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Receber a alta hospitalar após tratar de complicações da Covid-19 é um dos momentos mais esperados por quem sofreu com a doença, bem como para quem acompanhou o caso de um familiar ou amigo próximo. Mas, muitas vezes essa etapa é o início de uma segunda jornada, que é a de tratar uma série de sintomas que acometem as pessoas que já se curaram da infecção pelo SARS-CoV-2, o novo coronavírus, e que podem permanecer por meses.   Esse conjunto de sintomas é chamado de síndrome pós-Covid-19 e atinge, principalmente, quem teve caso agudo da doença, os quais precisaram de internação ou ainda de serem intubados. Devido ao tempo de internação e danos causados pelo estado de inflamação sistêmica, essas pessoas voltam para a casa com o corpo bastante debilitado, com perda de condicionamento físico, dores persistentes pelo corpo e, às vezes, com sequelas respiratórias mais severas.   E o que chama a atenção é que a síndrome também tem acometido quem teve casos mais leves da doença.   Entre os principais sintomas da síndrome pós-Covid19 estão: Dificuldades respiratórias: Desequilíbrios na função cardíaca; Fadiga; Dores musculares; Dores nas articulações; Dor de cabeça; Perda de força muscular; Perda de memória; Dificuldade de raciocínio; Transtornos mentais, como ansiedade e depressão. Abaixo, listamos algumas informações sobre o que se sabe a respeito dos principais sintomas:   Problemas respiratórios   Falta de ar, fadiga, cansaço, dor no peito, tosse crônica são alguns dos sintomas que podem permanecer por semanas e até meses após a infecção da Covid-19. A fadiga, que é o cansaço mais intenso, pode atingir até cerca de 60% das pessoas que tiveram a doença, o que faz dessa condição o relato mais comum em pacientes já recuperados da infecção. Uma das causas dessa perda de desempenho pulmonar pode ser devido à fibrose pulmonar, uma cicatriz gerada depois de uma inflamação no órgão. Com isso, atividades simples do dia a dia, como andar, trabalhar ou qualquer outra coisa rotineira se torna extremamente cansativo.   Problemas cardiovasculares   Logo no início da pandemia, entendemos os riscos da Covid-19 para quem já possui problemas no sistema cardiovascular, como a hipertensão. Agora, também tem sido revelado o quanto muitas pessoas têm desenvolvido transtornos após a infecção, inclusive em quem não tinha nenhuma doença cardíaca pré-existente. Entre os problemas que podem ocorrer estão arritmias, aumento ou diminuição da pressão arterial, insuficiência cardíaca e miocardite. Um estudo realizado no Reino Unido revelou que cerca de 55% de pacientes internados com Covid-19 desenvolveram

A dor nas costas, ou lombalgia é um problema comum na vida das pessoas --de acordo com a OMS (Organização Mundial de Saúde), de cada dez indivíduos, oito têm ou terão o desconforto ao longo da vida.   Apesar de poder ser ocasionado por doenças como endometriose e artrose, o incômodo na região dorsal geralmente está relacionado à ergonomia, ou seja, a posição como ficamos no dia a dia, seja sentado, seja dirigindo, seja até mesmo fazendo atividades rotineiras, como cozinhar e limpar a casa.   Vamos aos exercícios!   Lombalgia e 3 exercícios para fortalecer a região e evitar desconfortos 1) Extensão lombar Deite-se de bruços, coloque as mãos na nuca e deixe as pernas estendidas. Simultaneamente, erga o tronco e as pernas, depois retorne para a posição inicial. Mantenha o olhar para a frente e realize os movimentos de forma leve, para não contrair demais os músculos do pescoço e da coluna. Realize 3 séries de 10 a 15 repetições.   2) Prancha abdominal Deite-se de bruços e apoie o antebraço no chão, formando um ângulo de 90 graus com os cotovelos. Mantenha as pernas esticadas, unidas e apoiadas nos dedos dos pés. Contraia os músculos do abdômen e fique parado nessa posição, com o corpo ereto, respirando de forma gradual. Realize 3 séries de 20 a 60 segundos.   3) Alongamento com pernas cruzadas Sente-se em uma cadeira com as costas bem retas e olhe para frente. Levante uma perna direita e cruze-a por cima da coxa esquerda. Em seguida, incline o tronco para a frente (mantendo as costas eretas) até sentir os músculos dos glúteos alongarem. Volte e repita, alternando a posição das pernas. Realize 3 séries de 30 segundos para cada.   Lombalgia & dicas do especialista – CEVISA Volta às Aulas - Uso Correto da Mochila e os Cuidados com a Postura Por: José Rogério Zero - Fisioterapeuta Na volta às aulas os pais devem estar atentos ao modelo de mochila escolhido pelos filhos. A mochila apropriada não deve conter muitos detalhes e bolsinhos, para a criança não carregar excesso de peso. Através de palestras, ensino os pais quanto ao uso correto da mochila escolar, também a forma correta da postura sentada e de como pegar brinquedos e objetos no chão, bem como analisar o peso que as crianças carregam na mochila, sabendo que o peso das mochilas não pode passar de 10% do  peso corporal da criança. É importante também que os pais  continuem em casa orientando os seus filhos quanto à maneira

Má postura, inflamação ou mesmo hérnia de disco. As causas variam, mas trazem como consequência a famosa lombalgia, ou dor nas costas, que prejudica as atividades do dia-a-dia e a qualidade de vida.   Neste texto você vai saber: O que é lombalgia Como surge Quais as causas Quais os sintomas Os principais tratamentos Quais são os tratamentos oferecidos pelo CEVISA Vamos lá!   O que é lombalgia? A lombalgia pode ser definida como uma dor na região lombar. A dor pode se estender para a região das nádegas, face posterior das coxas mas não muito além do joelho, sem comprometer um trajeto de nervo específico.   Um por cento dos pacientes com lombalgia aguda tem ciática, que é definida como dor irradiada para o território de uma raiz nervosa lombar, frequentemente acompanhada de sintomas como dificuldade para andar e formigamento. É um problema muito prevalente e pode ser causa de incapacidade.   Mais de 90% da população mundial sofre episódio de dor lombar em algum momento da vida e a lombalgia é a segunda causa mais frequente de procura pelos serviços médicos.   Como surge? As lombalgias podem ser classificadas quanto a duração em agudas e crônicas. As lombalgias agudas não estão relacionadas a nenhum fator definido e geralmente ocorrem após um esforço físico excessivo levando o paciente a sentir uma sensação de “travar a coluna”.   A dor crônica ocorre em qualquer idade e em aproximadamente 75-85% dos pacientes que se afastam do trabalho ela se torna recorrente   Quais as causas? Os principais fatores que podem desencadear a lombalgia são, contrações musculares, ocasionadas por sobrecarga excessiva, ao levantar mais peso do que a pessoa consegue na academia, por exemplo, ao carregar muito peso, empurrando armários, enfim, atividades corriqueiras que causem sobrecarga nas articulações da coluna e das vértebras.   Na maioria das vezes, o problema é postural, ou seja, causado por uma má posição para sentar, deitar, abaixar ou carregar algum objeto pesado. Nas demais vezes, a lombalgia pode ser causada por inflamação, infecção, hérnia de disco, escorregamento de vértebra, artrose (processo degenerativo de uma articulação) e até problemas emocionais.   Quais os sintomas? Os sintomas da lombalgia são dores localizadas abaixo da décima segunda costela até a prega do glúteo, definida como a região lombar. As dores podem, ainda, irradiar para o meio da coxa.   Quais os principais tratamentos? Os principais tratamentos para a lombalgia aguda são por analgésicos, anti-inflamatórios, corticoides e relaxantes musculares. O objetivo central desses tratamentos são: aliviar a dor, melhorar a habilidade funcional e prevenir recorrência e cronicidade. Existem