É tempo de relaxar!

Através da harmonia com a natureza o Centro de Vida Saudável promove um estilo de vida que trata e previne diversas doenças.

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Saúde Tag

Uma boa saúde vai muito além da ausência de doenças e enfermidades. É um estado de completo bem-estar físico e mental. Isso inclui fatores como alimentação e também uma rotina diária de exercícios.   A partir desta definição, dada pela Organização Mundial de Saúde (OMS), é impossível pensar em melhoria de saúde sem uma visão mais ampla do tema. Diversos outros fatores podem colocar em risco a saúde mental dos indivíduos. Assim, a saúde pode ser definida como bem-estar biopsicossocial-espiritual-ecológico, ou seja: bem-estar físico, psicológico (mental e emocional), social, espiritual (sentido para a vida) e ecológico (ambiental).   A percepção do conceito de qualidade de vida também tem muitos pontos em comum com a definição de saúde. Desse modo, percebe-se a necessidade de analisar o corpo, a mente e até mesmo o contexto social no qual o indivíduo está inserido para conceituar melhor o estado de saúde.   Assim, alguns hábitos bem simples são determinantes para uma vida saudável e equilibrada e podem ajudar a manter o seu bem-estar físico e emocional:   Alimentação saudável Não dá para falar em vida saudável sem mencionar a alimentação, uma vez que hábitos alimentares saudáveis são importantes para a prevenção ou o surgimento de doenças. Isso porque alimentos in natura ou minimamente processados têm a capacidade de fornecer os nutrientes que seu corpo necessita e, assim, promover a manutenção e restauração da saúde do seu organismo. Alimente-se bem. Procure alimentar-se três vezes ao dia. Prefira sempre alimentos naturais e integral, evitando alimentos muito calóricos à noite. Opte por sucos naturais em vez de refrigerantes e sucos industrializados.   Em contrapartida, os alimentos ultraprocessados, em geral, são pobres em nutrientes e ricos em aditivos químicos, calorias, gordura, açúcar e sódio. O maior consumo desses alimentos tem sido associado a uma maior chance de obesidade, câncer, diabetes tipo 2, doenças cardiovasculares, síndrome do intestino irritável, depressão, condições de fragilidade e mortalidade por todas as causas.   Beba bastante água Se hidrate. Para garantir o bom funcionamento do organismo, devemos ingerir pelo menos dois litros e meio de água por dia.    O total de água existente no corpo dos seres humanos corresponde a 75% do peso na infância e a mais da metade na idade adulta. Ela é a grande responsável pelo transporte de nutrientes, pela regulação das células e de outras funções vitais do organismo. Depois disso, não resta mais nenhuma dúvida sobre a importância da água para a saúde, né?   Tenha contato com a natureza Estabeleça contato com a natureza. Vá à

Muita gente não abre mão do seu jogo de futebol com os amigos ou daquele vôleizinho de praia no final de semana. Porém, apesar de serem atividades agradáveis e benéficas, os atletas casuais correm muito mais riscos de sofrerem lesões, seja você um atleta profissional ou não.   Geralmente, os corpos não estão adaptados para aquele tipo de esforço e, muitas vezes, um giro mais forte ou um pulo mal dado viram lesões musculares, ligamentares e até fraturas.   Mas existem maneiras de reduzir esses riscos e de conseguir se divertir com segurança. Tomando os cuidados certos até os atletas de fim de semana poderão fazer os seus pontos e os seus gols sem medo.   Quer descobrir quais são? Nesse artigo, vamos mostrar para vocês algumas dicas que você deve levar em consideração ao praticar qualquer atividade física, seja você um atleta profissional, ou não. Então continue a leitura!   4 Cuidados que todo atleta deve ter com a saúde   1- Marque uma consulta com seu médico Primeiro e mais importante de tudo, especialmente se você é um atleta de final de semana, faça um check-up! Isso é essencial. O ideal é buscar por um cardiologista e por um ortopedista para fazer uma avaliação dos seus sistemas cardiorrespiratório e ortopédico.   Dessa forma, você poderá praticar os seus exercícios com maior segurança e evitar lesões que podem ser limitantes, dolorosas, permanentes ou irreversíveis! É melhor prevenir.   2- Faça pequenos aquecimentos É muito importante aquecer antes de começar as suas atividades físicas. Isso eleva a temperatura corporal e deixa o seu músculo mais preparado para o que for exigido dele.   A melhor notícia é que você nem precisa fazer durante muito tempo, bastando executá-lo corretamente. Dependendo da atividade que for realizar e do seu preparo, cinco a dez minutos serão suficientes.   Comece de maneira lenta e vá acelerando ao poucos, gradualmente. Uma leve caminhada por alguns minutos, seguida de um ritmo mais acelerado como o trote é um bom início! Polichinelos são indicados também.   O próximo passo seria fazer movimentos que simulem o que você vai jogar: se é futebol, faça arranques e giros, chute a bola. Se é vôlei, treine manchetes e cortadas. Isso vale para qualquer esporte.   3- Pratique alongamentos Muita gente contesta a importância do alongamento antes da atividade física, mas fato é que ser flexível previne diversos tipos de dores e de lesões. Uma boa elasticidade faz com que os seus tendões, os seus músculos e os seus ligamentos tenham chances menores de lesão, além

 Ah, o verão! Aquela época do ano esperada por muitos, especialmente as crianças, e sinônimo de dias ensolarados, férias e diversão. Você também é um daqueles que esperam pelo verão o ano todo, planejando viagens, especialmente para as regiões litorâneas? Vamos entender um pouco do verão e ver como essa estação do ano influencia o nosso comportamento e cuidados que devemos ter.   Da expressão latina vulgar veranum tempus, "tempo primaveril" é uma das quatro estações do ano, caracterizada por ser a estação mais quente. Neste período, as temperaturas permanecem elevadas e os dias são mais longos do que os dias das outras estações. O verão tem início no dia 21 de dezembro de 2020, ou seja, depois da primavera e antes do outono.   Características do verão Durante o período de vigência do verão, as temperaturas em alguns lugares do planeta podem alcançar 40ºC. Nessa época do ano, é importante ficar atento à questão da hidratação. Beber água é fundamental todos os dias e especialmente em dias em que as temperaturas estão elevadas.   Outra característica do verão está relacionada com os índices pluviométricos (as chuvas). Nesse período, as chuvas aumentam gradativamente. Conhecidas como chuvas convectivas ou chuvas de verão, ocorrem geralmente no período da tarde e duram pouco tempo, contudo, costumam ser bastante intensas, com ventos em alta velocidade e ocorrência de trovoadas.   Com a chegada das chuvas, aumenta-se a umidade do ar. A elevação da umidade provoca a sensação de abafamento, aumentando, então, a sensação térmica. Há também maior evaporação das massas de água, o que também está relacionado com o aumento pluviométrico, visto que há maior formação de nuvens.   Resumindo: dias mais longos do ano; temperaturas mais altas; aumento da umidade; chuvas constantes.   No Hemisfério Sul, onde está localizado o Brasil, a estação do verão é caracterizada por apresentar dias mais longos do que as noites, clima quente e chuvas constantes, em decorrência da rápida evaporação das águas pelo calor do Sol.   O começo do verão é marcado pelo evento astronômico denominado Solstício de Verão, ou seja, é o período em que o hemisfério Sul está inclinado cerca de 23,5º na direção do Sol. Em 2020, o solstício de Verão no Brasil será às 07h02 do dia 21 de dezembro.   Antigamente, existiam cinco estações do ano. O verão era dividido em dois momentos: o verão, propriamente dito, caracterizado por um clima quente e chuvoso, e o estio, caracterizado por clima quente e seco.   O que é horário de verão O

O câncer de pele é o tipo de câncer de maior incidência no Brasil. Representa cerca de 25% dos tumores malignos registrados no país nos últimos anos, sendo que, em 2008, mais de 50 mil brasileiros manifestaram a doença, segundo estudos do Instituto Nacional do Câncer.   A doença se caracteriza pelo crescimento anormal e descontrolado das células que compõem a pele. As células formam camadas, umas mais profundas que as outras. Os diferentes tipos de câncer de pele estão relacionados à profundidade das camadas afetadas.    Como se manifesta  A pele humana possui uma substância chamada Melanina, que é responsável por criar uma espécie de barreira que protege o núcleo das células contra os efeitos malignos de agentes externos, como, por exemplo, a radiação ultravioleta dos raios solares. Quando as células da pele que possuem este pigmento perdem sua função normal, elas se proliferam de maneira desordenada, reproduzindo e formando lesões irregulares, que caracterizam o câncer.   Os mais comuns são os carcinomas basocelulares e os espinocelulares, responsáveis por 177 mil novos casos da doença por ano. Mais raro e letal que os carcinomas, o melanoma é o tipo mais agressivo de câncer da pele e registra 8,4 mil casos anualmente.   Tipos de câncer de pele   Carcinoma basocelular (CBC): o mais prevalente dentre todos os tipos. O CBC surge nas células basais, que se encontram na camada mais profunda da epiderme (a camada superior da pele). Tem baixa letalidade e pode ser curado em caso de detecção precoce. Os CBCs surgem mais frequentemente em regiões expostas ao sol, como face, orelhas, pescoço, couro cabeludo, ombros e costas.  Carcinoma espinocelular (CEC):  segundo mais prevalente dentre todos os tipos de câncer. Manifesta-se nas células escamosas, que constituem a maior parte das camadas superiores da pele. Pode se desenvolver em todas as partes do corpo, embora seja mais comum nas áreas expostas ao sol, como orelhas, rosto, couro cabeludo, pescoço etc. A pele nessas regiões, normalmente, apresenta sinais de dano solar, como enrugamento, mudanças na pigmentação e perda de elasticidade. O CEC é duas vezes mais frequente em homens do que em mulheres. Melanoma: tipo menos frequente dentre todos os cânceres da pele, o melanoma tem o pior prognóstico e o mais alto índice de mortalidade. Embora o diagnóstico de melanoma normalmente traga medo e apreensão aos pacientes, as chances de cura são de mais de 90%, quando há detecção precoce da doença. O melanoma, em geral, tem a aparência

Dia 26 de janeiro é comemorado o  Dia Nacional de Combate e Prevenção da Hanseníase e Dia Mundial Contra a Hanseníase. Mas, o que é a Hanseníase?   Neste artigo você vai conferir sobre o que é essa doença, as causas e os principais tratamentos. Continue a leitura!   O que é Hanseníase A Hanseníase, conhecida antigamente como Lepra, é uma doença crônica, transmissível, de notificação compulsória e investigação obrigatória em todo o território nacional.    Possui um agente etiológico o Micobacterium leprae, bacilo que tem a capacidade de infectar grande número de indivíduos, e atinge principalmente a pele e os nervos periféricos, capacidade de infectar grande número de indivíduos, e atinge principalmente a pele e os nervos periféricos.   Com a capacidade de ocasionar lesões neurais, conferindo à doença um alto poder incapacitante, principal responsável pelo estigma e discriminação às pessoas acometidas pela doença.   A infecção por hanseníase pode acometer pessoas de ambos os sexos e de qualquer idade. Entretanto, é necessário um longo período de exposição à bactéria, sendo que apenas uma pequena parcela da população infectada realmente adoece.   A hanseníase é uma das doenças mais antigas da humanidade. As referências mais remotas datam de 600 a.C. e procedem da Ásia, que, juntamente com a África, são consideradas o berço da doença.    Entretanto, a terminologia hanseníase é iniciativa brasileira para minimizar o preconceito secular atribuído à doença, adotada pelo Ministério da Saúde em 1976. Com isso, o nome Lepra e seus adjetivos passam a ser proibidos no país.    O Brasil ocupa a segunda posição do mundo, entre os países que registram casos novos. Em razão elevada carga, a doença permanece como um importante problema de saúde pública no país.   Os principais sinais e sintomas Os sinais e sintomas mais frequentes da hanseníase são: Manchas esbranquiçadas, avermelhadas ou amarronzadas, em qualquer parte do corpo, com perda ou alteração da sensibilidade ao calor e ao frio; ao tato e à dor, principalmente nas extremidades das mãos e dos pés, na face, nas orelhas, no tronco, nas nádegas e nas pernas; Áreas do corpo com diminuição dos pelos e do suor; Dor e sensação de choque, formigamento, fisgadas e agulhadas ao longo dos nervos dos braços e das pernas; Inchaço em mãos e pés; Diminuição da sensibilidade e/ou da força muscular da face, mãos e pés; Lesões em pernas e pés; Caroços no corpo, em alguns casos avermelhados e dolorosos; Febre, inchaço e dor nas articulações; Entupimento, sangramento, ferida e ressecamento do nariz; Ressecamento nos olhos.   Como

Há quem diga que o verão é a estação perfeita para perder os quilinhos indesejados, afinal, grande parte da população sente maior disposição em praticar exercícios físicos no calor ao invés de dias frios.   Porém, a estação mais quente do ano exige cuidados específicos relacionados à prática de atividades físicas, de modo que potenciais danos à saúde sejam evitados. Pensando nisso, o artigo de hoje traz aos leitores 5 cuidados importantes ao praticar exercícios físicos no calor.   Vamos lá!   Porque as pessoas gostam de praticar exercícios físicos no verão   Você sabia que em temperaturas mais frias, é muito mais fácil para o organismo manter a temperatura corporal controlada durante a prática de atividades físicas? No entanto, mesmo assim, muitas pessoas possuem preferência por se exercitar em dias mais quentes.   Uma das principais explicações para essa questão se deve ao fato de que, em dias muito frios, é necessário um maior gasto energético para manter o corpo aquecido. Além disso, temperaturas geladas tornam os músculos e articulações mais rígidos, o que pode gerar redução da força e da mobilidade, e em alguns casos, contribuir para o aumento do risco de lesões.     Confira abaixo os 5 cuidados que você deve ter ao praticar exercícios físicos nessa época do ano.   1- Matenha seu corpo hidratado A água é um componente fundamental de todas as células do organismo. É o líquido que ajuda a regular a temperatura corporal e o funcionamento dos órgãos, elimina toxinas, ajuda na lubrificação de mucosas e, por ser um solvente, age como um veículo de transporte de nutrientes. Em dias mais quentes e que requerem um esforço físico maior, o cuidado com a hidratação deve ser redobrado, para repor o líquido perdido com o suor.   2- Faça alongamentos Diferente do que muitas pessoas imaginam, às temperaturas elevadas não são suficientes para aquecer o corpo. É fundamental realizar alongamentos antes e depois da atividade física para prevenir lesões. Logicamente, depende muito da atividade física proposta.   3- Use protetor solar Esportes praticados ao ar livre exigem cuidados com o Sol. Além de manter o corpo hidratado, abuse do uso de protetores solares com o FPS recomendado para o seu tom de pele. Lembre-se que os raios UVs (Ultravioleta) penetram profundamente na pele e podem causar danos irreversíveis, além de queimaduras, oferecem o risco muito grande de adquirir um câncer de pele.   4- Use roupas adequadas Ao praticar exercícios físicos no calor, é importante que façamos uso de roupas leves, produzidas com tecidos especiais, de modo

Apenas 1%. Este é o total de homens acometidos pelo câncer de mama no Brasil em relação às mulheres. A incidência masculina é tão rara e pouco frequente que, de acordo com o Instituto Nacional de Câncer (Inca), não entra nas estimativas.   Já podemos perceber que o câncer de mama masculino é uma verdade!    Nesse artigo, vamos falar sobre como aparecem os primeiros sinais, quais os sintomas e tratamentos, e como prevenir. Boa leitura!   O câncer de mama masculino O diagnóstico do câncer de mama masculino é feito da mesma maneira que o feminino, com mamografia, ultrassom e biópsia.   A diferença é que, como os homens têm menos tecido mamário, o nódulo geralmente é mais fácil de ser palpável, por ser mais próximo do mamilo. Já nas mulheres, o nódulo pode não ser palpável dependendo da localização na mama, quando está profundo ou quando é menor que 1,5 centimentos.   Os principais sintomas Entre os principais sintomas estão saída de secreção, vermelhidão e retração da pele do mamilo e ao redor dele. Não se pode dizer que a doença é melhor ou pior na mulher do que no homem, pois a evolução depende do tipo de câncer e do estágio no momento do diagnóstico.   Alguns tratamentos O tratamento da doença inclui a mastectomia (cirurgia de retirada da mama), quimioterapia, radioterapia e hormonioterapia. Mesmo após o tratamento, o paciente deve continuar fazendo visitas frequentes ao médico para acompanhamento de exames clínicos, laboratoriais e de imagem.   O câncer de mama, seja no homem ou na mulher, tem melhor evolução quando antes for feito o diagnóstico e conforme o tipo do câncer.   Um a cada cem homens tem chances de ter câncer de mama. As mulheres têm mais tecido mamário e condições hormonais que podem favorecer o aparecimento da doença.   De acordo com dados do INCA, em 2016 16.254 pessoas já morreram em decorrência do câncer de mama no país, sendo 16.069 mulheres e apenas 185 homens. Só no estado de São Paulo foram 4.119 mulheres mortas e 30 homens.   A estimativa do Instituto para 2019/2020 é de que sejam registrados 59.700 novos casos de doenças em mulheres por ano, com um risco estimado de 56,33 casos a cada 100 mil mulheres.   No estado de São Paulo, a estimativa é de 16.340 novos casos de câncer de mama feminino para cada ano (2019/2020). Com a incidência de câncer de mama em homens é baixa, a doença não entra na estimativa.   Fatores de risco A mastologista explica que o câncer de

A prevenção do câncer de mama não é totalmente possível em função da multiplicidade de fatores relacionados ao surgimento da doença e ao fato de vários deles não serem modificáveis. No entanto, existem vários tratamentos. Confira abaixo alguns.   De modo geral, a prevenção baseia-se no controle dos fatores de risco e no estímulo aos fatores protetores, especificamente aqueles considerados modificáveis. Fatores como, excesso de peso corporal, falta de atividade física e consumo de bebidas alcoólicas. De acordo com o Ministério da Saúde, estima-se que por meio da alimentação, nutrição e atividade física é possível reduzir em até 28% o risco de a mulher desenvolver câncer de mama.   Conversamos com um especialista no assunto, Dra Claúdia Amaral, ginecologista do Centro Médico CEVISA. Confira as orientações: Para prevenir do câncer de mama é preciso buscar alguns hábitos saudáveis na sua rotina. E são eles: Tomar sol diariamente Praticar exercícios físicos pelo menos 3x na semana Ter uma alimentação saudável (fazer maior uso de frutas, verduras, legumes e alimentos integrais) Beber água com frequência Dormir o tempo necessário para proporcionar descanso ao seu corpo Alguns tratamentos para o câncer de mama Existem vários tipos de tratamentos para o câncer de mama que dependem do tipo e do estágio da doença. Após o diagnóstico e estadiamento da doença, o médico discutirá com a paciente as opções de tratamento. Nesse momento, é importante pesar os benefícios de cada opção terapêutica contra os possíveis riscos e efeitos colaterais.  O tratamento do câncer de mama, conforme prevê a Política Nacional de Prevenção e Controle do Câncer, deve ser feito por meio das Unidades de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia (Unacon) e dos Centros de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia (Cacon), que fazem parte de hospitais de nível terciário.    Este nível de atenção deve estar capacitado para realizar o diagnóstico diferencial e definitivo do câncer determinar sua extensão (estadiamento), tratar (cirurgia, radioterapia, oncologia clínica e cuidados paliativos), acompanhar e assegurar a qualidade da assistência oncológica.   Vamos aos tipos de tratamentos Tratamentos locais. A terapia local visa tratar um tumor localmente, sem afetar o resto do corpo. Os tipos de terapia local utilizados para o câncer de mama incluem: cirurgia e radioterapia. Tratamentos sistêmicos. A terapia sistêmica se refere ao uso de medicamentos que podem ser administrados por via oral ou diretamente na corrente sanguínea para atingir as células cancerígenas em qualquer parte do corpo. Dependendo do tipo de câncer de mama, diferentes tipos de

Nestes últimos dias muito se tem falado na mídia em  relação aos cuidados que devemos ter referente ao COVID-19 com os mais idosos. Para a terceira idade, a infecção por Coronavírus poderá  se tornar grave, especialmente quando o idoso já tem outros problemas de saúde, como diabetes, doenças respiratórias, cardiovasculares e um sistema imunológico mais fraco.    Este post vai abordar um pouco sobre o sistema imunológico e os cuidados que uma pessoa idosa deve ter por consequência do momento que o mundo está vivendo com COVID-19.   Vamos lá!   Porque os idosos são mais susceptíveis a terem doenças mais graves?   As mudanças que acontecem no sistema imunológico durante o processo de envelhecimento do corpo, chamado de imunossenescência, este  é um dos principais fatores nos idosos, o qual aumento o risco deles terem infecções mais graves, assim como aumento da incidência de outras doenças nesta faixa etária.   Portanto, na terceira idade há uma redução fisiológica  no número e na atividade dos linfócitos T, células que ajudam a combater a presença de agentes capazes de prejudicar a saúde do organismo. A imunossenescência reduz o reconhecimento de novos antígenos, isto é, o corpo do idoso , por exemplo se torna incapaz de reconhecer um novo vírus,  como um invasor,  demorando  a reagir,  consequentemente as suas enfermidades poderão se manifestar de formas mais graves.   Como fazer para diminuir as infecções?   Antes de mais nada, é bom lembrarmos que não existe uma receita clara e definitiva, para que os idosos possam diminuir o risco de desenvolver uma infecção viral ou bacteriana grave,  entretanto, adotar alguns cuidados básicos recomendados para um envelhecimento saudável é fundamental.   Cuidados básicos para evitar o aumento de infecções – Manter as doenças crônicas (hipertensão arterial, DPOC, asma, diabetes) sob controle, seguindo os conselhos de seu médico e tomando os medicamentos prescritos regularmente; – manter-se ativo;  – alimentar-se bem, com alimentos com qualidade nutricional; – não fumar; – não beber em excesso.   Na atual situação da pandemia causada pelo coronavírus, o Ministério da Saúde e a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomendam ter atenção extra com a higiene para reduzir o risco de contrair ou transmitir infecções respiratórias aguda.   Medidas de higiene para evitar contaminação – lavar as mãos frequentemente com água e sabonete por pelo menos 20 segundos. Se não houver água e sabonete, usar um desinfetante para as mãos à base de álcool; – evitar tocar os olhos, o nariz e a boca com as mãos não lavadas; – evitar contato

Um sistema imunológico é formado por uma série de células de defesa e reações químicas, com o  objetivo de  lutar e nos proteger contra os mais diversos  patógenos,  os  quais podem invadir o nosso corpo e produzir doenças.    É importante manter a imunidade bem equlibrada, afim de que o nosso organismo consiga se defender dos "ataques de invasores indesejados"; para que  tudo isto ocorra de uma forma eficiente em nosso corpo é necessário  manter, uma alimentação saudável, praticar exercícios físicos regularmente, dormir bem, não fumar e hidratar-se.   Falamos aqui no blog sobre alguns dos alimentos que ajudam a aumentar a imunidade, você pode conferir o post completo acessando aqui.   Então o quê fazer para aumentar a imunidade?   Hidratando o organismo A boa hidratação do corpo é fundamental para manter a imunidade em alta. O organismo humano é composto em sua maior parte por água,  ela é essencial para que todas as reações bioquímicas ocorram perfeitamente nas células em especial quando ficamos doentes, ingerir uma quantidade média de água, que varia de 1,5 litro a 2 litros por dia para pessoas normais, ou até mais, caso não se tenha restrições, é sempre bom para a saúde.   Um cardápio saudável e a prática regular de atividades físicas ajudam bastante a aumentar a imunidade e manter o organismo forte.Precisa-se  ficar atento a algumas atitudes que podem minar este sistema de defesa.   Fatorem que enfraquecem o sistema imunológico Entre os principais fatores que provocam uma queda na imunidade estão o estresse, o sedentarismo, ou o excesso de atividade física e a má alimentação, isto porque a falta de algumas vitaminas e minerais prejudicam o bom funcionamento das células.   O excesso de atividades físicas  O treino regular é importante para deixar a imunidade preparada para enfrentar as batalhas rotineiras, mas entenda que toda atividade física exarcerbada para um indivíduo que não está adaptado a isto diariamente poderá até levar reação inadequada do organismo, gerando um processo inflamatório, sendo que esta condição pode comprometer e dimuir o sistema de defesa do corpo.   Se você pratica modalidades que exigem se exercitar por mais de 60 minutos, é muito importante respeitar o período de descanso entre os treinos e manter uma alimentação saudável e  uma  hidratação adequada.   Não ter uma rotina de sono regular Dormir poucas horas frequentemente,  ou distúrbios do sono como ronco e apnéia do sono, geram um grande estresse no organismo,  com o decorrer do  tempo este repouso irregular poderá desencadear um aumento  nos níveis de citocinas (moléculas