É tempo de relaxar!

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Nestes últimos dias muito se tem falado na mídia em  relação aos cuidados que devemos ter referente ao COVID-19 com os mais idosos. Para a terceira idade, a infecção por Coronavírus poderá  se tornar grave, especialmente quando o idoso já tem outros problemas de saúde, como diabetes, doenças respiratórias, cardiovasculares e um sistema imunológico mais fraco.    Este post vai abordar um pouco sobre o sistema imunológico e os cuidados que uma pessoa idosa deve ter por consequência do momento que o mundo está vivendo com COVID-19.   Vamos lá!   Porque os idosos são mais susceptíveis a terem doenças mais graves?   As mudanças que acontecem no sistema imunológico durante o processo de envelhecimento do corpo, chamado de imunossenescência, este  é um dos principais fatores nos idosos, o qual aumento o risco deles terem infecções mais graves, assim como aumento da incidência de outras doenças nesta faixa etária.   Portanto, na terceira idade há uma redução fisiológica  no número e na atividade dos linfócitos T, células que ajudam a combater a presença de agentes capazes de prejudicar a saúde do organismo. A imunossenescência reduz o reconhecimento de novos antígenos, isto é, o corpo do idoso , por exemplo se torna incapaz de reconhecer um novo vírus,  como um invasor,  demorando  a reagir,  consequentemente as suas enfermidades poderão se manifestar de formas mais graves.   Como fazer para diminuir as infecções?   Antes de mais nada, é bom lembrarmos que não existe uma receita clara e definitiva, para que os idosos possam diminuir o risco de desenvolver uma infecção viral ou bacteriana grave,  entretanto, adotar alguns cuidados básicos recomendados para um envelhecimento saudável é fundamental.   Cuidados básicos para evitar o aumento de infecções – Manter as doenças crônicas (hipertensão arterial, DPOC, asma, diabetes) sob controle, seguindo os conselhos de seu médico e tomando os medicamentos prescritos regularmente; – manter-se ativo;  – alimentar-se bem, com alimentos com qualidade nutricional; – não fumar; – não beber em excesso.   Na atual situação da pandemia causada pelo coronavírus, o Ministério da Saúde e a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomendam ter atenção extra com a higiene para reduzir o risco de contrair ou transmitir infecções respiratórias aguda.   Medidas de higiene para evitar contaminação – lavar as mãos frequentemente com água e sabonete por pelo menos 20 segundos. Se não houver água e sabonete, usar um desinfetante para as mãos à base de álcool; – evitar tocar os olhos, o nariz e a boca com as mãos não lavadas; – evitar contato

Um sistema imunológico é formado por uma série de células de defesa e reações químicas, com o  objetivo de  lutar e nos proteger contra os mais diversos  patógenos,  os  quais podem invadir o nosso corpo e produzir doenças.    É importante manter a imunidade bem equlibrada, afim de que o nosso organismo consiga se defender dos "ataques de invasores indesejados"; para que  tudo isto ocorra de uma forma eficiente em nosso corpo é necessário  manter, uma alimentação saudável, praticar exercícios físicos regularmente, dormir bem, não fumar e hidratar-se.   Falamos aqui no blog sobre alguns dos alimentos que ajudam a aumentar a imunidade, você pode conferir o post completo acessando aqui.   Então o quê fazer para aumentar a imunidade?   Hidratando o organismo A boa hidratação do corpo é fundamental para manter a imunidade em alta. O organismo humano é composto em sua maior parte por água,  ela é essencial para que todas as reações bioquímicas ocorram perfeitamente nas células em especial quando ficamos doentes, ingerir uma quantidade média de água, que varia de 1,5 litro a 2 litros por dia para pessoas normais, ou até mais, caso não se tenha restrições, é sempre bom para a saúde.   Um cardápio saudável e a prática regular de atividades físicas ajudam bastante a aumentar a imunidade e manter o organismo forte.Precisa-se  ficar atento a algumas atitudes que podem minar este sistema de defesa.   Fatorem que enfraquecem o sistema imunológico Entre os principais fatores que provocam uma queda na imunidade estão o estresse, o sedentarismo, ou o excesso de atividade física e a má alimentação, isto porque a falta de algumas vitaminas e minerais prejudicam o bom funcionamento das células.   O excesso de atividades físicas  O treino regular é importante para deixar a imunidade preparada para enfrentar as batalhas rotineiras, mas entenda que toda atividade física exarcerbada para um indivíduo que não está adaptado a isto diariamente poderá até levar reação inadequada do organismo, gerando um processo inflamatório, sendo que esta condição pode comprometer e dimuir o sistema de defesa do corpo.   Se você pratica modalidades que exigem se exercitar por mais de 60 minutos, é muito importante respeitar o período de descanso entre os treinos e manter uma alimentação saudável e  uma  hidratação adequada.   Não ter uma rotina de sono regular Dormir poucas horas frequentemente,  ou distúrbios do sono como ronco e apnéia do sono, geram um grande estresse no organismo,  com o decorrer do  tempo este repouso irregular poderá desencadear um aumento  nos níveis de citocinas (moléculas

Natal e virada de ano são datas comemorativas que se tem por tradição muita comida e bebida, ou seja, muito sódio, açúcar. Para não ter que abrir mão de nenhum alimento ou drink o ideal é evitar exageros. Mas, e se houve exageros, como cuidar do corpo? O excesso pode causar inchaço e desidratar a pele. Por isso, separamos algumas dicas de alguns cuidados que você deve ter com seu corpo após essas comemorações.   Vamos lá!   1) Beba bastante água Se existe uma dica para dar sobre cuidados com o corpo, com certeza é beber muita água. A água é essencial para manter o corpo em um ótimo funcionamento, além de ajudar a reduzir o inchaço e repor os liquidos perdidos depois de alguns drinks.   2) Aposte em chás Conhecido por suas propriedades antioxidantes, a bebida oferece uma série de benefícios para nosso organismo, além de deixar a pele mais hidratada.   3) Invista em uma alimentação saudável Já que houve exageros no Natal e ano novo, nada melhor do que voltar a se alimentar bem, de forma saudável. É hora de evitar laticínios, carne vermelha, cafeína e álcool. Procure acrescentar mais vegetais, legumes e frutas nas refeições, como couve, brócolis, folhas verde-escuras, frutas vermelhas e abacaxi.   4) Durma bem É normal passar um pouco da hora de dormir durante as festas de final de ano, e para se recuperar é necessário regular o sono. Dormir bem ajuda a normalizar o funcionamento do organismo.   De acordo com os especialistas, excessos gastronômicos além de engordar, podem causar desconforto abdominal, dor de cabeça, dor no estômago, inchaço, gases e cansaço.   Por isso, evite exageros, e cuide bem de você!

Todo mundo tem a necessidade de tocar e ser tocado. Estudos mostram que os abraços têm o poder de reduzir os batimentos cardíacos e a pressão sanguínea, além de diminuir o risco de doenças cardíacas. Isso ocorre, pois a pele possui uma rede de centros de pressão que ficam em contato com o cérebro por meio de nervos conectados a vários órgãos, inclusive o coração.  Neste artigo você vai aprender sobre: O abraço e as reações do nosso organismo Emoções e o toque O abraço e as reações do nosso organismo Você acha que esse toque teria o poder de afetar a região cerebral ativada frente à ameaça, produzindo conforto e fazendo a atividade cerebral cair? A resposta, testada cientificamente por neurocientistas e psicólogos da Universidade de Wisconsin e Virgínia, é sim.   O estudo demonstrou que o contato físico com uma pessoa de confiança atua positivamente sobre os neurônios em situação de ame­aça, levando o cérebro e o corpo a relaxar. Isso ocorre especialmente quando o toque vem de uma pessoa querida, já que o efeito não foi o mesmo quando a pes­soa que segurava a mão era um estranho.   Os abraços ainda diminuem os níveis de cortisol, conhecido como o hormônio do estresse. Altos níveis deste hormônio podem prejudicar a saúde, por isso esta queda na produção dele é importante. Emoções e o toque Que o toque tem o poder de despertar reações físicas e emocionais, sabe-se há muito tempo. Pelo menos ele vem sendo usado há milênios para tentar promover a cura, às vezes sob o nome de imposição de mãos. Antigos relatos de curas pelo toque são encontrados nas culturas egípcia, grega, japonesa, chinesa e indiana. No início do século 14, a realeza europeia até mesmo adotou a imposição de mãos como um "direito divino" inerente aos poderes do rei. Era o "toque real". Se é verdade que depois o toque caiu em certo descrédito no Ocidente, devido ao abuso e à separação entre mente e corpo no pensamento filosófico, é também um fato que ele tem sido revalorizado, Várias pessoas têm tentado atribuir credibilidade científica ao poder curador do toque. Obtendo a cura Porém, se o Toque Terapêutico atual não tem conseguido credibilidade como veículo de cura real, há um tipo de toque que é totalmente confiável. É o toque de Deus em nossa vida. Os evangelhos relatam que Jesus tocou inúmeras pessoas, e elas foram curadas. Enquanto os médicos do 1° século evitavam tocar os doentes, Jesus

Se você consome castanhas, provavelmente está fazendo uma escolha saudável. Sim, elas são muito saudáveis e importantes para uma dieta equilibrada e natural. Se você eliminou alimentos gordurosos, alimentos de origem animal, ou outra restrição é importante complementar os nutrientes com outras fontes. Em quantidades adequadas, essas oleaginosas favorecem a saciedade, contribuem para a saúde mental e cardiovascular, ajudam no controle da glicemia e colesterol, dentre outros benefícios.   No Brasil, temos uma grande variedade de castanhas disponíveis no mercado, existem as nativas como a de caju e do Pará (hoje mais conhecida como castanha do Brasil). Mas, como devemos consumir? E qual a maneira correta de armazená-la, preservando seu estado natural o maior tempo possível? É o que veremos a seguir. Continue a leitura!   A melhor maneira de consumir Para garantir os nutrientes e evitar contaminações, procure as castanhas in natura. Com casca. Assim você evita que elas estejam contaminadas. Por exemplo o pistache é alvo de fungos que enquanto decompõe os alimentos produzem micotoxinas, e a aflatoxina (que também é encontrada no milho e em nozes, além das castanhas). Os fungos alteram a aparência das castanhas sendo fáceis de identificar.   A aflatoxina, após ingestão é absorvida no intestino e transportada ao fígado, onde é metabolizada. A sua toxicidade pode assumir a forma aguda ou crônica. Algumas advertências Impacto agudo: a ingestão de elevadas doses de aflatoxinas num curto espaço de tempo pode causar uma intoxicação alimentar aguda, tais casos são raros nas sociedades desenvolvidas.   Alguns dos sintomas clínicos são: febre, vômitos e icterícia, pode causar também uma lesão hepática aguda que nos casos mais graves, pode ser fatal.   Impactos crônicos: como os alimentos podem estar contaminados com doses ínfimas de aflatoxinas, o seu consumo, a longo prazo, aumenta o risco e pode levar ao carcinoma hepatocelular e consequentemente a morte.   Além desses problemas, está comprovada a sua relação com a incidência da hepatite B e do "kwashiorkor". Todos estes problemas, obviamente, dependem da quantidade e frequência da ingestão de produtos com aflatoxinas e da idade da pessoa.   A Organização Mundial da Saúde  (OMS) em pesquisas concluiu que, a aflatoxina pode desenvolver câncer primário no fígado do homem. Isto, evidentemente, não significa que ingerindo aflatoxina, a pessoa fatalmente contrairá câncer, mas sim, aumentar o risco e dependendo da permanência em ingerir alimentos contaminados, a longo prazo, pode desenvolver a doença.   Procure prestar atenção quando for ingerir, porque mesmo as castanhas sendo vendidas dentro do limite não tóxico, a armazenagem enquanto ela estiver na sua casa pode

Criado em 1990, o movimento conhecido como Outubro Rosa tem como principal objetivo estimular a participação da população no controle do câncer de mama. A data é celebrada anualmente, com o objetivo de compartilhar informações sobre o câncer de mama, promover a conscientização sobre a doença, proporcionar maior acesso aos serviços de diagnóstico e de tratamento e contribuir para a redução da mortalidade.   Nesse artigo você vai encontrar: Câncer de mama e os cuidados necessários Como reduzir os riscos Os principais sintomas Como surge o câncer de mama Como se prevenir Vamos a leitura do texto? Câncer de mama e os cuidados necessários O câncer de mama é tipo o mais comum entre as mulheres, e no Brasil, segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (Inca), o câncer de mama responde por cerca de 25% dos casos registrados anualmente, são cerca de 57mil novos casos, segundo pesquisa realizada pelo Inca para o biênio.   A recomendação do Ministério da Saúde é a realização da mamografia de rastreamento (quando não há sinais nem sintomas) em mulheres entre 50 e 69 anos, ou antes disso caso haja histórico familiar de câncer de mama ou a indicação do profissional de saúde. Somente o exame de mamografia pode mudar a curva da doença. Uma das barreiras para a detecção precoce do câncer de mama é o medo. Muitas mulheres têm receio do exame e demoram a procurar orientação médica para realização da mamografia. Como reduzir os riscos Pesquisas científicas mostram que o desenvolvimento de até 13 tipos tumores está relacionado a comportamento. Com a adoção de medidas simples é possível reduzir a incidência do câncer de mama. O autoexame é uma maneira importante da mulher conhecer o próprio corpo e perceber possíveis alterações. Faça acompanhamento regular com um especialista, que irá avaliar clinicamente e fazer as prescrições de acordo com o seu perfil e necessidades.   Para cada mulher os sinais de câncer de mama pode variar. Em alguns casos podem não apresentar nenhum deles. De qualquer maneira é muito importante que a mulher conheça seu corpo, sua mama, e saiba reconhecer alterações para alertar o médico. Para as mulheres que ainda menstrua, a melhor época para se auto avaliar é alguns dias após a menstruação, pois as mamas estarão menos inchadas. Para as que já estão na menopausa, o autoexame pode ser feito em qualquer época do mês. Qualquer alteração deve ser comunicada imediatamente ao médico, mesmo que você já tenha realizado a mamografia

A Saúde Emocional é o bem-estar emocional. Equilíbrio entre estímulos, ambiente, herança genética e nossa própria postura. E como perceber se estamos com nossa saúde emocional prejudicada? Quais os sinais? Como buscar ajuda? Nesse artigo você vai encontrar: O que é saúde emocional Saúde emocional e depressão 6 Dicas para cuidar da sua saúde emocional   Vamos lá? O que é saúde emocional Você com certeza já viu alguém com uma capacidade de superação exemplar. Que perdeu alguém que amava muito, mas se manteve firme. Que passou por um diagnóstico de doença grave com positividade e os dois pés no chão. Sim saúde emocional não é ignorar que as vezes a vida é difícil.   Saúde emocional é entender que apesar dos problemas, você continua, o coração ainda vai pulsar, e ainda vai vir mais um dia. Saúde emocional e depressão Enquanto essas pessoas conseguem encontrar a resiliência de passar por momentos difíceis sem comprometer outras partes da vida, outras pessoas não conseguem. Se entregam, desistem de si mesmas e da vida. Dados do DATASUS revelam que mortes relacionadas a depressão  cresceram mais de 700%  em 16 anos. Depressão é uma doença grave, que tira a vontade de viver e pode até matar.   Não é só coisa da sua cabeça. As emoções influenciam muito mais que apenas seus pensamentos. Elas influenciam sua imunidade, longevidade, seu fluxo sanguíneo e até seu peso. Emoções descontroladas colocam sua saúde em risco, levando a compulsões e desencorajam bons hábitos.   6 Dicas para cuidar da sua saúde emocional Seja positivo. Permitir as emoções ruins serem expressadas de uma maneira saudável. Entenda que faz parte da sua experiência como ser humano não estar sempre feliz, mas que para lidar com a tristeza é preciso desabafar com pessoas de maturidade e confiança. Manter a positividade é entender que você pode aprender alguma coisa com o que está acontecendo, e que isso vai te fazer uma pessoa melhor, é acreditar que virão coisas boas. Não é pensar que nada deu, nem nunca vai dar certo

Ansiedade é um termo geral para vários distúrbios que causam nervosismo, medo, apreensão e preocupação. Pessoas que sofrem de distúrbios de ansiedade sentem uma preocupação e medo extremos em situações simples da rotina, além de alguns sintomas físicos, o que atrapalha suas atividades cotidianas, já que eles são difíceis de controlar. Nesse artigo você vai encontrar: que é ansiedade Os sintomas mais comuns Ansiedade versus depressão Causas Principais tratamento Buscando ajuda médica Vamos lá! O que é ansiedade Ansiedade é um distúrbio emocional, causado pelo medo excessivo do futuro. É uma preocupação intensa, excessiva e persistente e medo de situações cotidianas. A ansiedade pode ser normal e é um indicador de doença subjacente somente quando os sentimentos se tornam excessivos, obsessivos e interferirem na vida cotidiana. Por falar em sintomas:   Os sintomas mais comuns A ansiedade e seus transtornos podem causar sintomas tanto mentais quanto físicos, que atrapalham o dia a dia de diversas formas. Veja quais são os principais: Sintomas psicológicos da ansiedade Constante tensão ou nervosismo Sensação de que algo ruim vai acontecer Problemas de concentração Medo constante Descontrole sobre os pensamentos, principalmente dificuldade em esquecer o objeto de tensão Preocupação exagerada em comparação com a realidade Problemas para dormir Irritabilidade Agitação dos braços e pernas. Sintomas físicos da ansiedade Dor ou aperto no peito e aumento das batidas do coração Respiração ofegante ou falta de ar Aumento do suor Tremores nas mãos ou outras partes do corpo Sensação de fraqueza ou cansaço Boca seca Mãos e pés frios ou suados Náusea Tensão muscular Dor de barriga ou diarreia. Ataques de pânico Os ataques de pânico são uma reação comum aos transtornos de ansiedade, principalmente na síndrome do pânico. Suas principais características são: Sensação de nervosismo e pânico incontroláveis Sensação de morte Aumento da respiração Aumento da frequência cardíaca Tonturas e vertigens Problemas gastrointestinais. Em alguns casos, os sintomas físicos são tão intensos que podem ser confundidos com depressão. O que nos leva ao próximo tópico: Ansiedade versus depressão Muitas pessoas acreditam que ansiedade e depressão têm sintomas muito semelhantes, como: Medos Insônia Insegurança Dificuldades de concentração Irritabilidade. Um estudo, que ficou conhecido como Kendell, mostrou que diagnóstico de depressão passa para a ansiedade em 2% dos casos, enquanto os casos de ansiedade se tornam depressão em 24%. Uma explicação para isso é que os pensamentos negativos que o ansioso têm sobre si mesmo podem ser gatilhos para a depressão. Tanto a ansiedade quanto à depressão costumam estar ligadas a disfunção de neurotransmissores chamado