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Através da harmonia com a natureza o Centro de Vida Saudável promove um estilo de vida que trata e previne diversas doenças.

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6 cuidados com a pele   As características da pele, suas funcionalidades e importância para o nosso organismo são realmente magníficas, não é mesmo? Ela é o maior órgão do nosso corpo, nos protege contra traumatismos, participa da síntese da vitamina D, atua na manutenção do equilíbrio hídrico e eletrolítico e ainda ajuda na regulação da temperatura corporal, por isso, cuidados com a pele são essenciais.   Eventualmente, ela pode até mesmo indicar algum problema de saúde, apesar da maior parte dos transtornos ser apenas localizada na pele. Mas, afinal, como é composta a nossa pele? E como podemos cuidar dela de forma efetiva? Acompanhe neste artigo:   Como é composta as camadas da pele   A gente ouve falar bastante sobre derme e epiderme, principalmente nas publicidades de cosméticos. Na verdade, a epiderme, a derme e a camada subcutânea de gordura são as três principais camadas da pele.   A epiderme é a mais superficial. Ela é fina e resistente, e tem a função de impedir a entrada da maior parte de agentes externos, como vírus e bactérias. É também na epiderme que  se produz a famosa melanina, que dá cor à pele e ajuda nos proteger contra a radiação ultravioleta.   Já a derme é a camada mais espessa, atua na flexibilidade e resistência e ainda envolve uma série de funções importantes, como terminações nervosas, vasos sanguíneos. e glândulas sudoríparas e oleosas (sebáceas),   Por fim, temos a camada de gordura, que ajuda a isolar o corpo do calor e do frio e ainda possui cobertura que serve para armazenar energia.   Principais cuidados   Sendo um órgão em contato direto com o meio ambiente, a nossa pele exige cuidados diários específicos. São estes:   Higiene   Bom, não é à toa que tomamos banho frequentemente. A higiene ajuda a remover impurezas, agentes infecciosos e poeira. Especificamente para a pele do rosto, é importante higienizar duas vezes por dia. Isso porque as sujeiras acumuladas ajudam a formar cravos e espinhas e também podem provocar o envelhecimento precoce. Use um sabonete adequado para o seu tipo de pele e também um tônico, que ajuda a fazer uma limpeza mais profunda da pele do rosto.   Hidratação   A hidratação não apenas vai contribuir para uma pele mais macia e bonita. Ela também é fundamental para evitar danos, como ressecamento, irritações e infecções. Também vale lembrar de utilizar sempre um produto adequado para o seu tipo de pele, incluindo quem tem pele oleosa. Outra dica essencial para a hidratação e para a saúde como um todo, é claro,

Para quem adora um docinho, é difícil resistir, não é mesmo? Inclusive, a ciência explica que existe um processo químico em nosso organismo ao processar os açúcares que justifica a satisfação de comer um doce. Porém, é necessário ficar atento, pois o excesso de açúcar traz uma série de riscos para a nossa saúde.   O açúcar está presente em diversos alimentos, como frutas, cereais, massas, bebidas e nos produtos industrializados em geral. Atualmente, a Organização Mundial da Saúde recomenda o consumo de 25 gramas de açúcar por dia, o que equivale a 5% das calorias diárias, e uma quantidade máxima de 50 gramas.   Porém, o brasileiro consome em média 80 gramas de açúcar, 50% a mais que o recomendado, o que corresponde a 18 colheres de chá por dia. Desse consumo, 64% vem do açúcar que adicionamos nos alimentos, como ao adoçar o chá ou o suco. Já os outros 36% vem dos alimentos industrializados. Vamos agora entender os problemas desse excesso:   A chegada do açúcar no organismo   O problema começa com o tipo de açúcar presente nos alimentos industrializados, na mesa para adoçar e nas receitas de bolos, pudins, entre outros. É o açúcar branco, refinado, assim como a farinha ou arroz branco. Todos esses alimentos são considerados carboidratos simples, sem os demais componentes que compõem os alimentos integrais, como fibras e minerais.   Dessa forma, esses alimentos ricos em carboidratos simples são metabolizados de forma muito mais rápida do que os que possuem carboidratos complexos, como é o caso das frutas, arroz ou pão integrais, e cereais integrais de maneira geral. De maneira simplificada, a gente pode dizer que o alimento integral “dá mais trabalho” para o seu corpo até ele conseguir transformá-lo em glicose, enquanto que, com o refinado, esse processo é muito mais rápido.   Conforme aumenta a taxa de glicose no sangue após ingerir um doce, quem entra em ação com bastante trabalho a fazer é o pâncreas, que produz a insulina responsável por metabolizar a glicose. A alta quantidade de insulina faz com que o nível de glicose baixa, e você volta a sentir apetite. Por isso que ocorre aquela famosa fome pouco tempo depois da macarronada de domingo.   Riscos do excesso de açúcar   Com o consumo de carboidrato em excesso, o nosso corpo armazena uma parte desses carboidratos nas células em forma de um composto chamado glicogênio, e converte o restante em gordura. Por isso, o excesso de açúcar está diretamente ligado

O diabetes é uma doença crônica, sem cura e de evolução progressiva. Mas, com bom controle da doença, é possível conviver com ela de forma saudável e com ótima qualidade de vida. O que faz a diferença é compromisso que cada um tem em se cuidar de verdade. Se é o seu caso ou o de alguém próximo, fique atento às seguintes dicas e recomendações:   Controle o peso Ao mudar o estilo de vida e de forma dirigida para para a redução de peso, no caso dos que  estão com sobrepeso ou sofrem de obesidade, é decisivo para o controle do diabetes. A redução moderada de peso, equivalente a 5% a 7% do peso corporal, traz melhorias para o controle glicêmico e diminui as chances de necessitar de medicamentos, por exemplo. Ou seja, perder aqueles 5 ou  6 quilos pode trazer mais benefícios do que imaginava. Essa perda o também traz importantes ganhos para o controle de lipídios e pressão arterial.   Consuma carboidratos da forma correta A indicação de consumo de carboidratos para quem possui diabetes tipo 2 pode variar, de acordo o acompanhamento profissional e necessidades específicas de nutrição. Mas, por incrível que pareça, a recomendação geral de como consumir esse nutriente é a mesma para todas as pessoas sem a diabetes. Ou seja, deve ser um consumo de alimentos de qualidade, sem excessos, e que inclua cereais integrais e com redução de consumo de doces, massas e gorduras Um estudo publicado na revista Lancet em 2019 diz que o consumo de 15 g/dia de cereais integral tem grande ação positiva sobre o controle do diabetes 2.   Inclua as fibras no cardápio As fibras são de grande importância para a prevenção e controle do diabetes por atuarem no controle da glicemia, metabolismo de lipídios, sensação de saciedade e controle de peso. As fibras estão presentes no vegetais, como folhas, talos, sementes e bagaços, e os principais alimentos que é possível encontrá-las são frutas, legumes, verduras, leguminosas como ervilha, feijão, grão de bico e lentilha, farelo de aveia e de cevada e semente de linhaça. Outro aspecto das fibras que vem sendo estudado por pesquisadores é a importância do consumo das fibras prebióticas, que são que ajudam na preservação da flora intestinal, que também influencia na ação da insulina. A fibras prebióticas são encontradas em sementes e raízes de vegetais como alho, cebola, chicória, alcachofra, aspargo, graõs de soja, grão de bico, cevada e centeio.   Dê

Receber a alta hospitalar após tratar de complicações da Covid-19 é um dos momentos mais esperados por quem sofreu com a doença, bem como para quem acompanhou o caso de um familiar ou amigo próximo. Mas, muitas vezes essa etapa é o início de uma segunda jornada, que é a de tratar uma série de sintomas que acometem as pessoas que já se curaram da infecção pelo SARS-CoV-2, o novo coronavírus, e que podem permanecer por meses.   Esse conjunto de sintomas é chamado de síndrome pós-Covid-19 e atinge, principalmente, quem teve caso agudo da doença, os quais precisaram de internação ou ainda de serem intubados. Devido ao tempo de internação e danos causados pelo estado de inflamação sistêmica, essas pessoas voltam para a casa com o corpo bastante debilitado, com perda de condicionamento físico, dores persistentes pelo corpo e, às vezes, com sequelas respiratórias mais severas.   E o que chama a atenção é que a síndrome também tem acometido quem teve casos mais leves da doença.   Entre os principais sintomas da síndrome pós-Covid19 estão: Dificuldades respiratórias: Desequilíbrios na função cardíaca; Fadiga; Dores musculares; Dores nas articulações; Dor de cabeça; Perda de força muscular; Perda de memória; Dificuldade de raciocínio; Transtornos mentais, como ansiedade e depressão. Abaixo, listamos algumas informações sobre o que se sabe a respeito dos principais sintomas:   Problemas respiratórios   Falta de ar, fadiga, cansaço, dor no peito, tosse crônica são alguns dos sintomas que podem permanecer por semanas e até meses após a infecção da Covid-19. A fadiga, que é o cansaço mais intenso, pode atingir até cerca de 60% das pessoas que tiveram a doença, o que faz dessa condição o relato mais comum em pacientes já recuperados da infecção. Uma das causas dessa perda de desempenho pulmonar pode ser devido à fibrose pulmonar, uma cicatriz gerada depois de uma inflamação no órgão. Com isso, atividades simples do dia a dia, como andar, trabalhar ou qualquer outra coisa rotineira se torna extremamente cansativo.   Problemas cardiovasculares   Logo no início da pandemia, entendemos os riscos da Covid-19 para quem já possui problemas no sistema cardiovascular, como a hipertensão. Agora, também tem sido revelado o quanto muitas pessoas têm desenvolvido transtornos após a infecção, inclusive em quem não tinha nenhuma doença cardíaca pré-existente. Entre os problemas que podem ocorrer estão arritmias, aumento ou diminuição da pressão arterial, insuficiência cardíaca e miocardite. Um estudo realizado no Reino Unido revelou que cerca de 55% de pacientes internados com Covid-19 desenvolveram

Durante todo este mês, a campanha do Outubro Rosa tem como objetivo conscientizar a população – principalmente as mulheres com idade entre 40 e 69 anos – sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama.   Ir ao médico regularmente, realizar periodicamente o autoexame e a mamografia, ter uma qualidade de vida ativa e saudável, são algumas formas de prevenção e cuidados contra a doença. Mas para algumas mulheres o diagnóstico e a confirmação às vezes é inevitável. Cerca de 35% delas identificam o câncer já em estado avançado, segundo uma pesquisa do Instituto Oncoguia.   Prevenção e detecção precoce A prevenção e a detecção precoce do câncer de mama são essenciais para reduzir o índice de mortalidade da doença. O câncer de mama é resultado da multiplicação anormal e desordenada de células da mama, formando um tumor. Esse comportamento das células é provocado por uma alteração genética, que pode ser herdada (o que ocorre apenas em cerca de 10% dos casos) ou espontânea, provocada ao longo da vida.   Como prevenir Quando se fala em prevenção do câncer estamos tratando de estratégias para reduzir o risco de que a doença se desenvolva.  A prevenção, em geral, atua sobre os fatores de risco modificáveis, portanto inclui mudanças de hábito que envolvem evitar o consumo excessivo de álcool, não fumar, praticar atividades físicas, ter uma alimentação saudável e evitar exposição aos riscos ambientais.   Em conjunto, essas ações diminuem significativamente as chances de uma pessoa desenvolver câncer de mama. No entanto, mesmo que essas medidas sejam colocadas em prática, ainda existe a possibilidade, embora reduzida, de se manifestar. É por isso que aliar prevenção à detecção precoce do câncer de mama é fundamental.   A detecção precoce do câncer de mama consiste na realização de exames que têm como objetivo garantir que a doença seja detectada o mais rápido possível, em sua fase inicial. Nessa etapa, os esforços não se direcionam a evitar que o câncer se manifeste, e sim a investigar se ele está presente, para possibilitar que o tratamento inicie o mais rápido possível em caso positivo.   Depoimento da Sabrina   O diagnóstico de câncer de mama pode ser muito difícil, mas aprender a viver com a doença pode fazer toda a diferença. Confira o depoimento dessa guerreira:     Durante a descoberta do câncer de mama, é normal que não só a vida da paciente como também da família e dos amigos sejam afetadas. Se você é membro da família, amigo ou

O Outubro Rosa é uma campanha anual de combate ao câncer de mama. Criada na década de 1990, a campanha tem como objetivo conscientizar a população sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce, compartilhando informações e proporcionando mais acesso ao diagnóstico e ao tratamento da doença.    Segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA), o câncer de mama é o segundo tipo de câncer mais comum entre as mulheres no Brasil, atrás apenas do câncer de pele, correspondendo a 29% dos novos casos da doença ao ano. Por isso, o diagnóstico precoce é fundamental e aumenta as chances de cura do câncer de mama.   Como tudo começou O nome da campanha remete a cor do laço rosa, que é um símbolo internacional na luta contra do câncer de mama. O Outubro Rosa começou como um movimento iniciado no ano de 1990, em Nova Iorque, durante um evento chamado “Corrida pela Cura”, realizado pela instituição Susan G. Komen pela cura. À medida que o evento cresceu, outubro foi escolhido como o mês de conscientização sobre o câncer de mama nos Estados Unidos. Em 2002, o Obelisco Mausoléu aos Heróis de 32, no parque Ibirapuera, em São Paulo, foi iluminado com a cor rosa durante o mês marcando a primeira iniciativa no Brasil. No entanto, o movimento ganhou força por volta de 2008, quando as ações em prol da causa tornam-se mais frequentes.   A importância da prevenção Em um levantamento com 500 pessoas, de 18 a 65 anos de todas as classes sociais, constatou-se que as mulheres querem saber mais sobre fatores de risco e prevenção do câncer de mama e desconhecem os hábitos que contribuem para aumentar o risco do desenvolvimento do tumor: 81% das participantes da pesquisa consideram que a prevenção precisa ser mais divulgada.   Ainda segundo essa pesquisa, 9 em cada 10 brasileiras relacionam a doença ao histórico familiar, quando a questão da hereditariedade nesse tipo de tumor, segundo o Instituto Nacional de Câncer (Inca), corresponde de 5% a 10% dos casos.    Apesar de atingir uma pequena parcela da população, a hereditariedade é um fator importante para o câncer de mama e, quando está presente, aumenta muito o risco de desenvolvimento do tumor.   O cuidado com a saúde integral da mulher é uma questão que precisa estar presente tanto na prevenção quanto após o diagnóstico, desde as fases iniciais do tratamento e seguir para a vida toda, como hábitos que vão melhorar as condições gerais para evitar

Síndrome de Burnout é um desgaste que prejudica os aspectos físicos e emocionais da pessoa, levando a um esgotamento profissional. Neste artigo, montamos um panorama sobre o assunto, ajudando a promover a prevenção e auxiliar no tratamento de quem está sofrendo com o problema. Siga com a gente!   A atual pandemia do novo coronavírus virou as relações e o modo de trabalho de cabeça para baixo. Em poucos dias, funcionários e empresas foram obrigados a se adaptar ao famoso home office ou teletrabalho do “novo normal”.   Por consequência disso,  acabaram as happy hours entre amigos e colegas, o expediente se resumiu em horas em casa, na frente do computador, equilibrando as tarefas do serviço com os afazeres domésticos.   Este é um cenário que muito preocupa os especialistas, pois tende a agravar cada vez mais a já existente e temida síndrome de Burnout.    O que é Síndrome de Burnout?   Traduzindo do inglês, "burn" quer dizer queima e "out" exterior, a Síndrome de Burnout ou Síndrome do Esgotamento Profissional é um distúrbio emocional com sintomas de exaustão extrema, estresse e esgotamento físico resultante de situações de trabalho desgastante, que demandam muita competitividade ou responsabilidade.    A principal causa da doença é justamente o excesso de trabalho. Esta síndrome é comum em profissionais que atuam diariamente sob pressão e com responsabilidades constantes.   De acordo com o Ministério da Saúde, essa síndrome pode resultar em estado de depressão profunda por isso é essencial procurar apoio profissional no surgimento dos primeiros sintomas.   Como a pandemia pode agravar os sintomas? Nos últimos meses, a síndrome de Burnout vem ganhando força principalmente entre os trabalhadores de serviços essenciais, funcionários em home office e profissionais da saúde. Com horas sem fim nos hospitais e uma rotina em casa que não delimita o horário profissional, fica ainda mais difícil controlar o psicológico, principalmente com o agravante da pandemia.    Portanto, é necessário entender que esta não é uma doença qualquer, assim como a depressão e a ansiedade, que também podem ser desencadeadas com frequência nos tempos que vivemos.   Fatores de risco e sintomas   Mediante um cenário econômico incerto, alta taxa de desemprego, aumento da competitividade e a busca por uma posição de destaque no ambiente profissional, tudo isso pode ocasionar um esgotamento psicológico e desencadear ansiedade, depressão e síndrome de Burnout.   Alguns dos sintomas de Burnout são, cansaço excessivo, dor de cabeça frequente, insônia, negatividade constante, dores musculares, alteração nos batimentos cardíacos e dificuldade de concentração.   Tratamentos adequados - CEVISA   Aqui no CEVISA temos o programa Saúde Emocional,

Apesar da ansiedade ser uma resposta natural do nosso corpo, algo fisiológico essencial para a nossa sobrevivência, em alguns momentos pode se tornar nociva. No caso da pandemia do novo coronavírus, aprender a lidar com a ansiedade é importante, senão o impacto na saúde mental das pessoas não será nada bom.   Os efeitos da ansiedade podem ser sentidos durante este difícil período que estamos enfrentando, mas também podem deixar marcas traumáticas na vida das pessoas.   Segundo pesquisa da Universidade do Estado no Rio de Janeiro (UERJ), o número de casos de depressão quase dobrou, enquanto os de ansiedade e estresse aumentaram cerca de 80%. Além disso, a pesquisa revelou que as mulheres são as mais propensas do que os homens a sofrer com ansiedade e estresse durante o período de epidemia.   Os problemas de saúde mental estão aumentando em escala preocupante durante a pandemia do novo coronavírus e o isolamento social. Outros fatores de riscos apontados para o estresse e a ansiedade são: alimentação desregrada, doenças preexistentes, ausência de acompanhamento psicológico, sedentarismo e necessidade de sair de casa para trabalhar. Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), os percentuais médios esperados desses problemas na população são de 8,5% para estresse, 7,9% para ansiedade e 3,9% para depressão.   Busca por tratamentos Em consequência ao crescimento dos problemas de saúde mental, a procura por tratamentos também cresceu.   A pesquisa da UERJ sinaliza que quem recorreu à psicoterapia na internet apresentou índices melhores de estresse e ansiedade. Quem praticou exercícios físicos, sobretudo exercícios aeróbicos, também tiveram um desempenho melhor do que as pessoas que não fizeram nenhuma atividade física.   Dicas do CEVISA para um bem- estar    Filtre as informações sobre o assunto Um dos principais fatores de ansiedade é o excesso de informação que recebemos em tempo real sobre a pandemia. A mídia está aí, pronta para trazer os fatos, mas cabe a cada um de nós filtrar o que consumir. Por mais que seja importante saber o que acontece no mundo em relação à pandemia, coloque a sua saúde mental em primeiro lugar nesses momentos.   Leia livros e assista filmes A literatura e o cinema têm o poder de nos transportar para outras realidades, ou seja, são perfeitos para este momento de quarentena. Se você não sabe como lidar com a ansiedade, saiba que ler um livro e assistir a um filme podem ser bastante eficazes, contanto que você realmente se entregue à atividade. Não adianta abrir o livro e ficar pensando na pandemia,

A ansiedade e o estresse interferem diretamente na homeostase do organismo, alterando  a liberação de hormônios, influenciando em neurotransmissores,  como também em outros componentes bioquímicos que afetam nossas células de defesa, podendo assim comprometer diretamente com nossa imunidade e emoções.   Isto quer dizer, quanto mais ansiosos e estressados, mais teremos nossas barreiras de proteção fragilizadas e portanto ficamos mais vulneráveis à enfermidades.   Nesse artigo vamos falar um pouco sobre essa relação entre nossas emoções e o sistema imunológico. Mas, se você quiser saber um pouco mais sobre a relação do sistema imunológico e outros fatores acesse aqui e aqui.   Vamos a leitura?   O sistema imunológico e sua função Então o que é o sistema imunológico? São redes de células e moléculas , que estão em todo o organismo, as quais  conseguem reconhecer vários patógenos ou antígenos de  vírus, bactérias ,fungos, produtos tóxicos , entre tantas outras  doenças  e destruí-los.   Uma  vez que o  corpo tenha um sistema imune equilibrado, são comumente chamadas de soldados de defesa.  Esta defesa é essencial contra o desenvolvimento de infecções. Chamamos de imunodepressão quando o nosso sistema imunológico está fragilizado , desordenado ou desequilibrado.   Fatores que afetam nosso sistema imunológico São vários os fatores que podem afetar a nossa imunidade, mas são os fatores psicológicos que menos damos importância.   O sistema imunológico é modulado pelos processos químicos do estresse e da ansiedade, envolvendo ações químicas (liberação elevada de hormônios como por exemplo o cortisol) tanto no sistema endócrino, como no sistema nervoso.   Quando os sistemas endócrino e nervoso estão alterados, o organismo se torna mais suscetível a processos infecciosos, bacterianos e virais. Atualmente estamos enfrentando um processo viral.   Relação entre a imunidade e as emoções Então, como permanecer imune ao estresse e a ansiedade, numa situação de pandemia?   Tanto o estresse como a ansiedade são processos químicos naturais do organismo. São necessários para preparar o organismo na resposta as situações adversas. Por isso a questão não esta ligada diretamente na ausência deles (estresse e ansiedade), mas como eles estão se desenvolvendo no corpo, ou como estamos respondendo a eles.   A Psiconeuroimunologia afirma que nossa postura frente às situações estressoras, pode ajudar com que nosso organismo tenha respostas positivas, mantendo assim a nossa imunidade.   Como podemos fazer isso? Vamos elaborar fatores que vão nos ajudar a permanecer imunes ao estresse e a ansiedade: Manter hábitos que aumentem nossa imunidade. Estes hábitos estão acessíveis para todos nós. Mantendo 15 min de exposição ao Sol em partes do corpo que não estão sempre

A Saúde Emocional é o bem-estar emocional. Equilíbrio entre estímulos, ambiente, herança genética e nossa própria postura. E como perceber se estamos com nossa saúde emocional prejudicada? Quais os sinais? Como buscar ajuda? Nesse artigo você vai encontrar: O que é saúde emocional Saúde emocional e depressão 6 Dicas para cuidar da sua saúde emocional   Vamos lá? O que é saúde emocional Você com certeza já viu alguém com uma capacidade de superação exemplar. Que perdeu alguém que amava muito, mas se manteve firme. Que passou por um diagnóstico de doença grave com positividade e os dois pés no chão. Sim saúde emocional não é ignorar que as vezes a vida é difícil.   Saúde emocional é entender que apesar dos problemas, você continua, o coração ainda vai pulsar, e ainda vai vir mais um dia. Saúde emocional e depressão Enquanto essas pessoas conseguem encontrar a resiliência de passar por momentos difíceis sem comprometer outras partes da vida, outras pessoas não conseguem. Se entregam, desistem de si mesmas e da vida. Dados do DATASUS revelam que mortes relacionadas a depressão  cresceram mais de 700%  em 16 anos. Depressão é uma doença grave, que tira a vontade de viver e pode até matar.   Não é só coisa da sua cabeça. As emoções influenciam muito mais que apenas seus pensamentos. Elas influenciam sua imunidade, longevidade, seu fluxo sanguíneo e até seu peso. Emoções descontroladas colocam sua saúde em risco, levando a compulsões e desencorajam bons hábitos.   6 Dicas para cuidar da sua saúde emocional Seja positivo. Permitir as emoções ruins serem expressadas de uma maneira saudável. Entenda que faz parte da sua experiência como ser humano não estar sempre feliz, mas que para lidar com a tristeza é preciso desabafar com pessoas de maturidade e confiança. Manter a positividade é entender que você pode aprender alguma coisa com o que está acontecendo, e que isso vai te fazer uma pessoa melhor, é acreditar que virão coisas boas. Não é pensar que nada deu, nem nunca vai dar certo