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O câncer de pele é o tipo de câncer de maior incidência no Brasil. Representa cerca de 25% dos tumores malignos registrados no país nos últimos anos, sendo que, em 2008, mais de 50 mil brasileiros manifestaram a doença, segundo estudos do Instituto Nacional do Câncer.   A doença se caracteriza pelo crescimento anormal e descontrolado das células que compõem a pele. As células formam camadas, umas mais profundas que as outras. Os diferentes tipos de câncer de pele estão relacionados à profundidade das camadas afetadas.    Como se manifesta  A pele humana possui uma substância chamada Melanina, que é responsável por criar uma espécie de barreira que protege o núcleo das células contra os efeitos malignos de agentes externos, como, por exemplo, a radiação ultravioleta dos raios solares. Quando as células da pele que possuem este pigmento perdem sua função normal, elas se proliferam de maneira desordenada, reproduzindo e formando lesões irregulares, que caracterizam o câncer.   Os mais comuns são os carcinomas basocelulares e os espinocelulares, responsáveis por 177 mil novos casos da doença por ano. Mais raro e letal que os carcinomas, o melanoma é o tipo mais agressivo de câncer da pele e registra 8,4 mil casos anualmente.   Tipos de câncer de pele   Carcinoma basocelular (CBC): o mais prevalente dentre todos os tipos. O CBC surge nas células basais, que se encontram na camada mais profunda da epiderme (a camada superior da pele). Tem baixa letalidade e pode ser curado em caso de detecção precoce. Os CBCs surgem mais frequentemente em regiões expostas ao sol, como face, orelhas, pescoço, couro cabeludo, ombros e costas.  Carcinoma espinocelular (CEC):  segundo mais prevalente dentre todos os tipos de câncer. Manifesta-se nas células escamosas, que constituem a maior parte das camadas superiores da pele. Pode se desenvolver em todas as partes do corpo, embora seja mais comum nas áreas expostas ao sol, como orelhas, rosto, couro cabeludo, pescoço etc. A pele nessas regiões, normalmente, apresenta sinais de dano solar, como enrugamento, mudanças na pigmentação e perda de elasticidade. O CEC é duas vezes mais frequente em homens do que em mulheres. Melanoma: tipo menos frequente dentre todos os cânceres da pele, o melanoma tem o pior prognóstico e o mais alto índice de mortalidade. Embora o diagnóstico de melanoma normalmente traga medo e apreensão aos pacientes, as chances de cura são de mais de 90%, quando há detecção precoce da doença. O melanoma, em geral, tem a aparência

Dia 26 de janeiro é comemorado o  Dia Nacional de Combate e Prevenção da Hanseníase e Dia Mundial Contra a Hanseníase. Mas, o que é a Hanseníase?   Neste artigo você vai conferir sobre o que é essa doença, as causas e os principais tratamentos. Continue a leitura!   O que é Hanseníase A Hanseníase, conhecida antigamente como Lepra, é uma doença crônica, transmissível, de notificação compulsória e investigação obrigatória em todo o território nacional.    Possui um agente etiológico o Micobacterium leprae, bacilo que tem a capacidade de infectar grande número de indivíduos, e atinge principalmente a pele e os nervos periféricos, capacidade de infectar grande número de indivíduos, e atinge principalmente a pele e os nervos periféricos.   Com a capacidade de ocasionar lesões neurais, conferindo à doença um alto poder incapacitante, principal responsável pelo estigma e discriminação às pessoas acometidas pela doença.   A infecção por hanseníase pode acometer pessoas de ambos os sexos e de qualquer idade. Entretanto, é necessário um longo período de exposição à bactéria, sendo que apenas uma pequena parcela da população infectada realmente adoece.   A hanseníase é uma das doenças mais antigas da humanidade. As referências mais remotas datam de 600 a.C. e procedem da Ásia, que, juntamente com a África, são consideradas o berço da doença.    Entretanto, a terminologia hanseníase é iniciativa brasileira para minimizar o preconceito secular atribuído à doença, adotada pelo Ministério da Saúde em 1976. Com isso, o nome Lepra e seus adjetivos passam a ser proibidos no país.    O Brasil ocupa a segunda posição do mundo, entre os países que registram casos novos. Em razão elevada carga, a doença permanece como um importante problema de saúde pública no país.   Os principais sinais e sintomas Os sinais e sintomas mais frequentes da hanseníase são: Manchas esbranquiçadas, avermelhadas ou amarronzadas, em qualquer parte do corpo, com perda ou alteração da sensibilidade ao calor e ao frio; ao tato e à dor, principalmente nas extremidades das mãos e dos pés, na face, nas orelhas, no tronco, nas nádegas e nas pernas; Áreas do corpo com diminuição dos pelos e do suor; Dor e sensação de choque, formigamento, fisgadas e agulhadas ao longo dos nervos dos braços e das pernas; Inchaço em mãos e pés; Diminuição da sensibilidade e/ou da força muscular da face, mãos e pés; Lesões em pernas e pés; Caroços no corpo, em alguns casos avermelhados e dolorosos; Febre, inchaço e dor nas articulações; Entupimento, sangramento, ferida e ressecamento do nariz; Ressecamento nos olhos.   Como

Durante o verão, aumentam as atividades realizadas ao ar livre. Em consequência da radiação solar, aumentam os riscos de queimaduras, câncer da pele e outros problemas. Por isso, a chegada da estação mais quente traz consigo uma série de cuidados com a pele que devem ser reforçados com as altas temperaturas.   Separamos algumas dicas para que você comece desde já a cuidar da sua pele. Vamos lá!   Dicas de cuidados com a pele durante o verão   1. Evite uma exposição excessiva ao sol Uma das principais regras é ter cautela na hora de tomar sol. Por mais que se tenha cuidado, qualquer excesso tende a ser nocivo. Nesse caso, o maior risco são as doenças como o câncer de pele e problemas dermatológicos, como queimaduras, manchas, envelhecimento precoce, entre outros.   Evite a exposição solar entre os horários das 10h da manhã, até as 16h da tarde.   2. Aplique protetor solar Essa dica não é só para o verão ou quando for tomar sol: utilizar o protetor solar diariamente é imprescindível. Por essa razão, os dermatologistas recomendam que ele seja reaplicado ao longo do dia. O ideal é não deixar a pele desprotegida - principalmente entre os horários das 10h da manhã até as 16h da tarde, horário que os raios solares são mais intensos.   3. Use roupas e acessórios adequados Além do uso do filtro solar, no verão também é importante usar chapéu e roupas de algodão nas atividades ao ar livre, pois eles bloqueiam a maior parte da radiação UV. Tecidos sintéticos, como o nylon, bloqueiam apenas 30%.   Outro objeto bastante necessário são os óculos de sol, que previnem a catarata e outras lesões nos olhos.   4. Hidrate sempre Outra tendência comum no calor é o ressecamento da pele por causa da maior incidência solar, da perda de água pela transpiração, entre outros fatores. Portanto, não só a pele como todo o organismo devem ser hidratados.    Beber de dois a três litros de água por dia é fundamental. Hidratar-se de dentro para fora faz toda a diferença, e é uma medida que não pode jamais ser substituída, nem por outros tipos de líquidos.   5. Evite banhos quentes Banhos muito quentes e demorados podem ser bastante prejudiciais à hidratação natural da pele. A camada de gordura superficial é retirada, reduzindo a proteção da pele. Por conta disso, dê sempre preferência a água de morna a fria.   6. Bons hábitos e cuidados com a pele As temperaturas mais quentes exigem um cuidado maior quanto a hidratação, tanto por