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Através da harmonia com a natureza o Centro de Vida Saudável promove um estilo de vida que trata e previne diversas doenças.

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Durante todo este mês, a campanha do Outubro Rosa tem como objetivo conscientizar a população – principalmente as mulheres com idade entre 40 e 69 anos – sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama.   Ir ao médico regularmente, realizar periodicamente o autoexame e a mamografia, ter uma qualidade de vida ativa e saudável, são algumas formas de prevenção e cuidados contra a doença. Mas para algumas mulheres o diagnóstico e a confirmação às vezes é inevitável. Cerca de 35% delas identificam o câncer já em estado avançado, segundo uma pesquisa do Instituto Oncoguia.   Prevenção e detecção precoce A prevenção e a detecção precoce do câncer de mama são essenciais para reduzir o índice de mortalidade da doença. O câncer de mama é resultado da multiplicação anormal e desordenada de células da mama, formando um tumor. Esse comportamento das células é provocado por uma alteração genética, que pode ser herdada (o que ocorre apenas em cerca de 10% dos casos) ou espontânea, provocada ao longo da vida.   Como prevenir Quando se fala em prevenção do câncer estamos tratando de estratégias para reduzir o risco de que a doença se desenvolva.  A prevenção, em geral, atua sobre os fatores de risco modificáveis, portanto inclui mudanças de hábito que envolvem evitar o consumo excessivo de álcool, não fumar, praticar atividades físicas, ter uma alimentação saudável e evitar exposição aos riscos ambientais.   Em conjunto, essas ações diminuem significativamente as chances de uma pessoa desenvolver câncer de mama. No entanto, mesmo que essas medidas sejam colocadas em prática, ainda existe a possibilidade, embora reduzida, de se manifestar. É por isso que aliar prevenção à detecção precoce do câncer de mama é fundamental.   A detecção precoce do câncer de mama consiste na realização de exames que têm como objetivo garantir que a doença seja detectada o mais rápido possível, em sua fase inicial. Nessa etapa, os esforços não se direcionam a evitar que o câncer se manifeste, e sim a investigar se ele está presente, para possibilitar que o tratamento inicie o mais rápido possível em caso positivo.   Depoimento da Sabrina   O diagnóstico de câncer de mama pode ser muito difícil, mas aprender a viver com a doença pode fazer toda a diferença. Confira o depoimento dessa guerreira:     Durante a descoberta do câncer de mama, é normal que não só a vida da paciente como também da família e dos amigos sejam afetadas. Se você é membro da família, amigo ou

O Outubro Rosa é uma campanha anual de combate ao câncer de mama. Criada na década de 1990, a campanha tem como objetivo conscientizar a população sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce, compartilhando informações e proporcionando mais acesso ao diagnóstico e ao tratamento da doença.    Segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA), o câncer de mama é o segundo tipo de câncer mais comum entre as mulheres no Brasil, atrás apenas do câncer de pele, correspondendo a 29% dos novos casos da doença ao ano. Por isso, o diagnóstico precoce é fundamental e aumenta as chances de cura do câncer de mama.   Como tudo começou O nome da campanha remete a cor do laço rosa, que é um símbolo internacional na luta contra do câncer de mama. O Outubro Rosa começou como um movimento iniciado no ano de 1990, em Nova Iorque, durante um evento chamado “Corrida pela Cura”, realizado pela instituição Susan G. Komen pela cura. À medida que o evento cresceu, outubro foi escolhido como o mês de conscientização sobre o câncer de mama nos Estados Unidos. Em 2002, o Obelisco Mausoléu aos Heróis de 32, no parque Ibirapuera, em São Paulo, foi iluminado com a cor rosa durante o mês marcando a primeira iniciativa no Brasil. No entanto, o movimento ganhou força por volta de 2008, quando as ações em prol da causa tornam-se mais frequentes.   A importância da prevenção Em um levantamento com 500 pessoas, de 18 a 65 anos de todas as classes sociais, constatou-se que as mulheres querem saber mais sobre fatores de risco e prevenção do câncer de mama e desconhecem os hábitos que contribuem para aumentar o risco do desenvolvimento do tumor: 81% das participantes da pesquisa consideram que a prevenção precisa ser mais divulgada.   Ainda segundo essa pesquisa, 9 em cada 10 brasileiras relacionam a doença ao histórico familiar, quando a questão da hereditariedade nesse tipo de tumor, segundo o Instituto Nacional de Câncer (Inca), corresponde de 5% a 10% dos casos.    Apesar de atingir uma pequena parcela da população, a hereditariedade é um fator importante para o câncer de mama e, quando está presente, aumenta muito o risco de desenvolvimento do tumor.   O cuidado com a saúde integral da mulher é uma questão que precisa estar presente tanto na prevenção quanto após o diagnóstico, desde as fases iniciais do tratamento e seguir para a vida toda, como hábitos que vão melhorar as condições gerais para evitar

Síndrome de Burnout é um desgaste que prejudica os aspectos físicos e emocionais da pessoa, levando a um esgotamento profissional. Neste artigo, montamos um panorama sobre o assunto, ajudando a promover a prevenção e auxiliar no tratamento de quem está sofrendo com o problema. Siga com a gente!   A atual pandemia do novo coronavírus virou as relações e o modo de trabalho de cabeça para baixo. Em poucos dias, funcionários e empresas foram obrigados a se adaptar ao famoso home office ou teletrabalho do “novo normal”.   Por consequência disso,  acabaram as happy hours entre amigos e colegas, o expediente se resumiu em horas em casa, na frente do computador, equilibrando as tarefas do serviço com os afazeres domésticos.   Este é um cenário que muito preocupa os especialistas, pois tende a agravar cada vez mais a já existente e temida síndrome de Burnout.    O que é Síndrome de Burnout?   Traduzindo do inglês, "burn" quer dizer queima e "out" exterior, a Síndrome de Burnout ou Síndrome do Esgotamento Profissional é um distúrbio emocional com sintomas de exaustão extrema, estresse e esgotamento físico resultante de situações de trabalho desgastante, que demandam muita competitividade ou responsabilidade.    A principal causa da doença é justamente o excesso de trabalho. Esta síndrome é comum em profissionais que atuam diariamente sob pressão e com responsabilidades constantes.   De acordo com o Ministério da Saúde, essa síndrome pode resultar em estado de depressão profunda por isso é essencial procurar apoio profissional no surgimento dos primeiros sintomas.   Como a pandemia pode agravar os sintomas? Nos últimos meses, a síndrome de Burnout vem ganhando força principalmente entre os trabalhadores de serviços essenciais, funcionários em home office e profissionais da saúde. Com horas sem fim nos hospitais e uma rotina em casa que não delimita o horário profissional, fica ainda mais difícil controlar o psicológico, principalmente com o agravante da pandemia.    Portanto, é necessário entender que esta não é uma doença qualquer, assim como a depressão e a ansiedade, que também podem ser desencadeadas com frequência nos tempos que vivemos.   Fatores de risco e sintomas   Mediante um cenário econômico incerto, alta taxa de desemprego, aumento da competitividade e a busca por uma posição de destaque no ambiente profissional, tudo isso pode ocasionar um esgotamento psicológico e desencadear ansiedade, depressão e síndrome de Burnout.   Alguns dos sintomas de Burnout são, cansaço excessivo, dor de cabeça frequente, insônia, negatividade constante, dores musculares, alteração nos batimentos cardíacos e dificuldade de concentração.   Tratamentos adequados - CEVISA   Aqui no CEVISA temos o programa Saúde Emocional,

Apesar da ansiedade ser uma resposta natural do nosso corpo, algo fisiológico essencial para a nossa sobrevivência, em alguns momentos pode se tornar nociva. No caso da pandemia do novo coronavírus, aprender a lidar com a ansiedade é importante, senão o impacto na saúde mental das pessoas não será nada bom.   Os efeitos da ansiedade podem ser sentidos durante este difícil período que estamos enfrentando, mas também podem deixar marcas traumáticas na vida das pessoas.   Segundo pesquisa da Universidade do Estado no Rio de Janeiro (UERJ), o número de casos de depressão quase dobrou, enquanto os de ansiedade e estresse aumentaram cerca de 80%. Além disso, a pesquisa revelou que as mulheres são as mais propensas do que os homens a sofrer com ansiedade e estresse durante o período de epidemia.   Os problemas de saúde mental estão aumentando em escala preocupante durante a pandemia do novo coronavírus e o isolamento social. Outros fatores de riscos apontados para o estresse e a ansiedade são: alimentação desregrada, doenças preexistentes, ausência de acompanhamento psicológico, sedentarismo e necessidade de sair de casa para trabalhar. Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), os percentuais médios esperados desses problemas na população são de 8,5% para estresse, 7,9% para ansiedade e 3,9% para depressão.   Busca por tratamentos Em consequência ao crescimento dos problemas de saúde mental, a procura por tratamentos também cresceu.   A pesquisa da UERJ sinaliza que quem recorreu à psicoterapia na internet apresentou índices melhores de estresse e ansiedade. Quem praticou exercícios físicos, sobretudo exercícios aeróbicos, também tiveram um desempenho melhor do que as pessoas que não fizeram nenhuma atividade física.   Dicas do CEVISA para um bem- estar    Filtre as informações sobre o assunto Um dos principais fatores de ansiedade é o excesso de informação que recebemos em tempo real sobre a pandemia. A mídia está aí, pronta para trazer os fatos, mas cabe a cada um de nós filtrar o que consumir. Por mais que seja importante saber o que acontece no mundo em relação à pandemia, coloque a sua saúde mental em primeiro lugar nesses momentos.   Leia livros e assista filmes A literatura e o cinema têm o poder de nos transportar para outras realidades, ou seja, são perfeitos para este momento de quarentena. Se você não sabe como lidar com a ansiedade, saiba que ler um livro e assistir a um filme podem ser bastante eficazes, contanto que você realmente se entregue à atividade. Não adianta abrir o livro e ficar pensando na pandemia,

A ansiedade e o estresse interferem diretamente na homeostase do organismo, alterando  a liberação de hormônios, influenciando em neurotransmissores,  como também em outros componentes bioquímicos que afetam nossas células de defesa, podendo assim comprometer diretamente com nossa imunidade e emoções.   Isto quer dizer, quanto mais ansiosos e estressados, mais teremos nossas barreiras de proteção fragilizadas e portanto ficamos mais vulneráveis à enfermidades.   Nesse artigo vamos falar um pouco sobre essa relação entre nossas emoções e o sistema imunológico. Mas, se você quiser saber um pouco mais sobre a relação do sistema imunológico e outros fatores acesse aqui e aqui.   Vamos a leitura?   O sistema imunológico e sua função Então o que é o sistema imunológico? São redes de células e moléculas , que estão em todo o organismo, as quais  conseguem reconhecer vários patógenos ou antígenos de  vírus, bactérias ,fungos, produtos tóxicos , entre tantas outras  doenças  e destruí-los.   Uma  vez que o  corpo tenha um sistema imune equilibrado, são comumente chamadas de soldados de defesa.  Esta defesa é essencial contra o desenvolvimento de infecções. Chamamos de imunodepressão quando o nosso sistema imunológico está fragilizado , desordenado ou desequilibrado.   Fatores que afetam nosso sistema imunológico São vários os fatores que podem afetar a nossa imunidade, mas são os fatores psicológicos que menos damos importância.   O sistema imunológico é modulado pelos processos químicos do estresse e da ansiedade, envolvendo ações químicas (liberação elevada de hormônios como por exemplo o cortisol) tanto no sistema endócrino, como no sistema nervoso.   Quando os sistemas endócrino e nervoso estão alterados, o organismo se torna mais suscetível a processos infecciosos, bacterianos e virais. Atualmente estamos enfrentando um processo viral.   Relação entre a imunidade e as emoções Então, como permanecer imune ao estresse e a ansiedade, numa situação de pandemia?   Tanto o estresse como a ansiedade são processos químicos naturais do organismo. São necessários para preparar o organismo na resposta as situações adversas. Por isso a questão não esta ligada diretamente na ausência deles (estresse e ansiedade), mas como eles estão se desenvolvendo no corpo, ou como estamos respondendo a eles.   A Psiconeuroimunologia afirma que nossa postura frente às situações estressoras, pode ajudar com que nosso organismo tenha respostas positivas, mantendo assim a nossa imunidade.   Como podemos fazer isso? Vamos elaborar fatores que vão nos ajudar a permanecer imunes ao estresse e a ansiedade: Manter hábitos que aumentem nossa imunidade. Estes hábitos estão acessíveis para todos nós. Mantendo 15 min de exposição ao Sol em partes do corpo que não estão sempre

A Saúde Emocional é o bem-estar emocional. Equilíbrio entre estímulos, ambiente, herança genética e nossa própria postura. E como perceber se estamos com nossa saúde emocional prejudicada? Quais os sinais? Como buscar ajuda? Nesse artigo você vai encontrar: O que é saúde emocional Saúde emocional e depressão 6 Dicas para cuidar da sua saúde emocional   Vamos lá? O que é saúde emocional Você com certeza já viu alguém com uma capacidade de superação exemplar. Que perdeu alguém que amava muito, mas se manteve firme. Que passou por um diagnóstico de doença grave com positividade e os dois pés no chão. Sim saúde emocional não é ignorar que as vezes a vida é difícil.   Saúde emocional é entender que apesar dos problemas, você continua, o coração ainda vai pulsar, e ainda vai vir mais um dia. Saúde emocional e depressão Enquanto essas pessoas conseguem encontrar a resiliência de passar por momentos difíceis sem comprometer outras partes da vida, outras pessoas não conseguem. Se entregam, desistem de si mesmas e da vida. Dados do DATASUS revelam que mortes relacionadas a depressão  cresceram mais de 700%  em 16 anos. Depressão é uma doença grave, que tira a vontade de viver e pode até matar.   Não é só coisa da sua cabeça. As emoções influenciam muito mais que apenas seus pensamentos. Elas influenciam sua imunidade, longevidade, seu fluxo sanguíneo e até seu peso. Emoções descontroladas colocam sua saúde em risco, levando a compulsões e desencorajam bons hábitos.   6 Dicas para cuidar da sua saúde emocional Seja positivo. Permitir as emoções ruins serem expressadas de uma maneira saudável. Entenda que faz parte da sua experiência como ser humano não estar sempre feliz, mas que para lidar com a tristeza é preciso desabafar com pessoas de maturidade e confiança. Manter a positividade é entender que você pode aprender alguma coisa com o que está acontecendo, e que isso vai te fazer uma pessoa melhor, é acreditar que virão coisas boas. Não é pensar que nada deu, nem nunca vai dar certo