se torna mais suscetível a processos infecciosos, bacterianos e virais. Atualmente estamos enfrentando um processo viral.   Relação entre a imunidade e as emoções Então, como permanecer imune ao estresse e a ansiedade, numa situação de pandemia?   Tanto o estresse como a ansiedade são processos químicos naturais do organismo. São necessários para preparar o organismo na resposta as situações adversas. Por isso a questão não esta ligada diretamente na ausência deles (estresse e ansiedade), mas como eles estão se desenvolvendo no corpo, ou como estamos respondendo a eles.   A Psiconeuroimunologia afirma que nossa postura frente às situações estressoras, pode ajudar com que nosso organismo tenha respostas positivas, mantendo assim a nossa imunidade.   Como podemos fazer isso? Vamos elaborar fatores que vão nos ajudar a permanecer imunes ao estresse e a ansiedade: Manter hábitos que aumentem nossa imunidade. Estes hábitos estão acessíveis para todos nós. Mantendo 15 min de exposição ao Sol em partes do corpo que não estão sempre

Coronavírus é uma família de vírus, assim denominada por apresentarem uma estrutura em formato de coroa. Eles causam infecções respiratórias. A atual doença causada pelo coronavírus recebeu o nome de Covid-19. Neste texto você vai saber um pouco mais sobre o que é o Covid-19, como ele afeta nosso organismo, e quais alimentos que podem ajudam a aumentar nossa imunidade.   Então, vamos lá!   Nutrição versus Imunidade Segundo a OMS, ainda não há cura e não há um tratamento medicamentoso definido para o Covid-19. Mas, o corpo pode reagir a infecção, favorecendo uma resolutividade positiva.   Assim, a nutrição se destaca como um fator muito importante na manutenção do estado de saúde do indivíduo. O estado de saúde, por sua vez, é coordenado, entre outros fatores, pelo funcionamento adequado do sistema imune, cujas células de defesa, dependem de um estilo de vida adequado, que contemple a ingestão de alimentos saudáveis como frutas, legumes, verduras, leguminosas, cereais integrais, oleaginosas e fibras em quantidades adequadas.   Alimentos que devem ser evitados A exclusão de alimentos nocivos à saúde como carboidratos refinados, açúcar refinado, cafeína, bebidas alcoólicas e alimentos ultraprocessados como os fast foods, embutidos e ricos em gorduras saturadas e trans também auxilia na manutenção de uma melhor defesa do organismo contra agentes invasores como vírus e bactérias.   Desta maneira, visando fortalecer o sistema imunológico, abaixo estão descritos alguns alimentos que deveriam compor suas refeições diariamente.   Prepara a caneta para anotar!   Fortalecendo nosso sistema imunológico Sim, existem alguns alimentos que ajudam a aumentar nosso e fortalecer nosso sistema imunológico. Vamos a lista?   Inhame: ação desintoxicante e depurativa. Ou seja, auxilia na limpeza do sangue, excretando suas toxinas por meio dos rins, pele e intestino. Fortalece o sistema imunológico por ter excelente fonte de micronutrientes como vitaminas do complexo B (B1, B2, B3, B6, B9). Também possui antioxidantes e vitamina C, cobre, potássio, ferro, magnésio, cálcio e fósforo. Devido sua composição, a ingestão de inhame melhora problemas respiratórios e aumenta a imunidade. Brócolis e couve: vegetais de cor verde escura. São ótima fonte de ácido fólico, assim como levedo de cerveja, lentilhas, quiabo, feijão preto, amendoim, espinafre, folhas de couve, aspargos, semente de girassol, laranja, couve-de-bruxelas, ervilhas, abacate, tofu, mamão e amêndoas. O ácido fólico coadjuva na produção dos glóbulos brancos, agentes de combate a invasores. Todavia, até 90% do ácido fólico contido nos alimentos pode ser destruído pela ação do calor, ou seja, por cozimento prolongado dos alimentos. Frutas cítricas: acerola, mexerica, mamão, kiwi, morango,

Há uma nova epidemia mundial de uma doença transmissível infectocontagiosa denominada Coronavírus. Por que este vírus está contaminando tantas pessoas? Nesse artigo você vai conferir tudo o que se sabe sobre o coronavírus, e o que ainda falta esclarecimento. Mas, primeiro vamos entender:   O que é o Coronavírus? De acordo com o Ministério da Saúde, os coronavírus (CoV) são uma grande família de vírus, conhecidos desde meados dos anos 1960, que causam infecções respiratórias em seres humanos e em animais. Geralmente, infecções por coronavírus causam doenças respiratórias leves a moderada, semelhantes a um resfriado comum.   A maioria das pessoas se infectam com os coronavírus comuns ao longo da vida, sendo as crianças pequenas mais propensas a se infectarem. Os coronavírus comuns que infectam humanos são alpha coronavírus 229E e NL63 e beta coronavírus OC43, HKU1.   Em alguns casos, os coronavírus podem causar síndromes respiratórias graves, como a síndrome respiratória aguda grave que ficou conhecida pela sigla SARS da síndrome em inglês “Severe Acute Respiratory Syndrome”. SARS é causada pelo coronavírus associado à SARS (SARS-CoV), sendo os primeiros relatos na China em 2002.   O SARS-CoV se disseminou rapidamente para mais de doze países na América do Norte, América do Sul, Europa e Asia, infectando mais de 8.000 pessoas e causando entorno de 800 mortes, antes da epidemia global de SARS ser controlada em 2003. Desde 2004, nenhum caso de SARS tinhq sido relatado mundialmente.   Em 2012, foi isolado outro novo coronavírus, distinto daquele que causou a SARS no começo da década passada. Esse novo coronavírus era desconhecido como agente de doença humana até sua identificação, inicialmente na Arábia Saudita e, posteriormente, em outros países do Oriente Médio, na Europa e na África. Todos os casos identificados foram da Península Arábica tinham histórico de viagem ou contato recente com viajantes procedentes de países do Oriente Médio – Arábia Saudita, Catar, Emirados Árabes e Jordânia.   Como esse vírus se manifesta? Os coronavírus humanos comuns causam infecções respiratórias brandas a moderadas de curta duração.   Os principais sintomas são: Coriza, tosse, dor de garganta e febre. Esses vírus algumas vezes podem causar infecção das vias respiratórias inferiores, como pneumonia. Esse quadro é mais comum em pessoas com doenças cardiopulmonares e,ou naqueles com doenças crônicas que já possuem um sistema imunológico comprometido, como também nas faixas  etárias extremas da infância e idosos.   Algumas outras informações a serem ressaltadas 1) Período de incubação:  2 a 14 dias, é o período que o vírus entra no organismo do indivíduo, porém antes