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Nestes últimos dias muito se tem falado na mídia em  relação aos cuidados que devemos ter referente ao COVID-19 com os mais idosos. Para a terceira idade, a infecção por Coronavírus poderá  se tornar grave, especialmente quando o idoso já tem outros problemas de saúde, como diabetes, doenças respiratórias, cardiovasculares e um sistema imunológico mais fraco.    Este post vai abordar um pouco sobre o sistema imunológico e os cuidados que uma pessoa idosa deve ter por consequência do momento que o mundo está vivendo com COVID-19.   Vamos lá!   Porque os idosos são mais susceptíveis a terem doenças mais graves?   As mudanças que acontecem no sistema imunológico durante o processo de envelhecimento do corpo, chamado de imunossenescência, este  é um dos principais fatores nos idosos, o qual aumento o risco deles terem infecções mais graves, assim como aumento da incidência de outras doenças nesta faixa etária.   Portanto, na terceira idade há uma redução fisiológica  no número e na atividade dos linfócitos T, células que ajudam a combater a presença de agentes capazes de prejudicar a saúde do organismo. A imunossenescência reduz o reconhecimento de novos antígenos, isto é, o corpo do idoso , por exemplo se torna incapaz de reconhecer um novo vírus,  como um invasor,  demorando  a reagir,  consequentemente as suas enfermidades poderão se manifestar de formas mais graves.   Como fazer para diminuir as infecções?   Antes de mais nada, é bom lembrarmos que não existe uma receita clara e definitiva, para que os idosos possam diminuir o risco de desenvolver uma infecção viral ou bacteriana grave,  entretanto, adotar alguns cuidados básicos recomendados para um envelhecimento saudável é fundamental.   Cuidados básicos para evitar o aumento de infecções – Manter as doenças crônicas (hipertensão arterial, DPOC, asma, diabetes) sob controle, seguindo os conselhos de seu médico e tomando os medicamentos prescritos regularmente; – manter-se ativo;  – alimentar-se bem, com alimentos com qualidade nutricional; – não fumar; – não beber em excesso.   Na atual situação da pandemia causada pelo coronavírus, o Ministério da Saúde e a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomendam ter atenção extra com a higiene para reduzir o risco de contrair ou transmitir infecções respiratórias aguda.   Medidas de higiene para evitar contaminação – lavar as mãos frequentemente com água e sabonete por pelo menos 20 segundos. Se não houver água e sabonete, usar um desinfetante para as mãos à base de álcool; – evitar tocar os olhos, o nariz e a boca com as mãos não lavadas; – evitar contato

Um sistema imunológico é formado por uma série de células de defesa e reações químicas, com o  objetivo de  lutar e nos proteger contra os mais diversos  patógenos,  os  quais podem invadir o nosso corpo e produzir doenças.    É importante manter a imunidade bem equlibrada, afim de que o nosso organismo consiga se defender dos "ataques de invasores indesejados"; para que  tudo isto ocorra de uma forma eficiente em nosso corpo é necessário  manter, uma alimentação saudável, praticar exercícios físicos regularmente, dormir bem, não fumar e hidratar-se.   Falamos aqui no blog sobre alguns dos alimentos que ajudam a aumentar a imunidade, você pode conferir o post completo acessando aqui.   Então o quê fazer para aumentar a imunidade?   Hidratando o organismo A boa hidratação do corpo é fundamental para manter a imunidade em alta. O organismo humano é composto em sua maior parte por água,  ela é essencial para que todas as reações bioquímicas ocorram perfeitamente nas células em especial quando ficamos doentes, ingerir uma quantidade média de água, que varia de 1,5 litro a 2 litros por dia para pessoas normais, ou até mais, caso não se tenha restrições, é sempre bom para a saúde.   Um cardápio saudável e a prática regular de atividades físicas ajudam bastante a aumentar a imunidade e manter o organismo forte.Precisa-se  ficar atento a algumas atitudes que podem minar este sistema de defesa.   Fatorem que enfraquecem o sistema imunológico Entre os principais fatores que provocam uma queda na imunidade estão o estresse, o sedentarismo, ou o excesso de atividade física e a má alimentação, isto porque a falta de algumas vitaminas e minerais prejudicam o bom funcionamento das células.   O excesso de atividades físicas  O treino regular é importante para deixar a imunidade preparada para enfrentar as batalhas rotineiras, mas entenda que toda atividade física exarcerbada para um indivíduo que não está adaptado a isto diariamente poderá até levar reação inadequada do organismo, gerando um processo inflamatório, sendo que esta condição pode comprometer e dimuir o sistema de defesa do corpo.   Se você pratica modalidades que exigem se exercitar por mais de 60 minutos, é muito importante respeitar o período de descanso entre os treinos e manter uma alimentação saudável e  uma  hidratação adequada.   Não ter uma rotina de sono regular Dormir poucas horas frequentemente,  ou distúrbios do sono como ronco e apnéia do sono, geram um grande estresse no organismo,  com o decorrer do  tempo este repouso irregular poderá desencadear um aumento  nos níveis de citocinas (moléculas

A ansiedade e o estresse interferem diretamente na homeostase do organismo, alterando  a liberação de hormônios, influenciando em neurotransmissores,  como também em outros componentes bioquímicos que afetam nossas células de defesa, podendo assim comprometer diretamente com nossa imunidade e emoções.   Isto quer dizer, quanto mais ansiosos e estressados, mais teremos nossas barreiras de proteção fragilizadas e portanto ficamos mais vulneráveis à enfermidades.   Nesse artigo vamos falar um pouco sobre essa relação entre nossas emoções e o sistema imunológico. Mas, se você quiser saber um pouco mais sobre a relação do sistema imunológico e outros fatores acesse aqui e aqui.   Vamos a leitura?   O sistema imunológico e sua função Então o que é o sistema imunológico? São redes de células e moléculas , que estão em todo o organismo, as quais  conseguem reconhecer vários patógenos ou antígenos de  vírus, bactérias ,fungos, produtos tóxicos , entre tantas outras  doenças  e destruí-los.   Uma  vez que o  corpo tenha um sistema imune equilibrado, são comumente chamadas de soldados de defesa.  Esta defesa é essencial contra o desenvolvimento de infecções. Chamamos de imunodepressão quando o nosso sistema imunológico está fragilizado , desordenado ou desequilibrado.   Fatores que afetam nosso sistema imunológico São vários os fatores que podem afetar a nossa imunidade, mas são os fatores psicológicos que menos damos importância.   O sistema imunológico é modulado pelos processos químicos do estresse e da ansiedade, envolvendo ações químicas (liberação elevada de hormônios como por exemplo o cortisol) tanto no sistema endócrino, como no sistema nervoso.   Quando os sistemas endócrino e nervoso estão alterados, o organismo se torna mais suscetível a processos infecciosos, bacterianos e virais. Atualmente estamos enfrentando um processo viral.   Relação entre a imunidade e as emoções Então, como permanecer imune ao estresse e a ansiedade, numa situação de pandemia?   Tanto o estresse como a ansiedade são processos químicos naturais do organismo. São necessários para preparar o organismo na resposta as situações adversas. Por isso a questão não esta ligada diretamente na ausência deles (estresse e ansiedade), mas como eles estão se desenvolvendo no corpo, ou como estamos respondendo a eles.   A Psiconeuroimunologia afirma que nossa postura frente às situações estressoras, pode ajudar com que nosso organismo tenha respostas positivas, mantendo assim a nossa imunidade.   Como podemos fazer isso? Vamos elaborar fatores que vão nos ajudar a permanecer imunes ao estresse e a ansiedade: Manter hábitos que aumentem nossa imunidade. Estes hábitos estão acessíveis para todos nós. Mantendo 15 min de exposição ao Sol em partes do corpo que não estão sempre

Coronavírus é uma família de vírus, assim denominada por apresentarem uma estrutura em formato de coroa. Eles causam infecções respiratórias. A atual doença causada pelo coronavírus recebeu o nome de Covid-19. Neste texto você vai saber um pouco mais sobre o que é o Covid-19, como ele afeta nosso organismo, e quais alimentos que podem ajudam a aumentar nossa imunidade.   Então, vamos lá!   Nutrição versus Imunidade Segundo a OMS, ainda não há cura e não há um tratamento medicamentoso definido para o Covid-19. Mas, o corpo pode reagir a infecção, favorecendo uma resolutividade positiva.   Assim, a nutrição se destaca como um fator muito importante na manutenção do estado de saúde do indivíduo. O estado de saúde, por sua vez, é coordenado, entre outros fatores, pelo funcionamento adequado do sistema imune, cujas células de defesa, dependem de um estilo de vida adequado, que contemple a ingestão de alimentos saudáveis como frutas, legumes, verduras, leguminosas, cereais integrais, oleaginosas e fibras em quantidades adequadas.   Alimentos que devem ser evitados A exclusão de alimentos nocivos à saúde como carboidratos refinados, açúcar refinado, cafeína, bebidas alcoólicas e alimentos ultraprocessados como os fast foods, embutidos e ricos em gorduras saturadas e trans também auxilia na manutenção de uma melhor defesa do organismo contra agentes invasores como vírus e bactérias.   Desta maneira, visando fortalecer o sistema imunológico, abaixo estão descritos alguns alimentos que deveriam compor suas refeições diariamente.   Prepara a caneta para anotar!   Fortalecendo nosso sistema imunológico Sim, existem alguns alimentos que ajudam a aumentar nosso e fortalecer nosso sistema imunológico. Vamos a lista?   Inhame: ação desintoxicante e depurativa. Ou seja, auxilia na limpeza do sangue, excretando suas toxinas por meio dos rins, pele e intestino. Fortalece o sistema imunológico por ter excelente fonte de micronutrientes como vitaminas do complexo B (B1, B2, B3, B6, B9). Também possui antioxidantes e vitamina C, cobre, potássio, ferro, magnésio, cálcio e fósforo. Devido sua composição, a ingestão de inhame melhora problemas respiratórios e aumenta a imunidade. Brócolis e couve: vegetais de cor verde escura. São ótima fonte de ácido fólico, assim como levedo de cerveja, lentilhas, quiabo, feijão preto, amendoim, espinafre, folhas de couve, aspargos, semente de girassol, laranja, couve-de-bruxelas, ervilhas, abacate, tofu, mamão e amêndoas. O ácido fólico coadjuva na produção dos glóbulos brancos, agentes de combate a invasores. Todavia, até 90% do ácido fólico contido nos alimentos pode ser destruído pela ação do calor, ou seja, por cozimento prolongado dos alimentos. Frutas cítricas: acerola, mexerica, mamão, kiwi, morango,

Você já sentiu dores nas costas? Segundo dados da OMS (Organização Mundial da Saúde), 8 em cada 10 pessoas sentirão esta dor pelo menos uma vez na vida. As dores lombares é a segunda dor mais comum em todo o mundo, perdendo apenas para a dor de cabeça.   Essa semana estamos falando sobre orientações para o tratamento da dor lombar. Por ser um problema enfretado por muitas pessoas, separamos 5 maneiras que vão ajudar quanto a prevenção da lombalgia.   Vamos lá!   1) Controle seu peso; A grande maioria das pessoas que estão com sobre peso sofrem de lombalgia. Procure permanecer dentro do seu peso ideal, pois a obesidade tem um fator de risco para a saúde da coluna.   2) Faça exercícios físicos; A prática de exercícios físicos colabora de diversas forma para o nosso bem-estar e saúde física. Uma dessas maneiras está relacionada com nossa coluna. Fazer no mínimo 30 minutos de exercícios, por 3 dias da semana, vai ajudar no alívio das dores lombares.   3) Não carregue muito peso Está comprovado, quem carrega muito peso tem a tendência a ter lombalgia aguda. Portanto, evite carregar excesso de peso. Se precisar levantar algum peso, lembre-se de flexionar os joelhos, e procure manter a coluna ereta.   4) Observe sua postura ao sentar Se você trabalha com o computador (ou passa horas no smartphone), lembre-se que a tela deve ficar na altura dos seus olhos.   Agora, se você passa muitas horas sentado, use uma cadeira com apoio para os braços e que não recline. Seus pés devem estar totalmente encostados no chão.   Para aquelas pessoas que passam muito tempo dirigindo, mantenha uma boa postura e procure colocar um apoio ou almofada atrás da região lombar – especialmente se você passa muito tempo no trânsito.   5) Procure a melhor posição para dormir Na hora de dormir, procure dormir de lado, com um travesseiro entre as pernas, ou de barriga para cima, com um travesseiro embaixo da dos joelhos. Evite dormir de bruços.   Se você gostou dessas dicas, deixa a gente saber, e compartilhe nas suas redes sociais.   Até a próxima!   Fonte: AtivoSaúde

Má postura, inflamação ou mesmo hérnia de disco. As causas variam, mas trazem como consequência a famosa lombalgia, ou dor nas costas, que prejudica as atividades do dia-a-dia e a qualidade de vida.   Neste texto você vai saber: O que é lombalgia Como surge Quais as causas Quais os sintomas Os principais tratamentos Quais são os tratamentos oferecidos pelo CEVISA Vamos lá!   O que é lombalgia? A lombalgia pode ser definida como uma dor na região lombar. A dor pode se estender para a região das nádegas, face posterior das coxas mas não muito além do joelho, sem comprometer um trajeto de nervo específico.   Um por cento dos pacientes com lombalgia aguda tem ciática, que é definida como dor irradiada para o território de uma raiz nervosa lombar, frequentemente acompanhada de sintomas como dificuldade para andar e formigamento. É um problema muito prevalente e pode ser causa de incapacidade.   Mais de 90% da população mundial sofre episódio de dor lombar em algum momento da vida e a lombalgia é a segunda causa mais frequente de procura pelos serviços médicos.   Como surge? As lombalgias podem ser classificadas quanto a duração em agudas e crônicas. As lombalgias agudas não estão relacionadas a nenhum fator definido e geralmente ocorrem após um esforço físico excessivo levando o paciente a sentir uma sensação de “travar a coluna”.   A dor crônica ocorre em qualquer idade e em aproximadamente 75-85% dos pacientes que se afastam do trabalho ela se torna recorrente   Quais as causas? Os principais fatores que podem desencadear a lombalgia são, contrações musculares, ocasionadas por sobrecarga excessiva, ao levantar mais peso do que a pessoa consegue na academia, por exemplo, ao carregar muito peso, empurrando armários, enfim, atividades corriqueiras que causem sobrecarga nas articulações da coluna e das vértebras.   Na maioria das vezes, o problema é postural, ou seja, causado por uma má posição para sentar, deitar, abaixar ou carregar algum objeto pesado. Nas demais vezes, a lombalgia pode ser causada por inflamação, infecção, hérnia de disco, escorregamento de vértebra, artrose (processo degenerativo de uma articulação) e até problemas emocionais.   Quais os sintomas? Os sintomas da lombalgia são dores localizadas abaixo da décima segunda costela até a prega do glúteo, definida como a região lombar. As dores podem, ainda, irradiar para o meio da coxa.   Quais os principais tratamentos? Os principais tratamentos para a lombalgia aguda são por analgésicos, anti-inflamatórios, corticoides e relaxantes musculares. O objetivo central desses tratamentos são: aliviar a dor, melhorar a habilidade funcional e prevenir recorrência e cronicidade. Existem

Vamos falar sobre depressão? Essa doença já não é mais segredo e dia a dia a ciência vai descobrindo novas maneiras de tratá-la. Já podemos tirar os tabus acerca dessa doença, porque ela é considerada um dos grandes males deste século, podendo afetar absolutamente qualquer pessoa, independente de gênero, idade, crença ou classe social. Nesse artigo você vai encontrar: O que é depressão Quais os sintomas mais comuns Diferenças sobre depressão e tristeza 7 dicas de como sair da depressão O que é depressão A depressão é uma doença psiquiátrica que gera tristeza profunda, perda de interesse, ausência de ânimo e oscilações de humor. Muitas vezes é confundida com ansiedade e pode levar a pensamentos suicidas. Assim, é essencial diagnosticar a doença e iniciar acompanhamento médico. A doença atinge mais de 300 milhões de pessoas de todas as idades no mundo, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). No Brasil, a estimativa é que 5,8% da população seja afetada pela doença. Quais os sintomas mais comuns Atente-se para os sintomas! Se existe uma tristeza sem motivo aparente e ela está durando mais que duas semanas, se você anda desanimado e percebe que já não está se alimentando e nem dormindo de uma forma correta ou também sente grandes dificuldades em realizar atividades simples do dia a dia, é aconselhável buscar a um profissional da saúde, relatar seu estado e pedir ajuda. Apenas esses profissionais podem diagnosticar essa doença e dizer em qual nível ela se encontra. Assim ficará muito mais fácil lidar com tudo isso, não é mesmo? Diferenças sobre depressão e tristeza Há uma grande diferença entre tristeza e depressão. A tristeza pode ocorrer desencadeada por algum fato do cotidiano, em que a pessoa realmente sofre com aquilo até assimilar o que está acontecendo e geralmente não dura mais do que quinze a vinte dias. Por sua vez, a depressão se instala e se não for tratada pode piorar e passar por três estágios: leve (CID 10 F33.0), moderada (CID 10 – F33.1) e grave (CID F33.2). Você também pode realizar algumas atividades que poderão ajudar a manter sua saúde mental sempre saudável, tornando-se mais forte para enfrentar a essa doença e/ou não deixar que ela se aproxime. Coisas simples podem fazer a diferença! Listamos algumas delas: 7 dicas de como sair da depressão Procure o hábito de fazer atividades físicas. Por mais difícil que pareça, tente manter uma rotina de exercícios. Não é necessário que sejam longos ou exaustivos, só precisa mexer o seu corpo.

A diabetes acontece porque o pâncreas não é capaz de produzir insulina em quantidade suficiente para suprir as necessidades do organismo, ou porque este hormônio não é capaz de agir de maneira adequada (resistência à insulina).   Existem alguns questionamentos sobre a diabetes. Muitas pessoas possuem diversas dúvidas a respeito do que se trata a doença, como ela surge, se tem cura, como prevenir, enfim, a lista é longa. Por isso, separamos algumas das principais perguntas sobre esse assunto.   Mas, primeiro precisamos entender o que é diabetes?   O que é diabetes? Diabetes é uma doença causada pela produção insuficiente ou má absorção de insulina, hormônio que regula a glicose no sangue e garante energia para o organismo.   A insulina é um hormônio que tem a função de quebrar as moléculas de glicose(açúcar) transformando-a em energia para manutenção das células do nosso organismo.   O diabetes pode causar o aumento da glicemia e as altas taxas podem levar a complicações no coração, nas artérias, nos olhos, nos rins e nos nervos. Em casos mais graves, o diabetes pode levar à morte.   De acordo com a Sociedade Brasileira de Diabetes, existem atualmente, no Brasil, mais de 13 milhões de pessoas vivendo com a doença, o que representa 6,9% da população nacional.   Agora sim, vamos as perguntas:   1) Existem restrições à prática de exercícios para pessoas com diabetes? Não há restrições, desde que o diabetes esteja controlado. A atividade física libera catecolaminas que são hiperglicemiantes, de modo que se tiver com glicemia elevada, a tendência é aumentar mais ainda.   2) Como devo fazer para receber os medicamentos grátis, pelo SUS, como insulina e fitas. A lei federal de n° 11.347 (assinada em 27 de setembro de 2006 pelo Presidente da República) está em vigor e determina que os pacientes com diabetes recebam, gratuitamente, do Sistema Único de Saúde - SUS, os medicamentos necessários para o tratamento, assim como os materiais exigidos para a sua aplicação e a monitoração da glicemia capilar. O texto da lei afirma que, para ter este direito, é preciso estar inscrito em algum programa de educação especial em diabetes.   Na prática, a pessoa precisa ir ao posto de saúde mais próximo de sua residência, e cadastrar-se como paciente com diabetes do SUS ou do Sistema de Informação em Hipertensão e Diabetes (Hiperdia). No mesmo local, deve-se pedir pelos medicamentos necessários ao tratamento, prescritos pelo médico responsável em uma receita que será ali apresentada.   Caso não seja plenamente atendido, paciente deverá relatar o caso à ouvidoria

Com a sua aparência discreta, o gergelim pode muitas vezes passar despercebido por muitas pessoas. A maioria conhece as sementes como um elemento decorativo usado em pães, mas o que poucos sabem é sobre a sua importância nutritiva e os seus benefícios para a saúde. Nesse artigo você vai entender um pouco sobre esses benefícios e a sua relação no controle da diabetes. Com uma gama de nutrientes variada, com Ferro, Cálcio, Tripfotano, fibras, Cobre, Magnésio, Vitaminas de Complexo B, Fósforo e Proteínas, são muitos nutrientes para uma sementinha, não é mesmo? Sem dúvida, o gergelim é extremamente benéfico para o nosso corpo, além de ser saboroso. OS BENEFÍCIOS DO GERGELIM As sementes de gergelim vêm sendo cultivadas a mais de 3500 anos, e uma de suas utilidades é como remédio. Elas podem ser consumidas cruas, ou como óleo, ou ainda como manteiga – mais conhecida como Tahine, muito popular na cultura árabe. O gergelim concentra uma grande quantidade de nutrientes, começando pelo Cálcio, um mineral que não pode faltar para que os ossos se mantenham fortes até a terceira idade. Uma vez que, para ser absorvido pelo nosso organismo, o Cálcio necessita de magnésio, que também está presente no gergelim. Com uma composição desses substanciais e a Vitamina D, produzida pelo corpo com a exposição moderada aos raios solares, como resultado, o gergelim pode prevenir a osteoporose. Além disso, o gergelim já tem naturalmente o sabor salgado, beneficiando quem tem hipertensão ou propensão à doença, pois, ao utiliza-lo nas refeições, ajuda a reduzir a quantidade de sal consumida. Misturando seis colheres de sopa de gergelim com uma colher de sopa de sal, você tem o gersal, que pode ser usado substituindo o próprio sal. E por falar em quantidades nutricionais e substituições, qual o valor nutricional do gergelim? Em seguida, vamos falar sobre esses valores nutricionais. Os valores nutricionais do gergelim Mencionamos a pouco uma lista dos nutrientes encontrados em uma semente de gergelim. Assim sendo, confira agora o que uma colher de sopa contém: Valor energético..116kcal Proteína………………….4,2g Lipídeos…………………..10g Carboidrato…………….4,2g Fibras …………………….2,3g Cálcio…………………..165mg Magnésio ……………. 72mg Fósforo……………….148mg Ferro……………………1,1mg Potássio………………109mg Vitamina B3 ……….. 1,1mg Esses dados foram coletados da Tabela Brasileira de Composição dos Alimentos da UNICAMP. Mas, e quanto ao controle da diabetes, qual é a relação do gergelim? É o que vamos descobrir agora. O GERGELIM E O CONTROLE DA DIABETES Alguns estudos vêm provando que a farinha desengordurada do gergelim melhora o controle glicêmico de pacientes diabéticos que são hipertensos. Além disso, uma pesquisa publicada na RASBRA (Revista da Associação Brasileira de Nutrição) concluiu que, o

Você é do tipo de pessoa que tem histórico familiar de diabetes e, gostaria de saber mais sobre o assunto e se prevenir? Então está no lugar certo. Descubra o que é diabetes, quais são seus tipos e como uma dieta saudável pode, de certo modo, impedir o seu aparecimento. Grande parte dos alimentos que consumimos é transformado pelo nosso organismo em glicose, que é transportada no sangue até as células, onde será usada como fonte de energia. Portanto, o surgimento de diabetes se deve ao alto nível de açúcar na corrente sanguínea. De tal forma que, o cansaço, perda de peso, sede, necessidade frequente de urinar e visão turva seriam alguns dos sintomas de diabetes. Com o tempo, essas manifestações podem levar a problemas mais sérios, se não houver um tratamento. Antes de falarmos sobre os benefícios de uma dieta saudável para a prevenção de diabetes, é preciso compreender: O que é diabetes? Conhecida cientificamente como Diabetes Mellitus, é uma doença que tem como característica a elevação da glicose no sangue. Pode ocorrer devido às falhas na ação do hormônio insulina, produzido no pâncreas pelas chamadas células beta. A principal função da insulina é possibilitar a passagem de glicose para as células, suprindo as necessidades do organismo. Portanto, a diabetes acontece quando há falta, ou irregularidade desse hormônio, resultando em um acúmulo de glicose no sangue, mais conhecido como hiperglicemia. Tipos de diabetes O pâncreas é um órgão que produz hormônios importantes para o sistema digestivo e está localizado atrás do estômago. É o responsável pela produção de insulina, quando o nível de açúcar no sangue sobe. Em certas pessoas o sistema imunológico agride incorretamente as células beta, resultando assim pouca, ou nenhuma liberação de insulina para o corpo. Esse é um processo que caracteriza a diabetes tipo 1, que é geralmente diagnosticado na infância e adolescência. Diabetes tipo 2 existe a produção de insulina, porém a sua ação é dificultada, caracterizando um quadro de resistência insulínica. O pâncreas aumenta o nível de produção de insulina para tentar manter o nível de glicose normal. Quando isso não é possível surge a diabetes tipo 2. Em resumo, existem também outros tipos de diabetes como, Diabetes Latente Autoimune do Adulto (LADA), termo dado para pessoas diagnosticadas com o tipo 2 que desenvolvem um processo autoimune, perdendo células beta do pâncreas. Há também diabetes gestacional, uma condição temporária que acontece durante a gravidez. Como uma dieta saudável pode ajudar na prevenção de diabetes? A prevenção da diabetes, para quem