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Os sinais e sintomas do câncer de mama podem variar, e algumas mulheres que possuem a doença podem não apresentar nenhum desses sinais e sintomas. Mas antes, vamos entender um pouco melhor sobre o câncer de mama.   Câncer de mama é o tipo de câncer mais comum entre as mulheres no mundo e no Brasil, depois do câncer de pele não melanoma. Existem vários tipos de câncer de mama. Alguns evoluem de forma rápida, outros, não.   Segundo o Ministério da Saúde, O câncer de mama responde, atualmente, por cerca de 28% dos casos novos de câncer em mulheres. Entretanto, pode aparecer também em homens, porém é raro, representando menos de 1% do total de casos da doença.    Sinais e sintomas A melhor época do mês para que a mulher que ainda menstrua avalie as próprias mamas para procurar alterações é alguns dias após a menstruação, quando as mamas estão menos inchadas. Para as mulheres que já passaram a menopausa, o autoexame pode ser feito em qualquer época do mês.   O sintoma mais comum do câncer de mama é o aparecimento de um nódulo ou massa. Um nódulo sólido, indolor e com bordas irregulares é muito provável que seja um tumor maligno, mas os cânceres de mama podem ser sensíveis ao toque, macios ou redondos. Eles podem até ser dolorosos. Por esse motivo, é importante que qualquer nova massa, nódulo ou alteração na mama seja examinada por um médico.   De acordo com o Instituto Oncoguia, o câncer de mama também pode apresentar vários sinais e sintomas, como: Inchaço de toda ou parte de uma mama (mesmo que não sinta nenhum nódulo); Nódulo único endurecido; Irritação de uma parte da mama; Dor na mama ou no mamilo; Inversão do mamilo; Vermelhidão na pele; Espessamento ou retração da pele ou do mamilo; Secreção sanguinolenta ou serosa pelos mamilos; Linfonodos aumentados.   Como prevenir Como diz a Dra. Claúdia Amaral, ginecologista: "Devemos investir na prevenção de doenças. Através de um estilo de vida saudável e buscando de forma natural a qualidade de vida. Proporcionando um sistema imunológico forte, e pronto para combater doenças".   Para maiores dúvidas, entre em contato com a nossa equipe no Centro Médico CEVISA. Temos profissionais especializados e totalmente eficazes que vão cuidar muito bem de você!

Durante todo este mês, a campanha do Outubro Rosa tem como objetivo conscientizar a população – principalmente as mulheres com idade entre 40 e 69 anos – sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama.   Ir ao médico regularmente, realizar periodicamente o autoexame e a mamografia, ter uma qualidade de vida ativa e saudável, são algumas formas de prevenção e cuidados contra a doença. Mas para algumas mulheres o diagnóstico e a confirmação às vezes é inevitável. Cerca de 35% delas identificam o câncer já em estado avançado, segundo uma pesquisa do Instituto Oncoguia.   Prevenção e detecção precoce A prevenção e a detecção precoce do câncer de mama são essenciais para reduzir o índice de mortalidade da doença. O câncer de mama é resultado da multiplicação anormal e desordenada de células da mama, formando um tumor. Esse comportamento das células é provocado por uma alteração genética, que pode ser herdada (o que ocorre apenas em cerca de 10% dos casos) ou espontânea, provocada ao longo da vida.   Como prevenir Quando se fala em prevenção do câncer estamos tratando de estratégias para reduzir o risco de que a doença se desenvolva.  A prevenção, em geral, atua sobre os fatores de risco modificáveis, portanto inclui mudanças de hábito que envolvem evitar o consumo excessivo de álcool, não fumar, praticar atividades físicas, ter uma alimentação saudável e evitar exposição aos riscos ambientais.   Em conjunto, essas ações diminuem significativamente as chances de uma pessoa desenvolver câncer de mama. No entanto, mesmo que essas medidas sejam colocadas em prática, ainda existe a possibilidade, embora reduzida, de se manifestar. É por isso que aliar prevenção à detecção precoce do câncer de mama é fundamental.   A detecção precoce do câncer de mama consiste na realização de exames que têm como objetivo garantir que a doença seja detectada o mais rápido possível, em sua fase inicial. Nessa etapa, os esforços não se direcionam a evitar que o câncer se manifeste, e sim a investigar se ele está presente, para possibilitar que o tratamento inicie o mais rápido possível em caso positivo.   Depoimento da Sabrina   O diagnóstico de câncer de mama pode ser muito difícil, mas aprender a viver com a doença pode fazer toda a diferença. Confira o depoimento dessa guerreira:     Durante a descoberta do câncer de mama, é normal que não só a vida da paciente como também da família e dos amigos sejam afetadas. Se você é membro da família, amigo ou

O Outubro Rosa é uma campanha anual de combate ao câncer de mama. Criada na década de 1990, a campanha tem como objetivo conscientizar a população sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce, compartilhando informações e proporcionando mais acesso ao diagnóstico e ao tratamento da doença.    Segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA), o câncer de mama é o segundo tipo de câncer mais comum entre as mulheres no Brasil, atrás apenas do câncer de pele, correspondendo a 29% dos novos casos da doença ao ano. Por isso, o diagnóstico precoce é fundamental e aumenta as chances de cura do câncer de mama.   Como tudo começou O nome da campanha remete a cor do laço rosa, que é um símbolo internacional na luta contra do câncer de mama. O Outubro Rosa começou como um movimento iniciado no ano de 1990, em Nova Iorque, durante um evento chamado “Corrida pela Cura”, realizado pela instituição Susan G. Komen pela cura. À medida que o evento cresceu, outubro foi escolhido como o mês de conscientização sobre o câncer de mama nos Estados Unidos. Em 2002, o Obelisco Mausoléu aos Heróis de 32, no parque Ibirapuera, em São Paulo, foi iluminado com a cor rosa durante o mês marcando a primeira iniciativa no Brasil. No entanto, o movimento ganhou força por volta de 2008, quando as ações em prol da causa tornam-se mais frequentes.   A importância da prevenção Em um levantamento com 500 pessoas, de 18 a 65 anos de todas as classes sociais, constatou-se que as mulheres querem saber mais sobre fatores de risco e prevenção do câncer de mama e desconhecem os hábitos que contribuem para aumentar o risco do desenvolvimento do tumor: 81% das participantes da pesquisa consideram que a prevenção precisa ser mais divulgada.   Ainda segundo essa pesquisa, 9 em cada 10 brasileiras relacionam a doença ao histórico familiar, quando a questão da hereditariedade nesse tipo de tumor, segundo o Instituto Nacional de Câncer (Inca), corresponde de 5% a 10% dos casos.    Apesar de atingir uma pequena parcela da população, a hereditariedade é um fator importante para o câncer de mama e, quando está presente, aumenta muito o risco de desenvolvimento do tumor.   O cuidado com a saúde integral da mulher é uma questão que precisa estar presente tanto na prevenção quanto após o diagnóstico, desde as fases iniciais do tratamento e seguir para a vida toda, como hábitos que vão melhorar as condições gerais para evitar

Nestes últimos dias muito se tem falado na mídia em  relação aos cuidados que devemos ter referente ao COVID-19 com os mais idosos. Para a terceira idade, a infecção por Coronavírus poderá  se tornar grave, especialmente quando o idoso já tem outros problemas de saúde, como diabetes, doenças respiratórias, cardiovasculares e um sistema imunológico mais fraco.    Este post vai abordar um pouco sobre o sistema imunológico e os cuidados que uma pessoa idosa deve ter por consequência do momento que o mundo está vivendo com COVID-19.   Vamos lá!   Porque os idosos são mais susceptíveis a terem doenças mais graves?   As mudanças que acontecem no sistema imunológico durante o processo de envelhecimento do corpo, chamado de imunossenescência, este  é um dos principais fatores nos idosos, o qual aumento o risco deles terem infecções mais graves, assim como aumento da incidência de outras doenças nesta faixa etária.   Portanto, na terceira idade há uma redução fisiológica  no número e na atividade dos linfócitos T, células que ajudam a combater a presença de agentes capazes de prejudicar a saúde do organismo. A imunossenescência reduz o reconhecimento de novos antígenos, isto é, o corpo do idoso , por exemplo se torna incapaz de reconhecer um novo vírus,  como um invasor,  demorando  a reagir,  consequentemente as suas enfermidades poderão se manifestar de formas mais graves.   Como fazer para diminuir as infecções?   Antes de mais nada, é bom lembrarmos que não existe uma receita clara e definitiva, para que os idosos possam diminuir o risco de desenvolver uma infecção viral ou bacteriana grave,  entretanto, adotar alguns cuidados básicos recomendados para um envelhecimento saudável é fundamental.   Cuidados básicos para evitar o aumento de infecções – Manter as doenças crônicas (hipertensão arterial, DPOC, asma, diabetes) sob controle, seguindo os conselhos de seu médico e tomando os medicamentos prescritos regularmente; – manter-se ativo;  – alimentar-se bem, com alimentos com qualidade nutricional; – não fumar; – não beber em excesso.   Na atual situação da pandemia causada pelo coronavírus, o Ministério da Saúde e a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomendam ter atenção extra com a higiene para reduzir o risco de contrair ou transmitir infecções respiratórias aguda.   Medidas de higiene para evitar contaminação – lavar as mãos frequentemente com água e sabonete por pelo menos 20 segundos. Se não houver água e sabonete, usar um desinfetante para as mãos à base de álcool; – evitar tocar os olhos, o nariz e a boca com as mãos não lavadas; – evitar contato

Má postura, inflamação ou mesmo hérnia de disco. As causas variam, mas trazem como consequência a famosa lombalgia, ou dor nas costas, que prejudica as atividades do dia-a-dia e a qualidade de vida.   Neste texto você vai saber: O que é lombalgia Como surge Quais as causas Quais os sintomas Os principais tratamentos Quais são os tratamentos oferecidos pelo CEVISA Vamos lá!   O que é lombalgia? A lombalgia pode ser definida como uma dor na região lombar. A dor pode se estender para a região das nádegas, face posterior das coxas mas não muito além do joelho, sem comprometer um trajeto de nervo específico.   Um por cento dos pacientes com lombalgia aguda tem ciática, que é definida como dor irradiada para o território de uma raiz nervosa lombar, frequentemente acompanhada de sintomas como dificuldade para andar e formigamento. É um problema muito prevalente e pode ser causa de incapacidade.   Mais de 90% da população mundial sofre episódio de dor lombar em algum momento da vida e a lombalgia é a segunda causa mais frequente de procura pelos serviços médicos.   Como surge? As lombalgias podem ser classificadas quanto a duração em agudas e crônicas. As lombalgias agudas não estão relacionadas a nenhum fator definido e geralmente ocorrem após um esforço físico excessivo levando o paciente a sentir uma sensação de “travar a coluna”.   A dor crônica ocorre em qualquer idade e em aproximadamente 75-85% dos pacientes que se afastam do trabalho ela se torna recorrente   Quais as causas? Os principais fatores que podem desencadear a lombalgia são, contrações musculares, ocasionadas por sobrecarga excessiva, ao levantar mais peso do que a pessoa consegue na academia, por exemplo, ao carregar muito peso, empurrando armários, enfim, atividades corriqueiras que causem sobrecarga nas articulações da coluna e das vértebras.   Na maioria das vezes, o problema é postural, ou seja, causado por uma má posição para sentar, deitar, abaixar ou carregar algum objeto pesado. Nas demais vezes, a lombalgia pode ser causada por inflamação, infecção, hérnia de disco, escorregamento de vértebra, artrose (processo degenerativo de uma articulação) e até problemas emocionais.   Quais os sintomas? Os sintomas da lombalgia são dores localizadas abaixo da décima segunda costela até a prega do glúteo, definida como a região lombar. As dores podem, ainda, irradiar para o meio da coxa.   Quais os principais tratamentos? Os principais tratamentos para a lombalgia aguda são por analgésicos, anti-inflamatórios, corticoides e relaxantes musculares. O objetivo central desses tratamentos são: aliviar a dor, melhorar a habilidade funcional e prevenir recorrência e cronicidade. Existem

Natal e virada de ano são datas comemorativas que se tem por tradição muita comida e bebida, ou seja, muito sódio, açúcar. Para não ter que abrir mão de nenhum alimento ou drink o ideal é evitar exageros. Mas, e se houve exageros, como cuidar do corpo? O excesso pode causar inchaço e desidratar a pele. Por isso, separamos algumas dicas de alguns cuidados que você deve ter com seu corpo após essas comemorações.   Vamos lá!   1) Beba bastante água Se existe uma dica para dar sobre cuidados com o corpo, com certeza é beber muita água. A água é essencial para manter o corpo em um ótimo funcionamento, além de ajudar a reduzir o inchaço e repor os liquidos perdidos depois de alguns drinks.   2) Aposte em chás Conhecido por suas propriedades antioxidantes, a bebida oferece uma série de benefícios para nosso organismo, além de deixar a pele mais hidratada.   3) Invista em uma alimentação saudável Já que houve exageros no Natal e ano novo, nada melhor do que voltar a se alimentar bem, de forma saudável. É hora de evitar laticínios, carne vermelha, cafeína e álcool. Procure acrescentar mais vegetais, legumes e frutas nas refeições, como couve, brócolis, folhas verde-escuras, frutas vermelhas e abacaxi.   4) Durma bem É normal passar um pouco da hora de dormir durante as festas de final de ano, e para se recuperar é necessário regular o sono. Dormir bem ajuda a normalizar o funcionamento do organismo.   De acordo com os especialistas, excessos gastronômicos além de engordar, podem causar desconforto abdominal, dor de cabeça, dor no estômago, inchaço, gases e cansaço.   Por isso, evite exageros, e cuide bem de você!

A diabetes acontece porque o pâncreas não é capaz de produzir insulina em quantidade suficiente para suprir as necessidades do organismo, ou porque este hormônio não é capaz de agir de maneira adequada (resistência à insulina).   Existem alguns questionamentos sobre a diabetes. Muitas pessoas possuem diversas dúvidas a respeito do que se trata a doença, como ela surge, se tem cura, como prevenir, enfim, a lista é longa. Por isso, separamos algumas das principais perguntas sobre esse assunto.   Mas, primeiro precisamos entender o que é diabetes?   O que é diabetes? Diabetes é uma doença causada pela produção insuficiente ou má absorção de insulina, hormônio que regula a glicose no sangue e garante energia para o organismo.   A insulina é um hormônio que tem a função de quebrar as moléculas de glicose(açúcar) transformando-a em energia para manutenção das células do nosso organismo.   O diabetes pode causar o aumento da glicemia e as altas taxas podem levar a complicações no coração, nas artérias, nos olhos, nos rins e nos nervos. Em casos mais graves, o diabetes pode levar à morte.   De acordo com a Sociedade Brasileira de Diabetes, existem atualmente, no Brasil, mais de 13 milhões de pessoas vivendo com a doença, o que representa 6,9% da população nacional.   Agora sim, vamos as perguntas:   1) Existem restrições à prática de exercícios para pessoas com diabetes? Não há restrições, desde que o diabetes esteja controlado. A atividade física libera catecolaminas que são hiperglicemiantes, de modo que se tiver com glicemia elevada, a tendência é aumentar mais ainda.   2) Como devo fazer para receber os medicamentos grátis, pelo SUS, como insulina e fitas. A lei federal de n° 11.347 (assinada em 27 de setembro de 2006 pelo Presidente da República) está em vigor e determina que os pacientes com diabetes recebam, gratuitamente, do Sistema Único de Saúde - SUS, os medicamentos necessários para o tratamento, assim como os materiais exigidos para a sua aplicação e a monitoração da glicemia capilar. O texto da lei afirma que, para ter este direito, é preciso estar inscrito em algum programa de educação especial em diabetes.   Na prática, a pessoa precisa ir ao posto de saúde mais próximo de sua residência, e cadastrar-se como paciente com diabetes do SUS ou do Sistema de Informação em Hipertensão e Diabetes (Hiperdia). No mesmo local, deve-se pedir pelos medicamentos necessários ao tratamento, prescritos pelo médico responsável em uma receita que será ali apresentada.   Caso não seja plenamente atendido, paciente deverá relatar o caso à ouvidoria

A Saúde Emocional é o bem-estar emocional. Equilíbrio entre estímulos, ambiente, herança genética e nossa própria postura. E como perceber se estamos com nossa saúde emocional prejudicada? Quais os sinais? Como buscar ajuda? Nesse artigo você vai encontrar: O que é saúde emocional Saúde emocional e depressão 6 Dicas para cuidar da sua saúde emocional   Vamos lá? O que é saúde emocional Você com certeza já viu alguém com uma capacidade de superação exemplar. Que perdeu alguém que amava muito, mas se manteve firme. Que passou por um diagnóstico de doença grave com positividade e os dois pés no chão. Sim saúde emocional não é ignorar que as vezes a vida é difícil.   Saúde emocional é entender que apesar dos problemas, você continua, o coração ainda vai pulsar, e ainda vai vir mais um dia. Saúde emocional e depressão Enquanto essas pessoas conseguem encontrar a resiliência de passar por momentos difíceis sem comprometer outras partes da vida, outras pessoas não conseguem. Se entregam, desistem de si mesmas e da vida. Dados do DATASUS revelam que mortes relacionadas a depressão  cresceram mais de 700%  em 16 anos. Depressão é uma doença grave, que tira a vontade de viver e pode até matar.   Não é só coisa da sua cabeça. As emoções influenciam muito mais que apenas seus pensamentos. Elas influenciam sua imunidade, longevidade, seu fluxo sanguíneo e até seu peso. Emoções descontroladas colocam sua saúde em risco, levando a compulsões e desencorajam bons hábitos.   6 Dicas para cuidar da sua saúde emocional Seja positivo. Permitir as emoções ruins serem expressadas de uma maneira saudável. Entenda que faz parte da sua experiência como ser humano não estar sempre feliz, mas que para lidar com a tristeza é preciso desabafar com pessoas de maturidade e confiança. Manter a positividade é entender que você pode aprender alguma coisa com o que está acontecendo, e que isso vai te fazer uma pessoa melhor, é acreditar que virão coisas boas. Não é pensar que nada deu, nem nunca vai dar certo

Você é do tipo de pessoa que tem histórico familiar de diabetes e, gostaria de saber mais sobre o assunto e se prevenir? Então está no lugar certo. Descubra o que é diabetes, quais são seus tipos e como uma dieta saudável pode, de certo modo, impedir o seu aparecimento. Grande parte dos alimentos que consumimos é transformado pelo nosso organismo em glicose, que é transportada no sangue até as células, onde será usada como fonte de energia. Portanto, o surgimento de diabetes se deve ao alto nível de açúcar na corrente sanguínea. De tal forma que, o cansaço, perda de peso, sede, necessidade frequente de urinar e visão turva seriam alguns dos sintomas de diabetes. Com o tempo, essas manifestações podem levar a problemas mais sérios, se não houver um tratamento. Antes de falarmos sobre os benefícios de uma dieta saudável para a prevenção de diabetes, é preciso compreender: O que é diabetes? Conhecida cientificamente como Diabetes Mellitus, é uma doença que tem como característica a elevação da glicose no sangue. Pode ocorrer devido às falhas na ação do hormônio insulina, produzido no pâncreas pelas chamadas células beta. A principal função da insulina é possibilitar a passagem de glicose para as células, suprindo as necessidades do organismo. Portanto, a diabetes acontece quando há falta, ou irregularidade desse hormônio, resultando em um acúmulo de glicose no sangue, mais conhecido como hiperglicemia. Tipos de diabetes O pâncreas é um órgão que produz hormônios importantes para o sistema digestivo e está localizado atrás do estômago. É o responsável pela produção de insulina, quando o nível de açúcar no sangue sobe. Em certas pessoas o sistema imunológico agride incorretamente as células beta, resultando assim pouca, ou nenhuma liberação de insulina para o corpo. Esse é um processo que caracteriza a diabetes tipo 1, que é geralmente diagnosticado na infância e adolescência. Diabetes tipo 2 existe a produção de insulina, porém a sua ação é dificultada, caracterizando um quadro de resistência insulínica. O pâncreas aumenta o nível de produção de insulina para tentar manter o nível de glicose normal. Quando isso não é possível surge a diabetes tipo 2. Em resumo, existem também outros tipos de diabetes como, Diabetes Latente Autoimune do Adulto (LADA), termo dado para pessoas diagnosticadas com o tipo 2 que desenvolvem um processo autoimune, perdendo células beta do pâncreas. Há também diabetes gestacional, uma condição temporária que acontece durante a gravidez. Como uma dieta saudável pode ajudar na prevenção de diabetes? A prevenção da diabetes, para quem